Episódio #60 do MEGAFONE traz um giro de notícias sobre a GREVE do INSS
No episódio #60 do Megafone, o canal de Podcast do SINSSP traz o giro de notícias com a atualização da greve e o apagão dos servidores públicos federais do INSS pela pauta específica de reivindicações entregues ao governo. Acompanhe e fique sintonizado com a gente!
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ANED apoia a greve dos trabalhadores do INSS
A Associação Nacional dos Empregados da Dataprev - ANED, vem a público manifestar seu apoio aos trabalhadores do INSS, em greve desde o dia 23 de março, que além da recomposição salarial, luta contra o desmonte da carreira pela terceirização dos serviços, ausência de concursos públicos, fechamento das agências de atendimento presencial do INSS e corte orçamentário.
A ANED entende que os colegas do INSS desempenham papel muito importante na execução de políticas sociais em favor dos cidadãos e que o diálogo com a direção do INSS e do Ministério do Trabalho e Previdência seja mantido no sentido de atender às justas reivindicações dos trabalhadores.
Pelo respeito e o atendimento às necessidades dos cidadãos, pelo zelo com a coisa pública e a distribuição de renda proporcionada por este conjunto, os trabalhadores das Dataprev através desta representação, se solidarizam com a luta dos servidores federais, sobretudo da carreira do seguro social, nosso principal parceiro na execução de serviços para o bom desempenho da seguridade social brasileira.
Amanhã (13) é dia de ASSEMBLEIA!
A Assembleia virtual do SINSSP para atualização dos informes sobre a greve e de todo o apagão que está ocorrendo no INSS é AMANHÃ (13), às 17 horas.
As representações sindicais cumpriram uma agenda extensa desde a realização da última assembleia do sindicato. O Consórcio de Sindicatos dos Trabalhadores da Seguridade Social, da base do INSS, filados à CUT, participou de uma reunião com o novo Ministro do trabalho e Previdência, com o Secretário Especial do Ministério da Economia e com o Presidente do INSS. O Presidente do SINSSP, Pedro Totti, e a diretora Vilma Ramos, tem participado dessas audiências representando o Consórcio.
Brigar por direitos neste Governo não é uma tarefa fácil, disso todos nós sabemos, porém os servidores precisam continuar a GREVE e manter o APAGÃO DO INSS, a mobilização deve ganhar força em toda a categoria porque sem luta não tem vitórias.
Por isso, você, servidor, intensifique o diálogo nos locais e grupos virtuais de trabalho e traga o seu colega que ainda não entendeu o cenário que estamos vivendo e as lutas que estamos travando para dentro do movimento de mobilização.
Vamos à luta!
Faça a sua inscrição para participar da assembleia clicando aqui.
É importante que os servidores acompanhem o site e as redes sociais do SINSSP para ficarem informados e receberem todas as orientações deste processo de movimentação da categoria.
Terceirizados do 135 cruzaram os braços na sexta-feira, 08
Funcionários terceirizados da Central 135, que se localiza no estado da Bahia, suspenderam o trabalho na sexta-feira (08), para protestar contra o não pagamento de salários. Os trabalhadores da Central manifestaram, em Salvador, pela regularização salarial que há seis meses é pago com atrasos.
Segundo o portal G1, o INSS informou que “o atendimento telefônico via número 135 é prestado por três centrais: uma em Salvador, e outras em Recife e Caruaru, cidades pernambucanas. Desta forma, em caso de intercorrência com alguma das centrais, as ligações são automaticamente distribuídas entre as demais para que não haja prejuízos ao atendimento.”
Esta situação é mais uma prova do desmonte que está ocorrendo no INSS, a falta de investimento na infraestrutura do Órgão agora chegou nos terceirizados. Até quando a população vai permitir que a máquina pública seja destruída?
É para evitar que a população sofra as consequências dessa arquitetura destrutiva do Governo que os Servidores Públicos Federais estão em greve/Operação Padrão, e aqui no INSS a mobilização da categoria vem desde o dia 09/03.
