1º de Maio-SP: Carreatas dos trabalhadores serão solidárias e pedirão Fora Bolsonaro

Ações estão sendo organizadas por todo Estado de São Paulo no período da manhã; participantes irão coletar alimentos e outras doações para famílias em situação de fome.

No próximo sábado, 1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, as centrais sindicais e movimentos sociais organizam carreatas para denunciar a política genocida do governo federal que já tirou a vida de quase 400 mil pessoas no Brasil em decorrência da covid-19.

Em São Paulo, as ações serão realizadas por meio de carros, motos ou bicicletas e estão previstas para o período da manhã, com saídas de diversos pontos do Estado. As carreatas contam com a participação da CUT São Paulo, CTB, Intersindical Central da Classe Trabalhadora, Intersindical Instrumento de Luta, CSP Conlutas e os movimentos sociais e populares que integram as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Entre as bandeiras de luta das centrais e movimentos, estão a defesa da vacinação para todas e todos, o fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde), do auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia, dos empregos, a luta contra a volta das aulas presenciais, a fome e a carestia. Os participantes também são contrários à reforma Administrativa e as privatizações, além de pediram o fim do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL).

“Desde o início da pandemia, um em cada quatro trabalhadores perdeu o emprego em São Paulo e quase 4 milhões tiveram suas situações pioradas. Isso reflete a política desastrosa que tem sido aplicada não só aqui no Estado, mas como em todo o país, por meio de governos que negam condições básicas e de dignidade à população. As políticas econômicas de Bolsonaro e Doria têm fechado fábricas, aumentado a fila do desemprego e, pior, trouxe a fome de volta. Por isso, os atos deste ano pedem mudanças urgentes, além de terem o caráter solidário”, afirma Douglas Izzo, presidente da CUT São Paulo.

Na capital, há atos previstos nas regiões Sul, Leste, Norte, Oeste e Centro, com trajetos passando por diversos bairros (confira abaixo). Faixas também serão espalhadas por pontos estratégicos da cidade, como viadutos e ruas de grande circulação.

Já nas cidades que compõem o ABC Paulista, serão três pontos de concentração. Em Santo André, o ato terá início às 10h, na Avenida Artur de Queiróz, 52, no bairro Casa Branca. Também haverá uma saída no mesmo horário da Avenida Dom Pedro I, 743, no Jardim Novo Horizonte, em Rio Grande da Serra. Os participantes dessas duas carreatas se encontrarão na Avenida Portugal, no centro de Mauá, onde será realizado um drive-thru para arrecadação de alimentos. Já a terceira concentração ocorrerá em São Bernardo do Campo, às 9h, em frente ao Estádio 1º de Maio, na Rua Olavo Bilac, 240. Essa carreata seguirá em direção à Praça da Moça, em Diadema, onde também haverá um drive-thru arrecadando doações.

Também na Grande São Paulo, haverá carreatas na região do Alto Tietê com mobilização nas cidades de Arujá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Poá, que se encontram em Suzano, às 10h, na Avenida Brasil, altua do Parque Max Feffer, e segue até o distrito de Jundiapeba, em Mogi das Cruzes, onde ocorre o encerramento junto com militantes de Mogi que saíram em carreata da região central.

Em Osasco, a concentração dos participantes deve ocorrer às 9h, em frente à unidade local do Sesc, na Avenida Sport Club Corinthians, às 9h. Os trabalhadores e trabalhadoras dos municípios de Barueri e Carapicuíba se unirão a essa atividade.

AGENDA DAS CARREATAS – 1º de Maio 2021

CAPITAL - SP

Zona Leste

CARREATA 1 (São Mateus / Sapopemba / Vila Prudente / Vila Formosa / Tatuapé)

Concentração a partir das 8h30 na Rua Ursa Menor x Avenida Ragueb Chofhi na altura do número 58 - atrás do Atacadista Assaí, com saída prevista para 9h30 em direção à Praça Brasil, no – Conjunto Residencial José Bonifácio, em Itaquera.

CARREATA 2 (Cidade Tiradentes)

Concentração a partir das 9h, na ETC (Avenida dos Metalúrgicos), com saída às 9h30 em direção à Praça Brasil, no – Conjunto Residencial José Bonifácio, em Itaquera.

