CUT-SP e sindicatos promovem atividades de celebração e reflexão ao Novembro Negro

A CUT-SP promove e participa, ao lado de sindicatos e movimentos populares, de diversas atividades para refletir o Novembro Negro. Na agenda, estão previstas a realização de debates, intervenções culturais e atos por todo o estado de São Paulo.

O Novembro Negro, ou Mês da Consciência Negra, é uma referência à morte de Zumbi dos Palmares, escravizado que se tornou líder do Quilombo dos Palmares, ao lado de sua companheira Dandara, e que foi assassinado em 20 de novembro de 1665.

Todos os anos, os sindicatos CUTistas em todo o estado organizam atividades em suas bases de trabalhadores e trabalhadoras. Neste ano, ainda por conta dos casos de covid-19, parte das ações irá ocorrer no ambiente virtual.

Já a tradicional Marcha da Consciência Negra, no 20 de novembro, estará nas ruas incorporando a pauta pelo Fora Bolsonaro. Na capital, a 18ª edição do evento será na Avenida Paulista, com concentração às 13h, em frente ao Masp (Veja na agenda abaixo os atos em outras cidades).

Apesar de não existir uma lei estadual, no dia 20 de novembro está decretado feriado em 106 cidades, além da capital paulista.

Antes disso, no dia 18 de novembro, próxima quinta-feira, a CUT-SP realiza panfletagem e diálogo com a população no centro de São Paulo. Na ocasião, será lançado o jornal temático da Central sobre o mês de luta, com textos que abordam os 18 anos da Lei de Cotas (12.711/12), a violência e o genocídio, o mercado de trabalho e as consequências da pandemia à população negra. A publicação também trará nomes de mulheres e homens negros que se destacaram nas diversas áreas de atuação.

Veja abaixo o calendário das ações pelo estado de São Paulo. A agenda será atualizada constantemente e, com isso, pode sofrer alterações nas datas e horários das atividades.

São Paulo

Dia 18 – 9h

Panfletagem da Consciência Negra da CUT-SP – às 9h na Praça do Patriarca –p centro de SP.

Dia 20 - 13h

18ª Marcha da Consciência Negra na Avenida Paulista. A CUT-SP terá um caminhão com várias intervenções políticas e culturais durante a marcha. A concentração será às 13h na em frente a estação MASP do metrô. Haverá caminhada até o Teatro Municipal no centro de São Paulo.

Dia 26 - 10h

Live da Consciência Negra da CUT-SP em parceria com a Secretaria da Mulher Trabalhadora.

Guarulhos

Dia 17 - 17h30

Live da Subsede da CUT Guarulhos com Marilândia Frazão e Júlio Santos.

Dia 20 – 8h30

16ª Marcha da Consciência Negra de Guarulhos

Concentração no Centro de Guarulhos, com o seguinte trajeto: Nossa Senhora Mãe dos Homens Pretos, av. Esperança, Praça Getúlio Vargas, rua Luiz Gama, Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos encerra na Mancha da D. Pedro. Depois o grupo seguirá para a Marcha da Paulista.

Campinas

Dia 17 - 18h

Atividade da subsede da CUT Campinas - Leitura teatral – Somos todos Racionais

Rua Ferreira Penteado, 46, no Centro de Campinas (participação mediante inscrição)

Sorocaba

Dia 20 – 11h

Marcha Preta Sorocaba – Concentração na Capela João de Camargo com saída rumo ao Fórum velho.

 


CNTSS/CUT participa de ação junto ao STF para defender trabalhadores da saúde contra ADI de Bolsonaro que pretende derrubar Lei nº 14.128

A CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social estabeleceu parceria com a ISP – Internacional dos Serviços Públicos contra a ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 6.970 impetrada pelo governo Bolsonaro junto ao STF – Supremo Tribunal Federal contra a Lei nº 14.128, de março último, que define a compensação financeira de R$ 50 mil aos profissionais da saúde incapacitados em virtude da contaminação pelo Covid-19, medida que beneficia também aos familiares de profissionais falecidos.

Uma importante vitória foi conquistada a partir do parecer favorável da ministra do STF, Carmem Lúcia, ao pedido interpelado pela ISP e a CNTSS/CUT de ingresso na presente ADI como “amici curiae”, termo em latim que significa “amigo da corte” ou “amigo do tribunal”, que na figura jurídica designa “uma instituição que tem por finalidade fornecer subsídios às decisões dos tribunais oferecendo-lhes melhor base para questões relevantes e de grande impacto”. Trocando em miúdos significa a possibilidade da participação formal das entidades junto à Corte no debate sobre a ADI para defesa dos interesses dos trabalhadores.