Os servidores e a sociedade podem juntos mudar o rumo desse desmonte, para salvar o INSS e lutar pela manutenção de um serviço público de qualidade e que atenda adequadamente os anseios da sociedade. Afinal, a luta deve ser de TODOS!
Fonte: G1 BA
Informe Urgente: Consórcio se reúne com Ministro do Trabalho e Previdência - 06/04/22
O Consórcio de Sindicatos dos Trabalhadores do Seguro Social e da Seguridade Social filiados à CUT se reuniu, de última hora, com o Ministério do Trabalho e Previdência, Secretário Executivo do Ministério e o Procurador do INSS para discutir os desdobramentos da Audiência com o Ministério da Economia, de ontem (05/04) e Pauta específica da categoria. Participaram da reunião a Diretora da Secretaria Geral do SINSSP, Vilma Ramos, e o Diretor de Assuntos Jurídicos do SINDPREV DF, João Torquato, representando o Consórcio. Divulgue a informação e não se esqueça de se inscrever no canal e ativar o sininho para receber as notificações.
Assista aqui:
Live: Saiba o que de fato aconteceu na reunião com o Ministério da Economia
Participaram da reunião a Diretora da Secretaria Geral do SINSSP, Vilma Ramos, e o Diretor de Assuntos Jurídicos do SINDPREV DF, João Torquato, representando o Consórcio de Sindicatos dos Trabalhadores do Seguro Social e da Seguridade Social filiados à CUT.
Mediação da Live: Vera Level - SINDSPREV PB
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Nota: Ex-ministro mente na imprensa sobre situação do INSS
O SINSSP vem em nota repudiar a fala do ex-Ministro do Trabalho e Previdência, Onix Lorenzoni, onde afirma que “estamos [ministro] dando as melhores condições possíveis de trabalho a todos os servidores do INSS, sendo tratados com muito respeito, todos sendo muito valorizados. Nós estamos revisando, reformando, construindo novas instalações, estamos fazendo aquilo que é melhor para que o atendimento possa sempre ser feito aos aposentados e pensionistas com atenção e respeito e com carinho.”
Não é pegadinha do Dia da Mentira, a afirmação foi exibida no dia 29/03/2022 pela TV JP News, no Jornal Jovem Pan News sobre a pauta da mobilização dos servidores do INSS. Há uma semana de greve e de apagão no INSS, o ex-ministro tenta minimizar os reais problemas da Autarquia e relaciona o movimento da categoria à crise política que tenta desgastar a imagem do Governo.
Oniz Lorenzoni só esqueceu de assumir para a imprensa qual foi o seu papel na extensa fila virtual do órgão, que só cresce a cada dia. E as filas aumentam sobretudo pela falta de servidores para fazer essas análises, situação dada pela TOTAL ausência de concursos públicos para repor a mão de obra perdida nos últimos anos, além das metas abusivas que estão deixando muitos funcionários com a saúde mental e corporal comprometidas, bem como pelo fato das agências de atendimento do INSS estarem, em sua maioria, em estado precário e sem verbas para manutenção, que os sistemas corporativos estão desatualizados, ultrapassados e até hoje não foram totalmente preparados para cumprir a EC-103/2019. A internet disponível, em algumas agências, é mais lenta do que a que usamos em nossos celulares, o que dificulta a realização dos trabalhos, que o vencimento base da maioria dos servidores, que segundo Lorenzoni são muito valorizados, estão abaixo do valor do salário-mínimo, e por aí vai, a lista é muito extensa.
Os jornalistas estão convidados a irem até as agências do INSS, para constatarem ‘in loco” o estado de abandono que se encontram, aparelhos de ar-condicionado sucateados e sem manutenção, instalações elétricas obsoletas, falta de equipamentos básicos de segurança, falta inclusive de mobiliário adequado e computadores para que os servidores executem suas tarefas, entre outras mazelas que podem ser constatadas com facilidade. Assim reforçamos nosso convite, visitem os postos de atendimento do INSS e desmascarem as mentiras contadas pelo ex-ministro.