CARREATA 3 (Guaianases)

Concentração às 9h no DZ Guaianases (Rua Darcilena) de saem em direção à Praça Brasil, no – Conjunto Residencial José Bonifácio, em Itaquera.

CARREATA 4 (Itaquera)

Concentração às 9h no Largo da Matriz (Rua Flores Do Piauí) partindo em direção à Praça Brasil, no – Conjunto Residencial José Bonifácio, em Itaquera.

CARREATA 5 (São Miguel / Itaim Paulista)

Concentração às 9h na Praça Rotary com saída em direção à Praça Brasil, no – Conjunto Residencial José Bonifácio, em Itaquera.

CARREATA 6 (Vila Formosa / Tatuapé)

Concentração a partir das 8h20 na Rua Costureira, altura do número 777, seguem para encontro com militantes de outros bairros na Rua Ursa Menor x Avenida Ragueb Chofhi na altura do número 58 - atrás do Atacadista Assaí, de onde sem juntos às 9h30 em direção à Praça Brasil, no – Conjunto Residencial José Bonifácio, em Itaquera.

Zona Sul

CARREATA 1

Concentração às 9h na Avenida Dr. Ricardo Jaffet, a cerca de 50 metros da Rua Francisco Tapajós, com termino na Rua Vergueiro.

CARREATA 2

Concentração às 9h na Avenida Gentil de Moura (antes da lombada eletrônica), com encerramento na Estrada de São João Clímaco (fazer retorno na Igreja).

Carreata 3 (Santo Amaro)

Concentração às 9h na Avenida Nossa Senhora do Sabará, altura do nº 1.600 (antiga Fábrica Silvania), seguindo até o Cemitério São Luiz (Rua Luis Antônio Verney).

Sudeste

CARREATA 1 (Jabaquara)

Concentração às 9h na Igreja São José (Avenida Engenheiro Armando Arruda Pereira) seguindo até a Rua Fagundes Filho.

Norte

CARREATA 1

Concentração às 9h na Estrada do Sabão (Sacolão), no Jardim Maristela seguindo até o CEI Indir Vila Maria (Rua dos Condoreiros, 400 - Conjunto Promorar - Vila Maria III)

Oeste

CARREATA 1 (Largo da Batata)

Concentração às 9h nos arredores do Largo da Batata (Rua Padre Carvalho), com saída às 9h30, seguindo até a entrada da Comunidade São Remo, pela rua lateral do Mercado Roldão (Rua Baltazar Rabelo).

Centro

CARREATA 1 (Praça do Patriarca)

Concentração 9h na Praça do Patriarca, saída em direção à Prefeitura, onde faz uma parada, encerrando com no Prédio da Hilton Paes, onde a militância do Diretório Zonal do Centro e forças sociais e políticas se somam ao ato da moradia.

Centro Expandido

CARREATA 1 (Mooca)

Concentração às 9:30 na Rua dos Trilhos, seguindo até a Rua Visconde de Laguna, esquina com a Rua Javari – onde encerra a primeira parte do trajeto do local histórico da primeira Greve Operária do Brasil, em 1917, e segue até a Praça da República para encerramento final da carreata.

ABC PAULISTA

Santo André – Concentração às 10h na Avenida Artur de Queiróz, 52, no bairro Casa Branca.

Rio Grande da Serra – Concentração às 10h na Avenida Dom Pedro I, 743, no Jardim Novo Horizonte. Os participantes dessas duas carreatas se encontrarão na Avenida Portugal, no centro de Mauá, onde será realizado um drive-thru para arrecadação de alimentos.

São Bernardo do Campo – Concentração às 9h em frente ao Estádio 1º de Maio, na Rua Olavo Bilac, 240. Essa carreata seguirá em direção à Praça da Moça, em Diadema, onde também haverá um drive-thru arrecadando doações.

ALTO TIETÊ

Arujá - Concentração a partir das 8h, em frente à Escola Estadual Geraldo Barbosa de Almeida, no bairro Mirante

Itaquaquecetuba – Concentração a partir das 8h, na Avenida Presidente Tancredo Neves, próximo à Estação de Itaquaquecetuba, na altura da antiga Secretaria da Educação.

