Dezembro Vermelho: alerta e luta contra o HIV/AIDS
O 1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate à AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida), também inicia aqui no Brasil a campanha “Dezembro Vermelho” para conscientizar a importância do tratamento precoce da doença e de outras infecções sexualmente transmissíveis. 2021 marca os 40 anos do surgimento dos primeiros casos de AIDS registrados, por isso nesta semana a série “Qualidade de Vida e Envelhecimento Ativo” vai abordar sobre esse tema.
O Dezembro Vermelho passou a ser oficialmente reconhecido como luta e conscientização à causa a partir de 2017 com a promulgação da Lei 13.504 que instituiu "a campanha nacional de prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis”.
Uma nota publicada recentemente pelo UNAIDS alerta que “se as lideranças mundiais não conseguirem abordar as desigualdades, o mundo poderá enfrentar 7,7 milhões de mortes relacionadas à AIDS nos próximos 10 anos.”
Segundo os dados divulgados nos relatórios do UNAIDS de 2021, as estatísticas globais do HIV mostram que cerca de 37,6 milhões de pessoas estavam vivendo com HIV no mundo em 2020, destas pessoas cerca de 1,5 milhão foram infectadas recentemente por HIV e cerca de 690 mil de mortes estavam relacionadas à AIDS em 2020.
A estatística também mostrou que apenas 27,4 milhões de pessoas tiveram acesso à terapia antirretroviral em 2020 e cerca de 6 milhões de pessoas não sabiam que estavam vivendo com HIV.
Entendendo o que é a AIDS
A AIDS é uma doença causada pela infecção do HIV (da sigla em inglês que significa Vírus da Imunodeficiência Humana) que ataca o sistema imunológico, responsável pela defesa do nosso organismo.
As pessoas soropositivas, aquelas que possuem o vírus, estando ou não doentes, podem transmitir o vírus por meio das relações sexuais sem proteção, através de transfusões sanguíneas e de seringas contaminadas. As mães também podem transmitir a doença para o bebê durante o período gestacional ou pela amamentação, desde que as medidas de prevenção não sejam tomadas.
Todos os pacientes diagnosticados com HIV têm direito a tratamento imediato. Os medicamentos antirretrovirais (coquetel) impedem que o vírus seja replicado nas células, evitando a baixa imunidade e o aparecimento de doenças oportunistas.
Prevenir a doença requer o uso de preservativos na hora do ato sexual, seja pelo preservativo feminino ou masculino, seja nos diversos tipos de relação (oral, anal ou vaginal). Essa medida ajuda na prevenção não só dessa doença, mas de várias outras também.
Também é importante realizar o teste para saber se está ou não infectado pela doença e se der positivo tomar as medidas preventivas para se prevenir do aparecimento de doenças oportunistas, como também para não contaminar outras pessoas.
Direitos da pessoa com HIV
No Brasil, os pacientes portadores do HIV/AIDS são amparados pela Constituição e possuem o direito garantido à saúde pública e à dignidade humana.
Em Porto Alegre (RS) no ano de 1989 foi criada a Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da AIDS, por profissionais da saúde e membros da sociedade, com o apoio do Ministério da Saúde, durante o primeiro Encontro Nacional de ONG AIDS (ENONG).
Os direitos adquiridos aos pacientes que vivem com HIV são: sigilo médico e sigilo no ambiente de trabalho garantindo que os testes de admissão, periódico ou de demissão sejam feitos pela capacidade laboral em conformidade com os exames legais compreendidos no Art.168 da CLT, sem referência ao estado sorológico do trabalhador; auxílio-doença e aposentadoria por invalidez sem a necessidade do cumprimento do prazo mínimo para a concessão do auxílio doença (desde que seja segurado), para a aposentadoria é preciso ter 12 meses (no mínimo) de contribuição; garantia de acesso gratuito ao tratamento.
A pessoa com HIV também possui o direito à Lei n° 12.984 de não discriminação ao paciente infectado. Ela foi criada em junho de 2014 e estabelece como crime a discriminação contra uma pessoa com HIV ou AIDS.