A Instituição que foi criada para reconhecer e conceder os direitos assistenciais e previdenciários do povo brasileiro está, neste momento, vivenciando o ápice do caos criado por esse governo, andando na contramão do que rege o seu dever, servidores maltratados, sem reconhecimento, adoentados por conta de tanta pressão e sem a mínima infraestrutura para trabalhar.
O atual quadro de servidores do INSS está com menos de 20 mil funcionários, pelo menos a metade do número de servidores ativos que havia na instituição há uns 5 anos atrás. Em 2014 o próprio TCU já alertava sobre o desfalque de servidores que ocorreria no INSS e da necessidade de se executar concursos públicos para suprir a futura falta de servidores, mas mesmo com o alerta do Tribunal de Contas da União, quase nada foi feito. O último concurso público realizado para o INSS foi em 2015.
Assim, diante destes problemas estruturais listados acima, o INSS conta hoje com uma triste estatística, contando com mais de 2 milhões de requerimentos dos cidadãos brasileiros paralisados na nuvem da Previdência Social, são pedidos de aposentadorias, pensões, auxílios, benefícios assistências, salário-maternidade, recursos, revisões, atualizações, isenções para Imposto de Renda, entre outras solicitações. Há inclusive a suspeita de que os números divulgados pelo INSS são inferiores a realidade, pois algumas demandas nem estão sendo executadas, por absoluta falta de mão de obra.
De quem é a culpa deste caos instalado? Com certeza não é da população, muito menos dos servidores! A culpa é do Governo e de seus dirigentes!
A precarização das condições de trabalho e da infraestrutura predial e do parque tecnológico do INSS é um projeto de desmonte para tirar da sociedade o que é público e torná-lo privado.
Por estar no meio deste furacão criado pelo Governo que o Servidor Público Federal do INSS está em greve, no apagão total do INSS. Lutar pelos direitos não é querer instaurar crise política ou mostrar que o sindicato está fazendo alguma coisa pelo filiado, a luta é por melhores condições de trabalho, de salário, pela qualidade no atendimento à população e na defesa de uma Previdência Social pública e de qualidade.
Reforçamos que ex-ministro Onix Lorenzoni mentiu descaradamente para a sociedade e escondeu as mazelas da sua gestão à frente do Ministério do Trabalho e Previdência.
Operação Tarrafa e os servidores do INSS
Nos últimos dias o sindicato tomou ciência da Operação Tarrafa, uma ação da polícia federal que cumpriu 36 mandados de busca e apreensão com prisão de alguns servidores do INSS por supostas fraudes ocorridas no Seguro Defeso.
O SINSSP não é contra o combate às fraudes, muito menos contra a punição de servidores que cometem fraudes, mas o sindicato não pode se calar diante dessa ação espetaculosa que prendeu servidores e os expôs publicamente, maculando suas imagens não só como servidores, mas também como cidadãos. Até onde podemos aceitar calados tais ações?
Primeiramente é importante frisar que a Constituição Federal garante a todos os brasileiros o amplo direito de defesa, conforme preceitua um estado democrático de direito. Segundo a constituição é direito de todos os brasileiros e os estrangeiros que aqui vivem:
Art. 5o …
X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;
...
LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;
LVIII – o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei;
...
LXI – ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei.
Diante dos relatos de alguns servidores que foram inseridos na “Operação Tarrafa”, fica claro que a forma de agir dos agentes da PF está em desacordo com o disposto em nossa “Carta Magna” e agem ao arrepio da lei, como se ainda estivéssemos nos tempos da ditadura.
Será que precisaremos lembrar a PF que, neste caso, eles não estão lidando com assaltantes de bancos, nem com traficantes de drogas ou qualquer outro tipo de violadores da lei, mas com servidores públicos federais, investidos de um cargo público, com endereço residencial e comercial conhecidos e que trabalham com sistemas corporativos facilmente auditáveis, não havendo necessidade de ações espetaculosas e que atentam contra a imagem desses servidores e de toda uma categoria.