Ferraz de Vasconcelos – Concentração a partir das 9h, na Avenida Jânio Quadro, altura do número 2.191 (Ethernity Motel)

Suzano – Concentração a partir das 10h, na Avenida Brasil, altura do Parque Max Feffer, onde encontra com as carreatas de Itaquá e Ferraz e segue até o Largo da Feira de Jundiapeba, em Mogi das Cruzes.

Mogi das Cruzes – Concentração a partir das 10h, na Avenida Cívica, próximo ao Ginásio Municipal de Esportes, seguindo até o Largo da Feira de Jundiapeba onde encontra as carreatas de Itaquá, Ferraz e Suzano para o encerramento.

Poá - Concentração às 9h30 na Avenida Vital Brasil altura do nº 1.400.

OSASCO/CARAPICUÍBA/BARUERI

Concentração em frente ao Sesc Osasco, na Avenida Sport Club Corinthians, às 9h.

 

Fonte:Redação CUT-SP


Podcast do Sinssp - Megafone

MEGAFONE #09 - anulação da liminar que impedia a posse dos candidatos eleitos para o CONAD

No programa de hoje, sexta-feira (30/04), o SINSSP vai falar da anulação da liminar que impedia a posse dos candidatos eleitos para o Conselho de Administração da GEAP; do alerta de economistas sobre os cortes feitos no Orçamento da União em áreas que já estavam no limite do gargalo e que poderão paralisar o funcionalismo público em 2021, causando o que os especialistas chamam de apagão total da máquina pública. O MEGAFONE também vai falar sobre as comemorações do primeiro de maio. Continue sintonizado no canal de Podcast do SINSSP!


Em SP, Ato Virtual Unificado reúne centrais sindicais e frentes nesta sexta (30)

Atividade será transmitida pelo Facebook e marca a celebração do 1º de Maio de Resistência, Luta e Solidariedade no estado de SP.

Nesta sexta-feira (30), às 17h, a CUT São Paulo junto com as centrais sindicais paulistas: CSP Conlutas, CTB, CUT, Intersindical Central da Classe Trabalhadora e Intersindical Instrumento de Luta e os movimentos sociais e populares que integram as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, realizam um grande Ato Virtual Unificado com transmissão nas páginas de Facebook das centrais, sindicatos e frentes.

A atividade integra as ações unificadas em todo o estado para celebrar o 1º de Maio de Resistência, Luta e Solidariedade. “Aqui no estado de São Paulo construímos uma importante unidade com as centrais e as frentes para que possamos intensificar as lutas da classe trabalhadora e da do nosso povo na defesa da vida, da vacina para todos e todas, do fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde), do auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia, dos empregos, contra a Reforma Administrativa e as privatizações e pelo Fora Bolsonaro, conforme cravamos no texto do Manifesto que será apresentado no ato”, explica Douglas Izzo, presidente da CUT-SP.

Izzo destaca que além dessas bandeiras, as centrais e frentes também reforçam as lutas contra a volta das aulas presenciais, a fome e a carestia devido ao agravamento das crises sanitária e econômica. Diante do aumento do desemprego, ele também reforça a importância das ações de solidariedade entre os trabalhadores e a população se tornam cada vez mais necessárias.

“Por isso, nós da CUT e das centrais e frentes estamos orientando os sindicatos e organizações a realizarem ou participarem de campanhas de solidariedade para arrecadação de alimentos não perecíveis para que possam ser entregues à entidades locais que já realizam ações sociais para que possam entregar às famílias que mais precisam”, comenta.

A atividade virtual nesta sexta (30) terá início com um Ato Ecumênico, com fala de lideranças religiosas e contará com a participação de representantes das entidades organizadoras e convidadas.

Além deste ato unificado, as centrais sindicais e as frentes também organizam carreatas e faixaços na capital paulista e em outras cidades e regiões do estado de São Paulo na manhã de 1 º de Maio (sábado) para chamar a atenção da sociedade para a política genocida do governo federal diante da pandemia da Covid-19 que já causou a morte de quase 400 mil pessoas em todo o país.

As bandeiras da vacinação, defesa do SUS, dos empregos, do auxílio emergencial de R$ 600 reais, contra a reforma administrativa e as privatizações também estarão presentes nas carreatas e nos faixaços.

O SINSSP estará participando das comemorações do 1º de Maio seguindo a agenda da CUT e você pode acompanhar o ato virtual pela página do Facebook do sindicato, clique aqui.