Para o Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, “ainda é possível acabar com a epidemia até 2030, mas isso exigirá uma ação intensificada e maior solidariedade. Para vencer a AIDS—e construir resistência contra as pandemias de amanhã—precisamos de ação coletiva”.
Os jovens e o acesso à informação (matéria retirada do site da UNAIDS)
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disponibilizou a plataforma online Deu Positivo, e Agora? Um site que reúne informações sobre HIV em linguagem atualizada, clara, acessível, com foco em jovens que acabaram de receber diagnóstico positivo para o HIV, o vírus da imunodeficiência humana. A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO).
O objetivo é mostrar que o tratamento, quando iniciado precocemente e seguido de forma adequada garante melhor qualidade de vida à pessoa.
Estudos científicos já comprovaram que a adesão ao tratamento antirretroviral leva as pessoas vivendo com HIV à redução da carga viral no organismo, alcançando um nível chamado de “indetectável”. Com a carga viral indetectável, o HIV deixa de ser transmitido a outras pessoas - conhecido pela expressão “indetectável = intransmissível”.
Além de incentivar a adesão ao tratamento antirretroviral, os materiais reunidos no site têm o objetivo de mostrar que é possível viver com HIV e ser saudável, ter relacionamentos, ter filhos, exercer seus direitos, entre tantos outros pontos. É também mostrar que o diagnóstico positivo para HIV pode ser um novo começo de vida, com uma nova mentalidade, novas conquistas e aprendizados.
O número de casos de AIDS entre jovens de 15 a 24 anos tem crescido nos últimos dez anos: as taxa de detecção de casos de AIDS entre jovens do sexo masculino nesta faixa etária mais que dobraram em uma década: 3 para 7 casos por 100 mil habitantes (15 a 19 anos) e de 15,6 para 36,2 casos por 100 mil habitantes (20 a 24 anos) - os dados são do Boletim Epidemiológico de HIV 2018 (dados do Ministério da Saúde).
O Brasil hoje tem uma das maiores coberturas de tratamento antirretroviral (TARV) entre os países de renda média e baixa. Apesar disso, a adesão ao tratamento disponível gratuitamente pelo SUS ainda é um desafio. Das pessoas estimadas vivendo com HIV no país, 84% já fizeram o teste de HIV; destas, 75% estão em tratamento para o HIV; e, dentro deste grupo de pessoas em tratamento, cerca de 92% apresentam carga viral indetectável.
Mesmo com toda a estrutura e medicamentos disponíveis, há um número importante de quase 200 mil pessoas diagnosticadas com HIV e que, por diversos motivos, não se encontram em tratamento. Os jovens vivendo com HIV estão entre os que apresentam os menores níveis de adesão ao tratamento antirretroviral. A plataforma Deu Positivo, e Agora? surgiu como uma resposta a deste desafio e busca engajar os jovens oferecendo informações corretas sobre HIV, em linguagem acessível e livre de estigma e discriminação.
Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde e UNAIDS.
“Bolsonaro nunca mais” é a palavra de ordem das mulheres nos atos deste sábado (4)
Os movimentos e coletivos feministas, centrais como a CUT e a CTB e partidos políticos como PT e PSOL realizam no próximo sábado (4) as mobilizações “Bolsonaro nunca mais” em todo o Brasil pelo impeachment de Jair Bolsonaro, contra a fome, a miséria e o machismo.
O mote é “Bolsonaro Nunca Mais!”. E razões para isso todas têm de sobra. Além de ser um péssimo gestor, que colocou a economia do país no buraco, com altas taxas de desemprego e inflação, aumento da fome e da miséria, Bolsonaro é o presidente mais machista da história do Brasil.
Para as mulheres da CUT a luta contra a fome e a miséria são centrais, urgentes e inadiáveis e pressupõem a saída de Bolsonaro da Presidência da República.
“Não dá para ver pessoas passando fome e não reagir exingindo medidas urgentes, políticas e investimentos públicos que gerem emprego e renda”, diz a secretaria das Mulheres da CUT, Juneia Batista, ressaltando que até agora este governo não apresentou nenhuma medida neste sentido, que todas foram de ataques aos direitos sociais e trabalhistas.
