O INSS é de todos nós e a luta pela sua sobrevivência também deve ser
É MENTIRA! O governo não sabe mais como lidar com o gerenciamento da crise que provocou a fila de cerca de 2 milhões de benefícios à espera de análise no INSS e diante de tantas desculpas infundadas a história da vez é que o acúmulo dos pedidos é temporário, porque resultou no boom de entradas de novos pedidos a partir de julho do ano passado, devido a aprovação da Reforma da Previdência e por isso não vai realizar concurso público para contratar servidores para atender a demanda.
O servidor sabe que tudo isso é balela e a população precisa ser alertada e informada sobre as verdadeiras causas desse caos que o INSS vem enfrentando: falta de gerenciamento e de comprometimento do governo com os direitos que o cidadão tem em receber benefícios sociais por meio da previdência que é pública, gratuita e está vigente em lei.
Os segurados precisam saber que a implantação antecipada e irresponsável de um sistema sem piloto e que ainda não estava totalmente pronto, o INSS Digital, foi o maior motivo para o aumento da fila, pois trouxe para dentro da Casa todos os processos sem traçar uma estratégia segura de como eles seriam analisados mesmo sabendo do déficit de servidores para atender a demanda.
Outro fator pouco divulgado na mídia, mas bastante pautado pelo SINSSP é a alteração da rotina de atendimento aos segurados sem as devidas adequações dos sistemas gerando um descaso com a população mais vulnerável que não tem acesso aos recursos tecnológicos.
Dessa forma, o indivíduo se vê obrigado a fazer tudo via App e web, sem nenhum atendimento presencial e pessoal para ser orientado e auxiliado, tudo isso gera outro problema: aumento da procura por intermediários e o pagamento por essa ajuda.
O caos do INSS vai muito além e a culpa da imensa fila não é dos milhares de brasileiros que procuram o Instituto para adquirir o benefício que é seu por direito, tão menos é culpa do servidor que também é vítima de um governo que exerce o sucateamento do serviço público em prol da política de privatização e de Estado menor que são obrigados a trabalhar em condições precárias.
A população sofre, o servidor sofre e paga a conta! O governo estabeleceu metas absurdas ao trabalhador do INSS que por si só já seriam difíceis de cumprir com os problemas e deficiências dos sistemas que ficam indisponíveis em grande parte do tempo.
O SINSSP vem a público informar e fazer com que a população entenda os reais problemas do INSS para que seja dada a importância que a Previdência Social Pública e solidária, representada por essa Autarquia, que é responsável por conceder benefícios que vão garantir a distribuição de renda no Brasil e em muitos casos é esse benefício a principal fonte que leva comida para muitas famílias.
Portanto, é hora da população brasileira se unir e lutar pelo INSS, pela Previdência Pública e Social. Servidores, segurados, todos juntos por um INSS que o Brasil precisa voltar a ter. E, é por esse motivo, que o SINSSP colocou no seu calendário de lutas o dia 14/02 para realização de Atos Públicos em todo o estado de São Paulo em Defesa do INSS e convida você, servidor, como também toda a população, a se juntarem com o sindicato na construção desse grande ato em Defesa da Previdência Social e do INSS.
Concurso Público Já! Não a Militarização do Serviço Público!
Isso não é gestão é um processo de extermínio da classe trabalhadora do país!
Fonte:Imprensa SINSSP
108 mil mulheres aguardam INSS liberar salário-maternidade atrasado
Atualmente, 108,3 mil mulheres que deram entrada no pedido de salário-maternidade estão aguardando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) analisar o requerimento há mais de 45 dias, prazo oficial para o órgão dar a resposta, de acordo com a Lei.
Estão na fila desempregadas e trabalhadoras domésticas, rurais e autônomas que se afastaram das suas atividades porque tiveram bebês, adotaram filhos ou sofreram um aborto espontâneo, provocados por risco de vida para a mãe ou estupro, a critério médico.
As trabalhadoras formais solicitam o benefício à empresa e, portanto, recebem o salário pago pelo empregador durante o afastamento. Depois, o governo compensa os empregadores.
O salário-maternidade pago às trabalhadoras que contribuem com INSS é um dos benefícios previdenciários que engrossam as filas de espera de mais de 2 milhões de pessoas que saíram do entorno das agências e foram para dentro dos computadores. São as chamadas filas virtuais.
Protesto contra as filas
Nesta sexta-feira (14), a CUT e demais centrais farão atos contra a fila de espera nas agências do INSS em todo o país, a partir das 9h.
Os sindicalistas vão distribuir panfletos mostrando que o que está acontecendo é consequência da falta de investimentos e má-gestão do governo de Jair Bolsonaro e alertar que a população precisa exigir que os problemas do INSS sejam resolvidos.
A volta das filas no INSS
A volta das filas de espera no INSS coincide com o golpe de 2016, que destituiu a presidenta Dilma Rousseff. Naquele ano, os investimentos em políticas públicas começaram a ser drasticamente reduzidos.
