DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA, É OU NÃO É FERIADO?

O SINSSP protocolou, na tarde dessa quarta-feira (08), ofício à superintendência regional do INSS, cobrando sobre o comunicado referente ao feriado do Dia da Consciência Negra, no dia 20 de novembro, não abranger o Instituto.

No documento, o Sindicato enfatiza que a data em questão agora é um feriado estadual, sancionado pelo Governador do Estado de São Paulo, por meio da Lei Estadual n.º 17.746, e questiona como ficarão as APS’s localizadas no estado.

O feriado também já foi decretado nos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá e Mato Grosso. Dessa forma, o INSS precisa analisar e levar em consideração que num feriado estadual todos os órgãos públicos estarão fechados, por que somente o INSS ficaria aberto?

Por ser um feriado estadual há diminuição no número de veículos no transporte público, maior espaço de tempo entre trens e metrô, além de várias ruas e avenidas da capital ficarem parcialmente obstruídas com ciclofaixas, dificultando muito o deslocamento dos servidores.

Será que o superintendente não percebe o quão prejudicial é essa situação para os servidores?

Vamos aguardar a devolutiva do superintendente na expectativa de uma resposta favorável aos servidores da Casa.

Leia a íntegra do Ofício clicando aqui.

 


Apagão em São Paulo fortalece críticas aos gestores e à privatização de serviços essenciais e da Sabesp

O descaso da concessionária Enel, que mantém sem energia pelo menos 500 mil imóveis há mais de 64 horas, tem contribuído para fortalecer as críticas à privatização da Sabesp. A entrega do controle acionário da companhia de saneamento básico, que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenta conduzir a toque de caixa, passou a ser ainda mais rejeitada com o caos no estado causado pelo apagão.

O tema foi parar nos trending topic da rede social X (antigo Twitter) nesta segunda-feira (6). Além de criticar a grave situação enfrentada na capital e outras cidades, internautas também apontaram a omissão do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e do governador Tarcísio de Freitas diante da crise que deve se estender até amanhã. Segundo a concessionária, este é o prazo para o fornecimento ser restabelecido por completo após a queda de energia em diversos pontos da capital, do ABC paulista e outros municípios.

Do total de imóveis sem luz, 413 mil estão na capital paulista, segundo a prefeitura. A falta de fornecimento prejudicou ao menos 40 escolas, 12 delas no município. Até o momento, cerca de 1,6 milhão de clientes tiveram o serviço normalizado, de um total de cerca de 2,1 milhões afetados na última sexta (3). A Enel alega que, devido à complexidade do trabalho para reconstrução da rede atingida por queda de árvores de grande porte e galhos, a recuperação ocorre de forma gradual.

Alheio a todos os problemas e prejuízos causados pelo blecaute, Ricardo Nunes participava de evento do UFC São Paulo no camarote do GP de São Paulo de Fórmula 1, conforme postou neste final de semana. A imagem foi recebida com indignação de internautas.

“Não consegui ver a corrida porque estou há 53 horas sem luz”, ironizou um paulista. “A gente no escuro e o prefeito curtindo, meu Deus!!!”, acrescentou outro. “Continuo sem luz senhor Prefeito. Agora sem água para piorar. Geladeira inteira no lixo, um pecado. Real Parque volta quando? Não temos nem para quem perguntar”, disparou um outro internauta.

Parlamentares contestam descaso

O deputado federal e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (Psol-SP), também criticou o chefe do Executivo municipal, que passou o “dia posando no camarote de eventos”, enquanto moradores da capital paulista sofrem com a falta de energia”. Para o parlamentar, há relação entre o descaso e a privatização. A Enel, empresa italiana de energia, foi quem comprou em 2018 a antiga Eletropaulo, empresa pública.

“Comida desperdiçada, prejuízo, comércios prejudicados. Quem vive em São Paulo está sentindo na pele a incompetência monumental da Enel. E pra piorar a situação, enquanto milhares de paulistanos estão há mais de 48 horas no escuro, o prefeito Ricardo Nunes passa o dia posando no camarote de eventos”, criticou a federal Erika Hilton (Psol-SP). Em sua postagem irônica, a parlamentar aproveitou para questionar a opinião dos internautas em uma enquete no formato de uma questão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado ontem (5).