“O golpe e a perseguição do ex-juiz Sérgio Moro ao ex-presidente Lula, que ajudou a eleger esse monstro, fizeram o Brasil andar anos luz para traz, deixamos de ser a 7ª economia do mundo e hoje vemos até pessoas desmaiando de fome nas filas do SUS, como li ontem em um Portal”, acrescenta a dirigente se referindo a reportagem do TAB, do UOL, publicada nesta segunda-feira (29).
29 organizações assinam o chamado para o ato: a Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), a Marcha Mundial de Mulheres (MMM), o Movimento Negro Unificado (MNU), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a União de Negras e Negros pela Igualdade (Unegro), as mulheres do Partido dos Trabalhadores (PT), do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central de Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB).
Inspirada na campanha #EleNão, que realizou massivos atos feministas contra Bolsonaro no período eleitoral em 2018, a mobilização atual realizou, como processo preparatório, uma plenária online no dia 23 de novembro. Houve a participação de 470 pessoas de diferentes partes do país.
De acordo com Sonia Coelho, da Sempreviva Organização Feminista e da MMM, entre as cidades com o ato já confirmado figuram, ao menos, Recife (PE), Natal (RN), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Campinas (SP), Santos (SP), Brasília (DF), Sergipe, Palmas (TO), Rio de Janeiro e Mossoró (RN).
"É importante a gente tirar o Bolsonaro, nem que seja um dia antes dele terminar o governo dele”, afirma Sonia, para quem “é impossível continuar convivendo com um governo que destrói vidas e direitos todos os dias”.
Endividamento bate novo recorde e atinge 75,6% das famílias brasileiras
Com o agravamento da crise econômica, as altas taxas de desemprego, de inflação e de juros e o salário cada vez mais em baixa, o endividamento no país bateu mais um recorde em novembro e atingiu 75,6% das famílias brasileiras. São famílias que declararam ter dívidas a vencer, em atraso ou não.
Um percentual de 26,1% declarou ter dívidas em atraso e um de 10,1% disse que não têm como pagar, ou seja, se juntarão ao contingente de inadimplentes.
Os dados são da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
De acordo com a CNC, 41% das famílias brasileiras devem a mais de 90 dias e 32,3% de 30 a 90 dias. Portanto, já devem estar com o nome sujo, nos cadastros dos serviços de proteção ao crédito – SCPC/Serasa – o que significa ficar proibido de comprar a prazo, usar cheque, abrir conta em banco se ainda não tiver, além de não poder fazer financiamentos bancários.
Depois de um dia do vencimento da dívida, o consumidor já pode entrar na lista de devedores do SCPC. No entanto, as empresas costumam esperar 30 dias ou mais para incluir, enquanto cobram o pagamento por meio de telefonemas, e-mail ou WhatsApp.
Confira outros dados:
. 54,4% dos que ganham até 10 salários-mínimos comprometeram entre 11% e 50% da renda com as dívidas;
. 53,7% dos que ganham mais de 10 mínimos também comprometerem de 11% a 50% da renda.
. 85,2% das dívidas são com cartão de crédito;
. 20.9% com carnês de lojas;
. 12,6% com prestações para pagar financiamento do carro;
. 9,9% com prestações para pagar financiamento da casa própria; e
. 9,5% são dívidas com crédito pessoal.
Na sequência vêm dívidas com cheque pré-datado, cheque especial e crédito consignado.
Mesmo com os juros maiores, as concessões de crédito com recursos livres para pessoas físicas seguem aumentando. Segundo os dados do Banco Central (Bacen), outubro registrou crescimento real de 3,3% nas concessões de crédito às pessoas físicas, nas modalidades com recursos livres. No saldo das operações, o aumento real foi de 1% nas transações com recursos livres.
Faixas de renda
A economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, aponta o uso do crédito como mais relevante ao grupo das famílias com rendimento de até dez salários-mínimos.