Se há indícios de fraudes na concessão de algum benefício previdenciário então que façam as devidas auditagens nos sistemas. Por que a necessidade de apreender celulares, computadores e outros documentos? As provas já não eram existentes? Ou será que há apenas ilações de gente inescrupulosa?
Os servidores não são bandidos, se há alguma suspeita de fraude tanto o INSS quanto a PF poderiam apurar as fraudes, sem a necessidade de atentar contra a moral de ninguém e sem ao menos oferecer o direito de defesa. Ou será que mudaram a constituição e todos são culpados até que se prove o contrário?
O pior é o silêncio do INSS e do Ministério do Trabalho e Previdência que, no mínimo, se omitem diante desse atentado contra os seus próprios servidores. Essa administração empurra os servidores para um descontentamento geral, que só reforçam a necessidade de uma greve.
É preciso reforçar que os servidores do INSS são responsáveis pelo atendimento de uma grande parcela da sociedade brasileira, são aposentados, pensionistas, pessoas enfermas e carentes, todas atendidas por esses mesmos servidores que hoje estão expropriados de qualquer direito e marcados pela ilegalidade. A pergunta que fica é: Quem serão as próximas vítimas?
Lembramos que nos últimos anos o INSS vem trabalhando com um número cada vez menor de servidores, com sistemas precários e sem qualquer critério legal para a divulgação de normas e legislações.
Muitas orientações são transmitidas aos servidores através de WhatsApp, Facebook, Telegram, entre outras redes sociais e dos “informes azuis”. Qual a legalidade dessas informações? Será que quem está nos outros programas de gestão também não serão vítimas dessas ordens oficiosas?
Estamos atravessando um momento de muita reflexão, os servidores precisam se conscientizar de que a vida não é apenas cumprir metas e multiplicar a pontuação a todo custo. É necessário trabalhar de forma legal, cumprindo normas e seguindo a legislação.
Como receber o auxílio saúde para planos que não seja a GEAP?
Muitas pessoas se perguntam: como faço para receber o meu auxílio saúde já que tenho plano de saúde, mas que não é a GEAP?
Essa é uma dúvida muito frequente entre os servidores públicos federais. Por isso, o SINSSP desenvolveu um tutorial bem simples e prático com o passo a passo de como requerer o auxílio saúde no SIGEPE.
O endereço eletrônico do SIGEPE para acessar a plataforma é: www.gov.br/servidor/pt-br
Clique abaixo, acesse o tutorial e boa sorte!
RECEBER O AUXÍLIO SAÚDE PARA QUEM TEM PLANO DE SAÚDE (QUE NÃO SEJA A GEAP)
16 de março: dia nacional de luta e mobilização dos servidores públicos
O Ato Nacional de luta e mobilização dos Servidores Públicos Federais acontece nesta quarta-feira, 16 de março, por recomposição salarial, melhores condições de trabalho e contra o desmonte na máquina pública.
Caravanas de várias partes do Brasil irão se concentrar em Brasília/DF, no Espaço do Servidor, às 9 horas, local onde ocorreram as últimas mobilizações e manifestações dos servidores. De acordo com a programação divulgada pelas entidades representativas da categoria, os trabalhadores seguirão em marcha até o Bloco P do Ministério da Economia.
O 16 de março será o dia D para o funcionalismo público, pois se não houver negociação das pautas exigidas pelos servidores públicos federais, os servidores vão iniciar uma greve a partir do dia 23 de março, conforme deliberação das plenárias das federações e confederações que representam os servidores do INSS.
No INSS, a Operação Excelência também deve continuar até que a pauta dos servidores seja atendida. Para participar da Operação é necessário que o servidor produza no máximo 80% da sua meta, respeite os horários de entrada, almoço e saída, sem fazer horas extras e não puxe tarefas ou acesse o sistema nos finais de semana ou fora do expediente. Para saber mais clique aqui.
Vamos juntos virar esse jogo, participe e lute com a gente!