 

Fonte: Redação CUT-SP com informações do SINSSP


Sergio: 1º de Maio é hora de resgatar nossa trajetória de luta e construir unidade

“É momento de refletir, debater com as bases, acumular forças, traçar estratégias aos embates que vêm pela frente. Precisamos derrotar Bolsonaro e as forças políticas que o levaram ao poder e ainda o sustentam”, afirma presidente da CUT.

A data foi estabelecida para celebrar universalmente o Dia do Trabalho em 1889, pela Segunda Internacional Socialista. Foi uma homenagem aos operários assassinados em uma greve dois anos antes na cidade de Chicago, Estados Unidos, que reivindicavam a redução da jornada de trabalho de 13 para oito horas. Eram tempos da primeira Revolução Industrial e do ideário liberal que negava o direito de organização sindical. Eram tempos de intensa exploração do trabalho de homens, mulheres e crianças nas fábricas. Os operários reagiram com a paralisação do trabalho e uma pauta unitária da classe, com redução da jornada para 8 horas, fim do trabalho infantil, descanso remunerado aos domingos, legislação trabalhista. A repressão foi brutal, resultando em confrontos com policiais, mortes e prisão de trabalhadores. Cinco sindicalistas foram condenados à forca, apesar da inexistência de provas.

Passados 132 anos, celebramos o 1º de Maio como Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras. A data ainda é o principal marco mundial de luta da classe trabalhadora, um dia dedicado à memória das lutas passadas para fortalecer as lutas do presente. O mundo do trabalho passou por profundas transformações como resultado das crises do sistema capitalista e de novas fases de acumulação do capital, impulsionadas por inovações tecnológicas e novas formas de organizar a produção e o trabalho. Ao longo desse processo, o movimento sindical se organizou, ampliou as conquistas dos trabalhadores e trabalhadoras e contribuiu, significativamente, para transformar a sociedade. Apesar das lutas travadas ao longo de décadas, nossa sociedade ainda traz marcas profundas do passado escravocrata e patriarcal, como o racismo estrutural que discrimina negros e negras, assim como as mulheres, que são a maior parte de nossa população. A sociedade brasileira continua sendo uma das mais desiguais do mundo.

Assistimos, desde 2008, a uma nova crise do sistema capitalista, agravada agora pela pandemia que se expande em escala global.  A resposta à crise tem sido uma nova ofensiva do capital contra o trabalho, em um contexto de transição da terceira para a quarta revolução industrial. Novas tecnologias – robótica, internet das coisas, inteligência artificial, bigdata, 5G -  são usadas para elevar a produtividade do trabalho, ao mesmo tempo em que são adotadas mudanças na legislação para retirar direitos dos trabalhadores e enfraquecer os sindicatos. Essas mudanças geram novas formas de trabalho, a maioria delas precárias (home office, teletrabalho, trabalho por aplicativo, trabalho intermitente, trabalho temporário), além de aumentarem o desemprego e o trabalho informal.

Do ponto de vista da regulação das relações de trabalho, a resposta da burguesia é não ter jornada definida, não ter seguridade social, não ter direitos trabalhistas nem sindicatos. É uma volta ao auge da primeira Revolução Industrial, a cerca de 160 anos atrás.

Essa nova ofensiva do capital se dá em um país mergulhado em profunda crise, que assume características dramáticas em função do governo Bolsonaro, hoje sustentado por forças de direita e de extrema direita. Movido pelo ideário que combina contraditoriamente neoliberalismo com concepção de mundo negacionista, valores conservadores e autoritarismo, Bolsonaro implementou uma política genocida que transformou o país no epicentro mundial da pandemia e promoveu retrocessos que afetam diretamente a classe trabalhadora, com a retirada de direitos, o aumento do desemprego, a queda da renda, a falta de proteção social e o aumento da fome.

Essa é, com certeza, a pior crise que enfrentamos em nossa história recente e coloca desafios enormes para a classe trabalhadora. O 1º de Maio é o momento de resgatar nossa trajetória de lutas, buscando nela o aprendizado, a energia, os valores e princípios que fortaleçam a esperança de que vamos superar a crise e construir uma sociedade realmente democrática, na qual a classe trabalhadora tenha vez e voz.