Má gestão na capital e privatização alvo de críticas

O governador Tarcísio de Freitas, que corre contra o tempo pela privatização da Sabesp, também é alvo de questionamentos pela demora no restabelecimento da energia distribuída por uma empresa privada, que adquiriu uma empresa pública. Desde 2019, a Enel já reduziu cerca de 36% de seus funcionários, somando terceirizados e contratados. “Com a emergência climática que infelizmente nos assola, o caminho deveria ser o contrário: o de fortalecimento e capacitação dos profissionais e da estrutura da rede”, observou o mandato da deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP).

A forte chuva de sexta, acompanhada de ventos de 100 quilômetros/hora afetaram também outras cidades do estado de São Paulo, causando ao todo sete mortes. Na capital, duas pessoas foram vítimas de queda de árvore sobre os veículos na avenida Eduardo Sabino de Oliveira, na zona leste. De acordo com a prefeitura, há ainda 125 árvores caídas que precisam ser desenergizadas para que as equipes possam fazer o trabalho de remoção. Ricardo Nunes alegou que a gestão tem feito podas constantes e que as chuvas de sexta atingiram até “árvores saudáveis”.

No entanto, especialistas afirmam que a prefeitura poderia ter agido para amenizar o impacto da ventania. É o caso do manejo adequado de árvores e o enterramento dos cabos de energia e comunicação. E, mais do que isso, poderia adequar a cidade ao contexto de emergência climática, como avaliou a engenheira-civil e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) Denise Duarte ao jornal Folha de S. Paulo.

Especialista em adaptação das cidades à mudança climática, Denise comenta que a questão não tem sido priorizada pela gestão Nunes. O próprio debate sobre a revisão do Plano Diretor de São Paulo tratou superficialmente o problema e a atual discussão da Lei de Zoneamento segue na mesma direção. “Isso definitivamente não foi colocado em pauta”.

 


Vem ai o seu SINDICATO NACIONAL

SINSSP agora é SINSSP-BR, único e exclusivo dos servidores da Carreira do Seguro Social. Participe e faça parte do seu Sindicato Nacional.

Assista a seguir:

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Recado do presidente do SINSSP aos filiados

Assista a seguir um recado importante do Presidente do SINSSP, Pedro Totti, a todos os filiados.

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Episódio #139 do MEGAFONE - Servidores da Carreira do Seguro Social ganham um Sindicato Nacional

No episódio #139 do MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP fala de um assunto muito importante que vai mudar o futuro da categoria, o nascimento de uma nova representação, única e exclusiva, para os servidores da Carreira do Seguro Social. Venha saber todos os detalhes. Fique sintonizado com a gente!

Para ouvir no Spotify clique abaixo:

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No Podcasts do Google: clique aqui para ouvir episódio do MEGAFONE

Pelo RadioPublic: clique aqui para ouvir.

Continue sintonizado no MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP!

ATENÇÃO: você pode ouvir o episódio #139 do MEGAFONE pelos links acima, direto nas plataformas de streaming. Se a plataforma escolhida solicitar login, efetue o seu cadastro escolhendo logar pelo Facebook, Google ou e-mail e pronto, sua conta está criada, é fácil! Depois, só localizar o MEGAFONE, seguir o canal e ouvir os episódios.

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Sindicato Nacional já!

Os servidores da Carreira do Seguro Social estão cansados do atual modelo de representação e buscam uma nova forma de organização, mais moderna, forte, única e exclusiva da categoria.

Desta forma, a Frente de Servidores da Base do Seguro Social procurou o SINSSP (Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no estado de São Paulo) com o objetivo de unir o movimento com o sindicato e transformá-lo numa Entidade Nacional, para representá-los nacionalmente e de forma exclusiva os servidores, ativos e aposentados, da Carreira do Seguro Social.

Chegou a hora de dar um start e reverter a luta da categoria para um movimento único e com representação exclusiva dos servidores públicos federais da Carreira do Seguro Social. Venha fazer parte dessa história e ser o protagonista da luta, agora exclusiva e única da Carreira do Seguro Social.

Clique aqui e FILIE-SE agora mesmo ao SINSSP, o seu SINDICATO NACIONAL.