De outubro para novembro, o percentual de endividados nessa faixa de renda saltou de 75,9% para 77%. No mesmo mês do ano passado, o indicador registrava 67,9%, o que representa um aumento anual de quase dez pontos percentuais em 2021.
“Para esse grupo em especial, a inflação corrente ao consumidor girando próxima a 11% ao ano acirra o orçamento familiar e aumenta a necessidade do crédito para organizar as despesas”, avalia.
Para as famílias com renda acima de dez salários-mínimos, o endividamento também segue apresentando tendência de alta. Nesse grupo, a proporção de endividados alcançou, da mesma forma, o maior patamar da série histórica, com aumento mensal de 69,5% para 70,3%. A comparação anual demonstrou um crescimento de onze pontos percentuais diante dos 59,3% registrados em 2020.
“As famílias no grupo de renda mais elevado têm revertido suas poupanças, ampliadas durante a pandemia, para o consumo de serviços, auxiliando a retomada recente da atividade econômica no setor”, explica a economista.
Já o indicador de inadimplência apresentou divergências entre os dois grupos. A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso na faixa de renda mais baixa voltou a aumentar de 28,9% para 29,4% e ante os 28,9% registrados em novembro do ano passado, alcançando o maior nível desde setembro de 2020.
No grupo com rendimento mais alto, o percentual caiu de 11,6% para 11,4%, entre os dois últimos meses, e 11,8% na comparação anual, chegando à menor proporção desde julho de 2020.
Dívidas por mais tempo
Dentre os endividados, o percentual de famílias com dívidas por mais de um ano é crescente desde o fim do primeiro trimestre e atingiu a máxima histórica de 36,2%, indicando que os consumidores estão buscando alongar os prazos de pagamento de suas dívidas para que a parcela caiba nos orçamentos e, assim, reduza-se o comprometimento da renda.
De acordo com o levantamento, o prazo médio de atraso na quitação das dívidas voltou a aumentar em novembro, chegando a 61,6 dias. E, apesar da queda de 1,4 ponto percentual na comparação anual, a proporção de atrasos acima de 90 dias é a maior desde agosto deste ano, alcançando 41,6% dos inadimplentes.
CONCURSO JÁ!
É público e notório que há falta de servidores no INSS é alarmante, mas agora existe uma manifestação do TCU mostrando que esse descaso do governo Bolsonaro para com o INSS causa prejuízos a nação e ao erário.
Esse estudo do Tribunal de Contas da União aponta que se um processo administrativo cumprisse um rito normal, com um número de servidores suficiente para evitar o represamento dos pedidos de benefícios, custaria muito menos aos cofres públicos, pois evitaria o pagamento de atrasados com correção e juros, sem falar quando o processo se arrasta para o judiciário e os custos aumentam exponencialmente.
Até quando esse governo despreparado vai continuar prejudicando a população e causando prejuízo ao Estado brasileiro?
Desde 2014 que o TCU alerta para o problema da falta de servidores no INSS, o último concurso foi realizado no ano de 2015, de lá pra cá o quadro de servidores só foi diminuindo, muitos servidores aposentaram (conforme o previsto no relatório do TCU), alguns faleceram, outros pediram exoneração e hoje o INSS está com o quadro muito reduzido e insuficiente para atender as demandas existentes.
Além disso, o governo parou de investir no parque tecnológico, estamos com computadores defasados e obsoletos, a última grande compra foi feita na década passada e no governo Dilma.
Também merece destaque a falta de atualização da legislação previdenciária, a reforma efetuada com a PEC103 alterou a maioria dos benefícios e direitos dos segurados, mas a administração do INSS ainda não providenciou a atualização dos sistemas e da legislação, dificultando a vida dos servidores, que trabalham sem a devida segurança legal e sem qualquer suporte, com isso muitos pedidos de aposentadoria ficam sobrestados aguardando que um dia o governo se digne a pensar na população.