O 1º de Maio deve provocar o debate e a mobilização em torno das questões que afetam mais diretamente os trabalhadores e trabalhadoras, como a CUT está propôs para esta semana que antecede o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. Deve também construir a unidade da classe trabalhadora em torno de bandeiras gerais, como a defesa da democracia, da vida, do trabalho e da renda.

O 1º de Maio deve ser o momento para acumular forças, traçar e debater com os trabalhadores e trabalhadoras a estratégia para os embates mais gerais que temos pela frente.  Precisamos derrotar Bolsonaro e as forças políticas que o levaram ao poder e ainda o sustentam.

Queremos uma sociedade de cidadania plena, que não aceita o preconceito e a discriminação de raça, gênero e orientação sexual; que não aceita as desigualdades e assegura emprego, renda e proteção social a todos. Queremos uma sociedade que contesta e coíbe a ofensiva do capital contra o trabalho e não aceita o enfraquecimento dos sindicatos ou a precarização das relações de trabalho. Queremos uma sociedade onde saúde, educação, segurança, cultura sejam asseguradas universalmente, ao lado da preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Essas são as questões que nos unem internamente e dão grande força à CUT.

Não conseguiremos, no entanto, atingir esses objetivos estratégicos sem um arco mais amplo de alianças com setores democráticos da sociedade. O 1º de Maio deve também sinalizar nessa direção.

A união é importante para somar forças na luta e, por esse motivo, o SINSSP estará participando das comemorações do 1º de Maio, seguindo a agenda da CUT, por isso acompanhe os canais de comunicação do sindicato para ficar informado e não esqueça de curtir, comentar e compartilhar as informações para aumentar a rede digital e contribuir para que mais servidores tenham acesso às informações.

 

Fonte: Sérgio Nobre, presidente da CUT, com informações do SINSSP


Eleições GEAP: justiça caça liminar que impedia posse dos candidatos eleitos para o CONAD

A liminar que impedia a posse dos candidatos eleitos para o Conselho de Administração da GEAP foi cassada e a posse dos novos conselheiros já tem data marcada.

O SINSSP vem informar que a Justiça caçou a liminar que impedia a posse dos candidatos que venceram a Eleição da GEAP para o Conselho de Administração (CONAD).

O candidato derrotado, que pedia a impugnação das eleições, teve a liminar caçada pelo próprio Desembargador que havia concedido a liminar a favor do candidato, mas que reconsiderou a sua decisão revogando a liminar na noite da última terça-feira (27).

Dessa forma, a posse do Conselho de Administração (CONAD) está prevista para ocorrer no dia 30/04, sexta-feira, às 14h.

O SINSSP lançou a candidatura da diretora da Secretaria Geral do sindicato, Vilma Ramos, a qual sagrou-se vitoriosa como a candidata mais votada do Brasil. Agora é “arregaçar as mangas” em defesa dos assistidos da GEAP, declarou Vilma Ramos.

O sindicato vai realizar em breve uma assembleia com os servidores do INSS e a GEAP será um dos pontos de pauta para discussão. Sendo assim, o SINSSP convida todos aqueles que lutam pela defesa da GEAP e por planos mais baratos a participarem dessa assembleia.

Em breve, será informado em nosso site a data e o horário, por isso acompanhe os canais de comunicação do sindicato para ficar informado e não esqueça de curtir, comentar e compartilhar as informações para aumentar a rede digital e contribuir para que mais servidores tenham acesso as informações.

Fiquem atentos e vamos à luta!

Veja aqui a composição do Conselho de Administração.

Clique aqui e veja a decisão do desembargador.

 

Fonte: Imprensa SINSSP


Candidatos eleitos para o CONAD da GEAP não tomam posse

Cerca de um mês após as Eleições da GEAP para os Conselhos Fiscal (CONFIS) e de Administração (CONAD), os candidatos eleitos para o CONAD ainda não tomaram posse.

Cerca de um mês após as Eleições da GEAP para os Conselhos Fiscal (CONFIS) e de Administração (CONAD), os candidatos eleitos para o CONAD ainda não tomaram posse. Assista o vídeo e entenda o porquê isso não ocorreu. Não esqueça de se inscrever no Canal, dar seu like nos vídeos e ativar o sininho para receber todas as novidades do sindicato!