Para entender melhor a importância da criação de uma entidade nacional e do porquê da escolha do SINSSP, Clique aqui e leia na íntegra a carta convite aos servidores da Carreira do Seguro Social.

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Novidades: Prova de vida digital está disponível no SOUGOV

Atenção servidores federais aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis, a partir de outubro, haverá mais uma facilidade para a realização da prova de vida digital: o reconhecimento facial.

A nova funcionalidade do aplicativo SOUGOV.BR para efetivar a prova de vida digital é feita via a captação da imagem do rosto do beneficiário num processo muito muito simples e fácil, pois é preciso apenas enquadrar a sua face na área tracejada que aparece na tela do celular quando acessar o App.

Para esta modalidade, o beneficiário precisa ter a sua biometria cadastrada no TSE ou no DENATRAN, ter conta e validação no aplicativo GOV.br, além de ter instalado no seu aparelho celular os aplicativos SOUGOV.BR e GOV.BR.

A opção de comprovar que o servidor federal aposentado, pensionista e anistiado político civil está vivo também continua sendo válida por meio do aplicativo GOV.BR e presencialmente pelo banco.

É possível acompanhar no próprio aplicativo o status da sua prova de vida digital. É só clicar no ícone da “Prova de Vida”, em Autoatendimento, para saber se a sua situação está regular, pendente ou em atraso.

A Prova de Vida dos servidores federais aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis é anual e obrigatória. Ela deve ser feita a partir do primeiro dia e durante todo o mês correspondente ao aniversário do beneficiário.

Fique atento aos prazos e evite que o seu pagamento seja suspenso por falta da comprovação de que está vivo.

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Episódio #138 do MEGAFONE - Projeto prevê dia de luta para comemorar a democracia brasileira

No episódio #138 do MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP fala sobre uma proposta que prevê a criação de uma data para celebrar um dia de luta pela democracia brasileira, uma iniciativa que poderia ser adotada pelo sistema educacional. Para falar deste assunto trouxemos o professor titular da USP, Renato Janine Ribeiro. Fique sintonizado com a gente!

Para ouvir no Spotify clique abaixo:

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Pelo RadioPublic: clique aqui para ouvir.

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Colaboradores e Prestadores de Serviços da GEAP denunciam Gestão do Podemos na operadora – PARTE I

A partir de hoje o SINSSP trará a público as inúmeras denúncias que tem recebido ao longo dos últimos meses sobre a atual gestão da GEAP.

Não é de hoje que o SINSSP vem recebendo reclamações graves em seus canais de atendimento envolvendo o comando da GEAP. Desde maio último, tais denúncias se intensificaram, trazendo informações sobre supostos “desmandos” da gestão da atual Diretoria Executiva comandada pelo Sr. Douglas Vicente Figueredo, indicado e apadrinhado político da Deputada Federal Renata Abreu, do Podemos.

Durante  os últimos meses  o corpo jurídico deste Sindicato analisou denúncias de todas as espécies que vão do aparelhamento da GEAP por correligionários do Podemos (vide matéria “ GEAP  vira cabide de emprego do PODEMOS) até denúncias anônimas informando suposta extorsão sofridas por prestadores com cobrança de “pedágio” de 25%  para  liberação de pagamento.

Há também denúncias de recontratação de empresas de grupo familiar de prestador investigado em vários processos criminais de corrupção com recursos da saúde, inclusive sendo alvo da operação Falso Negativo no GDF, CPI da Covid. As denúncias apontam que há de igual modo a contratação milionária de empresa acarretando na demissão de vários profissionais qualificados e de anos de dedicação e de serviços prestados à GEAP. Esse é o quadro geral de algumas possíveis irregularidades.

Segundo informações de colaboradores e ex- colaboradores da GEAP de todo o Brasil, a gestão do Podemos na GEAP coloca em risco a própria sobrevivência da operadora.

Diante das informações e reclamações que chegam a todo o tempo, a Diretoria do SINSSP resolveu tornar público não só as denúncias recebidas como também acionar os órgãos de controle e fiscalização competentes para que tudo seja devidamente apurado. Igualmente será formulado pedido de audiência com o Governo Federal para tratar destas gravíssimas acusações.