É urgente que a sociedade cobre do presidente da república, dos deputados federais e senadores uma tomada de atitude, é preciso recuperar o quadro de servidores do INSS, um grande concurso precisa ser realizado, para recompor a Carreira do Seguro Social e assim desafogar as filas pela espera de um benefício do INSS, amparar a população que aguarda por sua pensão, aposentadoria, benefício por incapacidade ou mesmo por um benefício assistencial.
O SINSSP convoca a toda categoria a ficar atenta às mudanças que estão acontecendo no órgão e acompanhar as informações através dos nossos canais, pelo site: sinssp.org.br, no Facebook pelo @Sinssp.oficial, no Twitter pelo @Sinssp_oficial e no YouTube pelo SINSSP oficial.
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SINSSP participa de reunião sobre unidade gestora única RPPS
O Consórcio de Sindicatos dos Trabalhadores da Seguridade Social, da base do INSS e filados à CUT, realizarão nesta sexta feira (26), uma reunião com o Instituto para discutir o Projeto de Lei Complementar, do Governo, que institui a Autarquia como unidade Gestora dos Regimes Próprios da União. O SINSSP como membro do consórcio estará presente.
Há tempos o ex-Presidente do INSS informou que o Instituto assumiria mais esta atribuição, agora o PLC já foi encaminhado para o Congresso e aguarda a devida tramitação.
Os sindicatos querem aprofundar o debate com o INSS, pois esta mudança mexe completamente com a estrutura da Autarquia, a qual terá impacto na discussão sobre a profissionalização da Carreira do Seguro Social, exigindo novas competências dos servidores.
Vale destacar que os sindicatos ainda pretendem discutir a Portaria 1.365/2021 que estabeleceu a centralização das atividades de concessão e manutenção das aposentadorias e pensões dos servidores das Autarquias e Fundações públicas Federais, que se iniciou em outubro deste ano.
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Black Friday é aqui no Clube Certo SINSSP
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Jornal da Consciência Negra da CUT-SP é lançado nas ruas e nas redes
“Basta de racismo no trabalho e na vida”. Este é o lema do jornal da CUT-SP do Mês da Consciência Negra 2021, disponível para baixar e ser divulgado nas redes sociais.
Os sindicatos também distribuem o material aos trabalhadores e trabalhadoras de São Paulo nas ruas durante o mês de novembro para colaborar com as discussões e ações de combate ao racismo.
Neste ano, o conteúdo convida os leitores a uma reflexão sobre os diversos temas que envolvem o racismo estrutural no país.
Sobre a pandemia, a publicação apresenta pesquisas que mostram que a população negra foi a que mais morreu pelo novo coronavírus e a que teve maior dificuldade no acesso à vacina. Da mesma forma, foi a mais atingida pela piora do desemprego e suas consequências.
Mas não é só isso. O jornal destaca que o povo negro representa 78,9% das mortes no país ocasionadas por policiais no Brasil, segundo o Atlas da Violência 2021, estudo elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. E faz uma reflexão sobre esses dados.
De geração em geração
Ao longo de quatro páginas, os leitores podem também acompanhar outros temas, como os 18 anos da Lei 10.639, de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas ou particulares, no ensino fundamental e médio.
Outra matéria fala ainda que os negros acessam mais as universidades, o que abre perspectivas ao futuro. Mudanças no ensino superior e na sociedade que só foram possíveis graças a políticas de ações afirmativas, como a Lei de Cotas nº 12.711, de 2012.
O jornal do Mês da Consciência Negra 2021 também traz uma página especial neste ano de crise pandêmica para falar sobre a superação de todo um processo de violência e de desigualdades que vêm de geração em geração de um povo que não perdeu a sua oralidade e os seus saberes.
De tal modo, comenta que os governos democráticos e populares, como os de Lula e de Dilma Rousseff, representaram avanços nas políticas de reparação histórica para que o povo negro pudesse se empoderar e ocupar espaços de saber e de poder.
Assim, em destaque, a CUT São Paulo traz nomes e fotos de inúmeras de representações negras que têm construído importantes trajetórias no Brasil, sejam famosas ou anônimas.