 

 

Fonte: Imprensa SINSSP


Máquina pública pode sofrer shutdown com orçamento aprovado para 2021

Economistas alertam que os cortes feitos em áreas que já estavam no limite do gargalo por conta dos enxugamentos feitos por cortes orçamentários poderão paralisar o funcionalismo público em 2021, causando o que os especialistas econômicos chamam de “shutdown” ou apagão total da máquina pública.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou na última quinta-feira (22), o Orçamento da União de 2021 e mais uma vez o seu governo vai privilegiar a política e prejudicar, causar danos ainda maiores na máquina pública.

O cenário é muito preocupante e segundo os dados divulgados pela Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal, em Nota Técnica Nº 47, há um risco aumentado da máquina pública sofrer um apagão e a população sair prejudicada com a falta de serviços gratuitos prestados.

Alguns economistas alertam que os cortes feitos em áreas que já estavam no limite do gargalo por conta dos enxugamentos feitos por cortes orçamentários poderão paralisar o funcionalismo público neste ano causando o que os especialistas econômicos chamam de “shutdown” ou apagão total da máquina pública.

As despesas discricionárias do Poder Executivo, aquelas que são fundamentais para que a máquina pública funcione tais como compra de materiais, diárias, conta de água e luz, limpeza, materiais de escritório, etc, mas que podem ser cortadas no Orçamento anual, atingiram R$ 74,6 bilhões.

Já as emendas parlamentares e despesas não obrigatórias tiveram um corte de R$ 29,1 bilhões entre vetos e bloqueios, porém, o Poder Executivo já encaminhou para o Congresso um PL (Projeto de Lei) de crédito suplementar de R$ 19,768 bilhões, ou seja, na prática os valores vetados serão repostos.

Esse shutdown já vem acontecendo durante o mandato de Bolsonaro, por exemplo, o cancelamento do Censo demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e não vai parar por aí.

Considerando todos os Poderes, as despesas discricionárias prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) ficaram em R$ 84,4 bilhões, e, incluindo as emendas parlamentares, passaram para R$ 101,1 bilhões, conforme os dados divulgados pela nota técnica.

Do orçamento aprovado pelo Congresso que totalizou R$ 49,2 bilhões para emendas parlamentares, Bolsonaro vetou R$ 11,9 bilhões, sendo R$ 10,5 bilhões do relator e R$1,4 bilhão de comissões.

Os ministérios da Justiça e Segurança Pública, Infraestrutura, Comunicações, Meio Ambiente e Turismo tiveram vetos em todas as emendas, somando R$ 2,3 bilhões.

A LOA de 2021 para os gastos não obrigatórios do Executivo é o menor da história do Congresso, segundo os dados levantados pela IFI que também alerta o apagão nos serviços públicos. Veja abaixo a evolução das emendas discricionárias em R$ bilhões.

 

O Ministério da Economia, órgão ao qual o INSS está vinculado, teve o LOA 2021 aprovado no Congresso no valor de R$ 372,30 milhões, porém, teve R$ 22,30 milhões em emendas vetadas, ficando com um total geral de R$ 350,00 milhões.

Confira abaixo os vetos nas emendas do relator-geral da LOA de 2021 por órgão e Valores em R$ milhões:

 

 

Fonte:Fonte: Instituição Fiscal Independente (IFI) com base da LOA de 2021 sancionada com vetos e Correio Braziliense


Podcast do Sinssp - Megafone

MEGAFONE #8 - CGNAD, GDASS individual, Frente Nacional de Prefeitos e vacinação para todos os trabalhadores do INSS

No programa de hoje, sexta-feira (23/04), o SINSSP vai falar de um assunto que está deixando o servidor público do INSS muito preocupado por afetar a sua vida financeira. O INSS apresentou em reunião do Comitê Gestor Nacional de Avaliação de Desempenho uma proposta que modifica a GDASS individual e põe em risco o bolso do servidor. Os dirigentes Deivid Christian, do SINDIPREV-Sergipe, e Antonio Carlos Lima, do SINSSP, são os entrevistados desse episódio para falar desse assunto. O MEGAFONE também vai falar sobre a reunião com a Frente Nacional de Prefeitos que o sindicato participou com a pauta: vacinação para todos os trabalhadores do INSS. Vem notícia boa por aí, continue sintonizado no canal de Podcast do SINSSP!