A decisão assinada pela ministra que garante a legitimidade das entidades no que se refere à temática objeto da ADI nº 6.970 expõe que “é indubitável a representatividade das requerentes, que congregam a mais expressiva representação de trabalhadores e de trabalhadoras nas áreas da saúde e de serviço público, mostrando-se legitimadas para a interlocução institucional acerca das questões relacionadas ao mundo do trabalho, à defesa de direitos sociais e, especialmente, à proteção da saúde e da dignidade das pessoas que trabalham”.

Entenda o caso

Bolsonaro vem travando um braço de ferro contra Lei nº 14.128, que beneficia o trabalhador vítima de Covid-19. O governo tentou vetar integralmente a proposta alegando “contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade”. Porém o veto foi derrubado pelo Congresso Nacional. Como segunda alternativa, Bolsonaro ingressou no STF com a referida ADI para tentar derrubar a lei que foi obrigado a promulgar justificando que o Congresso “tinha a obrigação constitucional de apreciar, de modo específico, os impactos financeiros da medida, bem como de prover medidas de compensação permanentes para a cobertura das novas obrigações criadas pela lei, requisitos que não foram cumpridos durante a tramitação legislativa, o que compromete a legitimidade constitucional do diploma”.

Quando da apresentação da ADI por Bolsonaro, a CNTSS/CUT, por meio de sua secretária de Comunicação e também secretária adjunta de Finanças da CUT, Maria Godoi de Faria, concedeu entrevista ao site da Central expondo o absurdo da medida tomada pelo Executivo Federal contra estes trabalhadores que desenvolvem suas funções em uma situação de altíssimo risco em virtude da pandemia. Para ela, é inegável a responsabilidade do Estado sobre estes trabalhadores e suas famílias.

“É um absurdo Bolsonaro tratar o sofrimento dos trabalhadores como uma questão financeira. O Estado tem recursos para emendas parlamentares, para garantir apoio ao governo. Como agora Bolsonaro diz que não tem recursos para essa questão tão fundamental? É questão de justiça e prioridade que valores sociais e humanitários sejam revistos”, afirma a dirigente.

São beneficiadas pela Lei nº 14.128 as categorias de profissionais de nível superior reconhecidos no CNS - Conselho Nacional de Saúde; profissionais de nível técnico vinculados à área de saúde; agentes comunitários de saúde ou de combate a endemias, que tenham feito visitas domiciliares durante a pandemia; e aqueles que, mesmo não exercendo atividades-fim de saúde, ajudam a operacionalizar o atendimento.

Além da inclusão da ISP e da CNTSS/CUT, o parecer da ministra Carmem Lúcia incorpora também como “amici curiae” a CNTS - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, a FNE - Federação Nacional dos Enfermeiros, PSOL - Partido Socialismo e Liberdade e a CUT - Central Única dos Trabalhadores – CUT.

Lei nº 14.128, de 26 de março de 2021

Integra da decisão da ministra Carmem Lúcia

 


Projeto de lei pode tornar INSS o único gestor do RPPS

Um projeto de lei complementar foi encaminhado pelo governo Bolsonaro ao Congresso Nacional instituindo o INSS como órgão único para a gestão do regime previdenciário dos servidores públicos federais, o RPPS (Regime Próprio de Previdência Social).

O projeto despachado foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta quinta-feira (11), e atende um dispositivo da reforma previdenciária (EC nº 103/2019) que estabelece à União um prazo para a implementação de um órgão ou entidade para cuidar exclusivamente da previdência dos servidores. O cumprimento dessa norma deverá ser feito neste mês.

De acordo com a proposta encaminhada pelo governo, o INSS será o único órgão responsável pela gestão do regime próprio de previdência social da União incluindo, dessa forma, a administração pública federal direta, autarquias, fundações públicas, Poder Legislativo, Poder Judiciário, Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União. Tanto os servidores públicos federais (os segurados) como também os seus beneficiários, os aposentados e pensionistas, estarão na carta de novos “clientes” do Instituto.

Em nota, a Secretaria Geral da Presidência informou ao site ‘Agência Brasil’ que “a escolha pelo INSS tem papel estratégico na decisão, uma vez que o instituto possui grande experiência na gestão previdenciária do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e executa a aposentadoria dos seus próprios servidores - o que corresponde a aproximadamente 28% da Administração Indireta do Poder Executivo Federal”, explicou.

A nota também diz que a medida visa desburocratizar e simplificar, reduzindo os custos com a gestão previdenciária (pagamentos de aposentadorias e pensões) dos servidores públicos federais da União.

O projeto de lei complementar também vai criar colegiados podendo ter a participação de outros beneficiários como também dos Poderes para supervisionar a gestão do INSS para o RPPS no Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria-Executiva.