Confira abaixo o material.
jornal-da-cutsp-combate-ao-racismo-novembro-2021-0
Novembro Azul: HOMEM de atitude também tem coragem de se cuidar
A série “Qualidade de Vida e Envelhecimento Ativo” desta semana continua abordando sobre um tema que precisa ser falado para alcançar, cada vez mais, o maior número de pessoas, pois é através da informação e da orientação adequada que a população vai buscar a prevenção no lugar do tratamento.
A campanha mudou na virada do mês, a cor da fita passou de rosa para azul (Novembro Azul), mas a conscientização pelo cuidado à vida permanece, afinal ninguém está livre de ser acometido por uma doença, não é mesmo?
Com o objetivo de chamar a atenção do homem para o diagnóstico precoce e principalmente para a prevenção de doenças que atingem esse nicho da população que o “Novembro Azul” surgiu na Austrália, em 2003. No Brasil, o movimento foi criado pelo “Instituto Lado a Lado pela Vida” com a finalidade de quebrar os paradigmas em relação à procura dos homens pelos serviços de saúde.
Segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), as chances do homem ser diagnosticado com câncer de próstata ao longo da vida é de 16%, sendo ele o segundo tipo mais comum entre a população masculina no país. Os dados do Instituto também revelam que o total de novos casos de câncer de próstata está estimado em 65.840 (conforme dados publicados em 2020), o que corresponde a 29,2% dos casos.
Em 2019, foram registradas 15.983 mortes pela doença, conforme estudos do Atlas de Mortalidade por Câncer (material produzido pelo INCA). Em 2020, o Mapa Assistencial da Saúde Suplementar (ferramenta interativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar), apontou 11.729 eventos hospitalares referentes ao câncer de próstata.
Que sintomas o câncer de próstata pode provocar?
O Ministério da Saúde informa que o câncer de próstata na fase inicial pode não apresentar sinais ou sintomas. Porém, quando ele se manifesta as reações mais comuns são: dificuldade na hora de urinar, demora quando começa ou ao terminar de urinar, sinais de sangue na urina, diminuição do jato de urina; necessidade de urinar mais vezes que o costume de dia e à noite.
Ao apresentar qualquer um dos sinais e sintomas o homem deve procurar ajuda com o especialista médico para realizar os exames necessários.
Fatores de risco, prevenção e tratamento para a doença
Histórico familiar de câncer de próstata e obesidade são os fatores de risco do câncer de próstata. Os homens negros têm a maior incidência deste tipo da doença. Embora o paciente geralmente não sinta os sinais e sintomas, a única forma que garante a cura deste tipo de câncer é o diagnóstico precoce.
Daí a importância do homem cuidar da sua saúde mesmo que não tenha nenhum sintoma ou doença aparente. Daí a necessidade de se procurar um médico, a prevenção é um ato de amor a si mesmo e pode salvar a sua vida.
A população masculina, em especial aqueles que fazem parte dos fatores de risco, deve procurar um urologista a partir dos 45 anos de vida, já os que não fazem parte devem visitar o especialista a partir dos 50 anos. Os exames mais comuns solicitados pelos especialistas são o antígeno prostático específico (PSA) e o toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula.
O diagnóstico precoce para o câncer de próstata, assim como para as demais doenças, é fundamental para aumentar as chances de cura e recuperação. Também é importante a prática de uma alimentação saudável. Segundo o Inca, “uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis”.
Outros hábitos saudáveis também são importantes e devem ser incorporados na rotina diária como a realização de exercícios físicos, manter o peso (o ideal é mantê-lo em conformidade com a altura), manter o controle da hipertensão, do diabetes e do colesterol alto, diminuir o consumo de álcool e não fumar.
Neste Novembro Azul é preciso quebrar a barreira do preconceito, todo homem que esteja na faixa etária recomendada para a prevenção do câncer de próstata, deve procurar um urologista e conversar sobre o tema. Essa prática ajuda a salvar vidas.
Por isso, tenha atitude, se cuide! Cuidar da saúde também é coisa de HOMEM.