Confira os informes da reunião com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia

Os diretores do SINSSP, Vilma Ramos e Idel Profeta, participaram da reunião.

A pedido do Secretário Especial Adjunto da Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Adler Anaximandro de Cruz e Alves, a CNTSS foi convidada para tratar em reunião da seguinte pauta: Reestruturação do INSS, Comitê Gestor da Carreira do Seguro Social e Reabertura das agências do INSS. Os diretores do SINSSP, Vilma Ramos e Idel Profeta, participaram da reunião. Assista abaixo:

 

 

Fonte:CNTSS e entidades filiadas


SINSSP participa de reunião com a Frente Nacional de Prefeitos para vacinar servidores do INSS

Vacina para os servidores do INSS, estagiários e terceirizados foi a pauta discutida na reunião com o Secretário Geral da Frente Nacional de Prefeitos.

Vacina para todos os servidores do INSS e para os trabalhadores terceirizados das agências de atendimento foi a pauta discutida na tarde desta terça-feira (20) com o Secretário Geral da Frente Nacional de Prefeitos, Gilberto Perre. O Presidente do SINSSP, Pedro Totti, os diretores Vilma Ramos e Idel Profeta, além dos dirigentes Deivid Christian (SINDIPREV-SE) e João Torquato (SINDPREV/DF) representaram a CNTSS e os seus sindicatos filiados.

Os representantes dos servidores contextualizaram a Frente Nacional de Prefeitos sobre o aumento de casos do novo coronavírus e das vidas perdidas para a doença após a reabertura das agências para o atendimento presencial mesmo com o país no pico de contágio que posteriormente colapsou o sistema de saúde e que o INSS nada fez para proteger os servidores.

As entidades deixaram claro que o objetivo de incluir a categoria no grupo prioritário de imunização contra a Covid-19 não era para furar a fila de vacinação, mas dar proteção mínima aos trabalhadores do INSS que prestam um serviço relevante e essencial à sociedade.

Informaram que uma parte das unidades do INSS estão abertas principalmente para atender os benefícios por incapacidade e assistenciais, atendendo não só os trabalhadores formais, inclusive vítimas do novo coronavírus, como também a população em situação de vulnerabilidade.

Na reunião os dirigentes explanaram sobre o alto índice de contaminação dos servidores por Covid-19, sobre a insalubridade da maioria das unidades do INSS bem como sobre o tratamento não isonômico dado hoje nas agências onde médicos peritos já estão vacinados e os servidores não, mesmo trabalhando no mesmo espaço de trabalho.

Diante do exposto, o Secretário Geral da Frente reconheceu a importância dos serviços prestados pelo INSS por seus servidores e informou que já tinha conhecimento da demanda através do Instituto que informou sobre a sugestão da CNTSS para contactar a Frente.

A Frente Nacional de Prefeitos não só acatou a legitima reinvindicação como também já encaminhou Ofício para o Ministro da Saúde para incluir os servidores do INSS no grupo prioritário do Plano Nacional de Vacinação tendo em vista a natureza das atividades e risco.

O Secretário Geral solicitou aos dirigentes, para dar celeridade ao processo, a dimensão de trabalhadores do INSS nos municípios em que existem prestação de serviços.

Os dirigentes sindicais dos sindicatos filiados à CNTSS já estão solicitando a quantidade de servidores, estagiários e terceirizados que trabalham nas dependências do INSS, presentes em cada município, para atender à solicitação da FNP.

O SINSSP em conjunto com os sindicatos filiados a CNTSS estão empenhados em assegurar o direito dos trabalhadores do INSS serem incluídos como prioritários no grupo de vacinação para preservar a vida não só dos trabalhadores do Instituto, mas também da população que procura os nossos serviços.

Acompanhe o desdobramento dessa pauta no site e nas redes sociais do sindicato. Não esqueça de curtir, comentar e compartilhar as informações para aumentar a rede digital e contribuir para que mais servidores tenham acesso as informações.

Vacina Já para todos os trabalhadores do INSS!

Clique aqui para visualizar o ofício que a Frente Nacional de Prefeitos mandou para o Ministro da Saúde.

 

Fonte: Imprensa SINSSP