Para o SINSSP, esse projeto de lei complementar vai mudar radicalmente algumas relações com os aposentados. O sindicato vai estudar a questão e publicará uma nota assim que o assunto for debatido internamente pela direção.

 


Qualidade de Vida e Envelhecimento Ativo: Por que a pessoa idosa sente menos sede?

No vídeo dessa semana da Qualidade de Vida e Envelhecimento Ativo, projeto do SINSSP, a Professora Rose (SABE) vai falar pessoa idosa sente menos sede? E por que na melhor idade os idosos sentem menos sede. Vamos conferir?

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LIVE: Você sabia que a sua aposentadoria está no INSS?

Hoje tem LIVE com a participação da diretora da pasta secretaria geral do SINSSP, Vilma Ramos, às 15 horas, com o tema "Você sabia que a sua aposentadoria está no INSS?". Não perca!


Câmara aprova PEC do Calote frente a ação do STF em frear o orçamento secreto

A PEC do Calote (PEC23/21) foi aprovada na Câmara dos Deputados, em segundo turno, nessa terça-feira (09) com 323 votos a favor, 172 contra e uma abstenção. Embora o STF tenha tentado frear a aprovação desse absurdo formando maioria pela suspensão de emendas de relator com o chamado “orçamento secreto”, as expectativas foram “ralo abaixo” e os parlamentares, em sua maioria, votaram sim à Proposta de Emenda à Constituição.

A PEC dos Precatórios permite que o pagamento dos precatórios (as dívidas judiciais devidas pela União) seja postergado dando um calote nas pessoas que já esperam há anos pelo pagamento de valores reconhecidos pela justiça através de ações ganhas como é o caso de servidores e aposentados que deveriam receber os seus direitos no ano que vem.

Com a Emenda, o governo federal deverá usar a quantia de cerca de R$ 83 bilhões do orçamento de 2022 para garantir o pagamento do programa que será usado como carro chefe para as eleições do próximo ano, o Auxílio Brasil, que nasce com data de encerramento já pré-definida, dezembro de 2022.

Dos oito destaques apresentados para votação, apenas um passou e essa aprovação foi o único ponto de derrota para a base governista. Esse destaque aprovado retira da União a permissão para mexer na chamada “regra de ouro” por meio de lei orçamentária.

Regra de ouro

A regra de ouro determina que o governo peça autorização ao Congresso para adquirir novas dívidas e pagamento de despesas correntes, como por exemplo, os salários, aposentadorias e benefícios previdenciários.

O Congresso ao aprovar a PEC do Calote visa quebrar a regra de ouro para financiar o orçamento secreto, esclareceu a deputada Erika Kokay (PT-DF) ao site PT na Câmara. “Aqui não está se discutindo quebrar a regra de ouro para poder estimular e fortalecer a educação, a saúde, a segurança, as políticas públicas. Aqui não se discute isso. Os parlamentares não têm coragem de assumir, mas está explícito que lutam para terem acesso ao orçamento clandestino e trocam ou acabam com o Bolsa Família por um auxílio que vai durar até o final do ano. É um escândalo o que está acontecendo nesta Casa. É corrupção pura”, denunciou Erika Kokay.

Criação de um mercado paralelo

A PEC dos Precatórios poderá criar um mercado paralelo por meio da antecipação de precatórios, autorizar o pagamento por meio de concessões a terceiros, venda de ações de empresas públicas e direitos em contratos de partilha de petróleo conforme explicou o deputado Enio Verri (PT-PR) ao site PT na Câmara.

Para Verri, “Cria-se um mercado paralelo de alta lucratividade, porque afinal de contas terá um deságio de no mínimo 50%. Quando foi anunciada aqui a possibilidade de se aprovar a PEC 23, o deságio chegou a 70%”, denunciou. De acordo com o parlamentar “o que está na essência da PEC dos Precatórios é a criação de uma oportunidade de não pagar àqueles que têm direito, não honrar o compromisso que, por decisão do Supremo Tribunal, exige.”

Folga no orçamento com o teto de gastos

A matéria aprovada pela Câmara também limita as despesas com os pagamentos dos precatórios enquanto durar o regime do teto de gastos que tem validade até o ano de 2036. Segundo análise do site PT na Câmara, “para o próximo ano, esse limite será encontrado com a aplicação do IPCA acumulado ao valor pago em 2016 (R$ 19,6 bilhões). A estimativa é que o teto seja de quase R$ 40 bilhões em 2022. Pelas regras atuais, dados do governo indicam um pagamento com precatórios de R$ 89 bilhões em 2022, frente aos R$ 54,7 bilhões de 2021.”