A falta de investimentos começou com o ilegítimo Michel Temer e se agravou com a eleição de Bolsonaro que não investe em tecnologia nem em equipamentos para atender dignamente a população e cortou concursos públicos até para repor os servidores que se aposentaram, morreram ou partiram para outras carreiras. Entre 2016 e 2019, o quadro de servidores caiu de 33 mil para 23 mil.
As filas virtuais são resultado também de má gestão. Com a criação do INSS Digital, a direção do Instituto acabou com o atendimento presencial que, nos casos de baixa complexidade como salário-maternidade, concedia o benefício, em média, em 20 minutos.
“Eles colocaram o pessoal que atendia nos balcões das agências para fazer trabalhos de retaguarda, como se todos os brasileiros tivessem computador em casa e facilidade para usar canais remotos”, critica Vilma Ramos, diretora do Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (SINSSP-SP).
De acordo com a dirigente, “o INSS Digital, a utilização de tecnologia obsoleta e a restrição do atendimento presencial à população nas agências desencadearam a explosão dessa fila virtual de 2 de milhões apenas de pedidos de reconhecimento inicial de direito, ou seja, o primeiro requerimento ou pedido de benefício do segurado, seja de salário-maternidade, aposentadoria, auxilio-doença ou outro”.
Vilma ressalta que a fila de espera é muito maior, pois nesses 2 milhões tão divulgados pela imprensa não estão contabilizados os números de outros serviços, como recurso, revisão e Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), por exemplo.
“São números impressionantes, principalmente porque se trata de pessoas que podem ter nesse benefício a sua única fonte de renda”, disse a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDF), Adriane Bramante, ao Agora S. Paulo, que levantou junto ao INSS o número de mulheres aguardando o salário-maternidade.
Sobre o salário-maternidade:
Quem pode utilizar esse serviço?
A pessoa que atender aos seguintes requisitos na data do parto, aborto ou adoção:
Empregada MEI (Microempreendedor Individual);
Pessoa desempregada, desde que mantenha qualidade de segurado;
Empregada Doméstica;
Empregada que adota criança;
Casos de falecimento da segurada empregada que gerem direito a complemento de pagamento para o cônjuge viúvo.
Duração do benefício:
A duração do Salário-Maternidade depende do motivo que deu origem ao benefício:
120 dias no caso de parto;
120 dias no caso de adoção ou guarda judicial para fins de adoção, independentemente da idade do adotado que deverá ter no máximo 12 anos de idade;
120 dias, no caso de natimorto;
14 dias, no caso de aborto espontâneo ou previstos em lei (estupro ou risco de vida para a mãe), a critério médico.
Exigências
Dependendo da situação do segurado, é necessário ter uma quantidade mínima de meses trabalhados (carência):
10 meses: para quem trabalha por conta própria, é contribuinte facultativo ou é segurado especial (rural)
Isento: para empregados (CLT), empregado doméstico e trabalhador avulso
Desempregados
Quem estiver desempregado no momento do afastamento precisa comprovar a qualidade de segurado do INSS e, conforme o caso, ter cumprido carência de 10 meses trabalhados
Havendo perda da qualidade de segurado, deverá cumprir metade do período da carência, ou seja, cinco meses.
Duração
O período de pagamentos do benefício depende do motivo que deu origem à concessão:
120 dias, nos casos de parto, adoção ou guarda judicial para fins de adoção (o adotado deverá ter no máximo 12 anos de idade)
14 dias, no caso de aborto espontâneo ou previstos em lei.
Para mais informações sobre o salário-maternidade, entre na página do INSS.
Fonte:Marize Muniz/CUT SP
Nota de solidariedade aos estagiários do INSS
O SINSSP (Sindicato dos Trabalhadores da Previdência Social e Seguro Social no Estado de São Paulo) vem a público se solidarizar com os estagiários do INSS referente o não cumprimento na Instrução Normativa nº 213, de 17 de dezembro de 2019, que trata sobre a aceitação de estagiários no âmbito da administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional.
Ainda sobre a IN, os estagiários receberiam um salário maior, cerca de 30% a mais do que era pago, situação que não está sendo cumprida pelo governo e por esse motivo os trabalhadores farão um protesto nesta quarta-feira (12).
O sindicato manifesta total apoio ao movimento dos estagiários que desempenham um papel fundamental e muito importante ao auxiliar os servidores do INSS nas agências dando suporte administrativo e garantindo o funcionamento de serviços essenciais para a população.
Diante do desmonte do serviço público e da destruição da máquina pública para implementar uma política privatista, ação central desse governo, o SINSSP aproveita a oportunidade para convidar todos os estagiários da Autarquia a juntar-se aos servidores públicos no dia 14/02, próxima sexta-feira, para o Dia Nacional de Mobilização contra o desmonte do INSS e fazer parte dessa corrente em defesa do trabalhador e do serviço público.
Fonte:Imprensa SINSSP
Orientações do SINSSP para o Dia Nacional de Mobilizações contra o desmonte do INSS
Caro servidor, o SINSSP, em conjunto com as Centrais Sindicais, está trabalhando para a mobilização e ato no dia 14/02 contra o desmonte do INSS e em defesa do trabalhador do Instituto.