A GEAP é um patrimônio do servidor público, sustentada pelos beneficiários e seus familiares. Não podemos admitir possíveis maus feitos com o dinheiro dos geapianos e geapianas.

ABAIXO TRANSCRIÇÃO DA PRIMEIRA DENUNCIA:

 


INSS precisa de servidores valorizados, antes de falar em trabalho 100% presencial

O SINSSP vem manifestar o seu repúdio diante da fala do Ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, que afirmou nesta terça-feira (24), em audiência na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, que a meta para 2024 é colocar 100% dos servidores do INSS trabalhando de forma presencial nas agências.

O sindicato não é contra o modelo de trabalho presencial, mas dar fim ao trabalho remoto do Instituto só valida o fato de que o ministro desconhece a funcionalidade do INSS. A maioria das repartições públicas federais hoje funciona de forma hibrida e vários órgãos têm adotado o trabalho remoto em suas áreas.

O mundo do trabalho intensificou o trabalho remoto durante o terrível momento de pandemia da Covid-19, e embora o experimento tenha acontecido num período tão triste e sombrio de nossas vidas, na oportunidade empregadores e trabalhadores puderam experimentar e colher os resultados que essa modalidade de trabalho oferece para ambos.

No INSS, é impossível trabalhar com a tese de retirar 100% dos servidores que estão na modalidade remota e trazê-los para o atendimento presencial nas agências. Vários fatores comprovam que essa ideia é a pior dentro das possibilidades de recuperação do Instituto, da diminuição das filas e na agilidade com o serviço que será prestado à sociedade.

Podemos afirmar que há diversos problemas para serem resolvidos antes de se falar em trabalho 100% presencial, destacamos três deles: primeiro, as agências do INSS hoje não comportam a quantidade de servidores que estão no remoto; segundo, o Instituto não tem equipamentos suficientes para todo o efetivo presente na Casa; terceiro, a internet oferecida para a realização das atividades é extremamente ruim e lenta.

Aqui listamos apenas o básico dos problemas que o INSS vem sofrendo há anos e, na verdade, o que o ministro está propondo só vai aumentar ainda mais a fila que já existe e o stress dos servidores, pois o atendimento presencial sem as mínimas condições de trabalho vai gerar muitos atritos entre o público e os servidores.

O SINSSP vai questionar o ministro e propor outras alternativas que, de fato, contribuam para a recuperação do órgão. Por exemplo, contratar o cadastro de reserva do concurso realizado em 2022 e colocar esses novos servidores para atender nas agências.

De fato, existe uma população muito carente que não tem acesso à internet ou que tem dificuldades em acessá-la e elas precisam ser atendidas de forma humanizada. Mas, não necessariamente tirando os servidores que estão no trabalho remoto e que produzem muito mais trabalhando de casa do que trabalhando presencialmente (mesmo sem qualquer ajuda financeira do INSS para bancar a infraestrutura usada em casa).

Há outros gargalos dentro da previdência como a fila de revisão e recurso que precisam ser resolvidos. Por isso, é preciso realizar um estudo minucioso de demanda antes de lançar a proposta de trazer 100% os servidores para o trabalho presencial. O INSS não comporta a volta de todos eles e não tem infraestrutura suficiente para oferecer aos servidores e à população.

O problema do INSS não se resume nas filas, o Ministro precisa se atentar às condições de trabalho impostas aos servidores que precisam alcançar metas absurdas, trabalhar muito além da carga horária prevista para dar conta dos processos e metas, sem infraestrutura, com salários defasados, sem abertura para discutir um plano de carreira digno para a categoria.

Não adianta arrumar a casa de fora para dentro, mas o inverso. Sem servidores valorizados não haverá previdência social digna e que funcione adequadamente para a população.

A realidade atual dos servidores é muito dura, salários defasados, servidores desvalorizados, endividados, sem voz, cansados e frustrados com a carreira que não avança. Isso precisa ser mudado para que a previdência cumpra o seu papel.

O SINSSP está de olho nas movimentações do Ministério da Previdência e irá cobrar do ministro um posicionamento sério, coerente e reafirmamos que antes de se falar em trabalho 100% presencial será preciso corrigir as falhas existentes dentro do INSS, além do que os servidores merecem e cobram respeito.