Como os partidos votaram na PEC do Calote

A votação na Câmara dos Deputados em primeiro turno aprovou a PEC dos Precatórios com 312 votos contra 144. Já nesta terça-feira a base governista conseguiu 15 votos a mais e ganhar com folga os 308 votos necessários para aprovar a Emenda.

As bancadas dos partidos políticos que votaram SIM na PEC do Calote foram: PSL, PL, PP, PSD, PSDB, Republicanos, Democratas, Solidariedade, PSC, Pros, PTB, Avante, Patriota, Maioria e Governo. E os que votaram NÂO foram: PT, PSB, MDB, PDT, Podemos, Novo, PCdoB, Psol, Cidadania e Minoria.

A proposta segue para discussão e votação também em dois turnos no Senado.

Para conferir como votou cada deputado na sessão de ontem acesse o site da CUT/SP clicando aqui.

 


6 dos 10 ministros do STF votam pela suspensão de pagamentos do 'orçamento secreto'

Seis dos dez ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram pela manutenção da liminar da ministra Rosa Weber que suspendeu as emendas de relator, conhecidas como "orçamento secreto", liberado por Jair Bolsonaro às vésperas da votações de seu interesse, como é o caso da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, também conhecida como PEC do Calote, que tira dinheiro de aposentados e pensionistas que ganharam ações na Justiça para colocar de pé um projeto eleitoreiro, o Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família.

Seguiram o voto de Rosa Weber, que impede liberação de recursos em troca de apoio parlamentar, a ministra Cármen Lúcia e os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes.

Os ministros também votaram para que sejam adotadas medidas de transparência em relação à execução desses recursos.

De acordo com Rosa Weber, o orçamento secreto carece de transparência quanto às emendas de relator, instrumento criado pelos parlamentares com o objetivo de enviar dinheiro às bases eleitorais. O caso começou a ser analisado pelo STF depois que o PSB, PSOL e Cidadania entraram com representações na Corte.

A votação no STF foi aberta a zero hora desta terça-feira (9) e segue até as 23h59min da quarta-feira (10). Ainda faltam votar os ministros Kássio Nunes Marques, indicado por Bolsonaro, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux, presidente do STF.

Os partidos políticos questionaram o orçamento secreto especialmente após a aprovação em primeiro turno da PEC nº 23/2021, PEC do Calote, na semana passada. Há informações de que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) teria liberado cerca de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares aos deputados que disseram sim à medida.

Rosa Weber suspendeu o pagamento das emendas e deu prazo de 24h, contados a partir da noite deste domingo (7) para que Lira explique as condições da votação.

Auxílio sim, calote não!

Outra forma de pressionar o Congresso a não aprovar a PEC em segundo turno é a plataforma “Na Pressão”. Por meio dela é possível enviar mensagens diretamente aos parlamentares cobrando voto contrário à proposta.

 


comunicação com pessoas com deficiência auditiva ou surdas

Como devo me comunicar com pessoas com deficiência auditiva ou surdas?

As pessoas com deficiência auditiva ou surdas enfrentam grandes problemas no dia a dia por conta das dificuldades que as outras pessoas têm em lidar com essas situações. Isso ocorre porque a sociedade não é ensinada para conviver com essas deficiências.

Existem diferenças entre um deficiente auditivo e uma pessoa surda e pode parecer confuso ou complicado manter uma comunicação com essas pessoas, mas com muita paciência, dedicação e clareza é possível manter uma comunicação com elas.

Dessa forma, o SINSSP preparou uma cartilha para ajudar na compreensão de como se comunicar com esse público. A seguir você vai aprender algumas dicas para facilitar essa comunicação com pessoas que possuem deficiência auditiva ou as que são surdas.

 

Cartilha_ Como devo me comunicar com uma pessoa com deficiência auditiva ou surda

 

Fonte: ADAP (Associação dos Deficientes Auditivos, Pais e Amigos)

 


Clube Certo SINSSP: solução para quem precisa de reparos no carro, venha conferir

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Plenária Nacional contra a PEC 32

As centrais sindicais convocam todos os trabalhadores e trabalhadoras para a Plenária Nacional contra a PEC 32, que ocorrerá no sábado (13), das 8h30 às 13h, pela plataforma Zoom.

As mobilizações contra a Reforma Administrativa continuam por todo Brasil. Temos que intensificar a luta contra a Proposta que é um ataque frontal aos serviços públicos, como saúde e educação, e que vai atingir sobretudo os mais pobres.

Vamos derrotar a PEC 32, Bolsonaro, Mourão, Guedes e todos que exploram e oprimem nossa classe! Participe da Plenária!

Inscreva-se, vagas limitadas

bit.ly/inscricao_plenaria