Por esse motivo, o sindicato conta com a sua ajuda para divulgar o ato como também participar das mobilizações no seu local de trabalho no dia 14.
Foi confeccionado diversos materiais de apoio para ser impresso e anexado na sua agência. Confira abaixo cada arte e como ela deve ser usada.
Clique aqui e imprima os cartazes para serem anexados na porta da sua agência e/ou nos guichês de atendimento.
Clique aqui e imprima os cartazes para serem anexados na porta da sua agência e/ou nos guichês de atendimento.
Clique aqui e imprima o folder para ser entregue no dia 14/02 para dialogar com a população.
A luta é de todos nós e essa é a hora! Mobilize-se!
Fonte:Imprensa SINSSP
Comitê em defesa do INSS
Acontece amanhã, 11/02, na OAB Subseção de São Miguel Paulista, às 10h, reunião de organização contra o fechamento das agências de atendimento do INSS da Zona Leste que incluem os postos de Ermelino Matarazzo, São Miguel Paulista e Itaquera e pela reabertura da agência de Guaianases.
Após reunião, confira a matéria nos canais de comunicação do SINSSP.
Fonte:Imprensa SINSSP
Manifesto das centrais sindicais em defesa dos servidores do INSS
As Centrais Sindicais CGTB, CSB, CSP Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical Central, Intersindical Instrumento de Luta, Nova Central, Pública e UGT esclarecem à população que os servidores do INSS em todo o País são vítimas, e não responsáveis, do processo de desmonte imposto ao Instituto pelo governo Bolsonaro.
PROCURE O SEU SINDICATO e ajude na mobilização!
Clique aqui e confira o manifesto na íntegra.
Fonte:Imprensa SINSSP
Atenção servidores - confira os locais com atos confirmados para o dia 14 até o momento
O SINSSP convoca todos os servidores a participarem do calendário de lutas das centrais sindicais com mobilização contra o desmonte do INSS.




Fonte:Imprensa SINSSP
Nota de repúdio à declaração do Ministro Paulo Guedes
O SINSSP (Sindicato dos Trabalhadores da Previdência Social e Seguro Social no Estado de São Paulo) vem a público manifestar repúdio às declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes ao classificar os funcionários públicos como “parasitas” desrespeitando o trabalhador no exercício da sua profissão, dedicando a sua vida ao serviço público.
A declaração de Paulo Guedes foi feita nesta sexta-feira (07), ao comentar sobre a reforma administrativa que o governo Bolsonaro pretende fazer numa palestra na Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no encerramento de um seminário sobre o Pacto Federativo.
É sabido que o plano de governo se baseia no desmonte do serviço público e na destruição da máquina pública para implementar uma política privatista. No entanto, desrespeitar o trabalhador dessa forma e em público configura a falta de caráter, desrespeito e descaso a uma categoria que mesmo enfrentando congelamento salarial, péssimas condições de trabalho, falta de gestão e suporte administrativo garantem o funcionamento de serviços essenciais para a população, como é o caso dos servidores do INSS, por exemplo.
Diante dessa lastimável situação, é preciso a união de todo o funcionalismo público para lutar contra uma política de governo que tem como objetivo destruir os serviços públicos.
Portanto, no dia 14/02, Dia Nacional de Mobilização contra o desmonte do INSS, o SINSSP convoca todos os servidores a participarem do calendário de lutas das centrais sindicais a mobilizar-se contra o desmonte do INSS. Confira nos canais de comunicação do sindicato os locais que terão ato e faça parte dessa corrente em defesa do trabalhador e do serviço público.
Fonte:Imprensa SINSSP
Urgente: novo presidente do INSS anuncia plano emergencial para a Instituição em reunião com as entidades sindicais
SINSSP retorna à Brasília para representar a CNTSS na audiência com o novo Presidente do INSS para dar continuidade na pauta discutida no dia 28 de janeiro.
O Presidente do INSS, Leonardo Rolim, que assumiu a pasta recentemente, no último dia 29 de janeiro, recebeu as entidades sindicais que representam os trabalhadores da autarquia, a CNTSS (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social) e a FENASPS (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social) para dar continuidade à reunião realizada no dia 28 de janeiro. O SINSSP enviou a diretora, Vilma Ramos, como representante da CNTSS.
A reunião, que chegou a ser desmarcada na última segunda-feira (03) e foi reagendada pelo Governo para essa quinta-feira (06), após intervenção das entidades sindicais e de alguns parlamentares na audiência com o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, deu continuidade às pautas abordadas com o ex- presidente do Instituto, Renato Vieira, para os encaminhamentos necessários.
Alguns pontos discutidos na reunião foram: a fila de atendimento do Instituto, condições de trabalho, falta de servidores, contratação de militares da reserva para a Autarquia e CONCURSO PÚBLICO para suprir a saída dos servidores aposentados.
Clique aqui e confira na íntegra a nota conjunta das entidades.
Fonte:Imprensa SINSSP










