Servidores continuam mobilizados para barrar a PEC da Rachadinha
A PEC 32 ou a PEC da rachadinha parece estar esquecida na gaveta do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), porém esse “esquecimento” deve ser tratado com muita cautela tendo em vista que a especialidade desse Governo é liberar verbas parlamentares e fazer com que os textos de interesse da base governista sejam aprovados a toque de caixa pegando todos de surpresa.
A reforma administrativa ainda não foi submetida à votação porque não tem os votos necessários para ser aprovada no Plenário da Casa. Se essa Proposta de Emenda à Constituição for aprovada será ruim para o povo, que perderá muitos dos serviços públicos gratuitos, além de dificultar o acesso a eles e para os servidores, que serão prejudicados com a perda de vários direitos, bem como com o fim dos concursos públicos, acabando com a principal ferramenta de isenção e de igualdade de oportunidades para todos.
Sem contar que essa reforma abre espaço para a contratação de terceirizados que estarão submissos aos seus padrinhos políticos o que vai contribuir para com o aumento da corrupção no Brasil.
Deixar o texto da PEC 32 em “banho Maria” também é mais uma das estratégias na tentativa de desmobilizar a pressão que os servidores públicos federais, estaduais e municipais vêm realizando junto aos parlamentares, seja pessoalmente em Brasília, seja virtualmente pelos canais de comunicação dos parlamentares.
Por esse motivo a categoria deve continuar pressionando os deputados e ajudar na construção dos atos que ainda ocorrerão em Brasília e nos Estados.
A próxima data para o Dia Nacional de Luta contra a Reforma Administrativa será o dia 08 de dezembro. Então, servidor, participe das atividades que serão construídas para barrar a PEC 32, acompanhe:
Live de mobilização e preparação dos atos do 8D
25 de novembro – às 18h30
Transmissão no Youtube e Facebook da campanha Contra PEC 32
8D: Dia Nacional de Luta Contra a PEC 32
8 de dezembro
Atos nos estados e no Distrito Federal
Veja como pressionar os parlamentares virtualmente contra a PEC da rachadinha
Não só o servidor, como também seus familiares, colegas e amigos podem participar desta corrente contra a Reforma Administrativa, é fácil e rápido, então divulgue essas informações o máximo que puder.
O site “Na Pressão” é uma ferramenta que disponibiliza os canais de comunicação com deputados e senadores. Através dele é possível enviar o seu recado contra a PEC 32 de qualquer lugar pelo WhatsApp, e-mail ou telefone com um clique apenas.
Participe das mobilizações e ajude a pressionar os parlamentares para que votem NÃO à reforma Administrativa.
Todos juntos na defesa do serviço público!
Servidores ocupam aeroporto de Brasília para pressionar parlamentares contra a PEC 23 e 32
Na manhã desta terça-feira (23), os servidores públicos e entidades ligadas ao FONASEFE (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) ocuparam o aeroporto de Brasília para pressionar os deputados e senadores contra a aprovação da PEC 32 e da PEC 23, a primeira Proposta de Emenda à Constituição trata da reforma administrativa que irá destruir os serviços públicos e a segunda é referente ao calote institucional promovido pelo governo.
A PEC do Calote (PEC 23) foi aprovada na Câmara dos Deputados, em dois turnos, e aguarda a tramitação no Senado devendo passar por votação também em dois turnos para ser aprovada. Já a PEC da rachadinha (PEC 32), tramita na Câmara dos Deputados e aguarda o Presidente da Casa dar a sua cartada final para conseguir aprovação dos parlamentares.
É importante que os servidores participem das mobilizações e ajudem a pressionar os parlamentares a votarem NÃO contra a PEC 23 e contra a PEC 32.
No dia 08 de dezembro haverá o Dia Nacional de Luta contra a Reforma Administrativa, esse é o momento da união de todos em defesa do serviço público!
PEC do Calote: Senado debate nesta segunda (22) propostas alternativas
O Senado realiza sessão temática, nesta segunda-feira (22) para debater alternativas ao texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 23, PEC dos Precatórios (PEC do Calote), aprovado na Câmara dos Deputados.
A PEC autoriza o governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) a dar calote nos aposentados e pensionistas e também nos servidores e entes públicos que ganharam ações contra a União na Justiça em todas as instâncias.
O objetivo da também chamada PEC do Calote é viabilizar o pagamento do programa Auxílio Brasil, de R$ 400, até dezembro do ano que vem. Ao criar o programa, que vai vigorar apenas no período eleitoral, o governo Bolsonaro extinguiu o Bolsa Família, criado pelo governo Lula, e o Auxílio Emergencial, aprovado pelo Congresso para ajudar trabalhadores informais e desempregados durante a pandemia.
Os senadores debatem uma forma de aprovar a PEC sem que haja adiamento do pagamento de precatórios - calote em centenas de brasileiros - ou alteração do teto de gastos, como temem os críticos do texto aprovado pela Câmara dos Deputados.
A ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tereza Campello participa da sessão e deverá mostrar que o programa Auxílio Brasil vai deixar 29 milhões de pessoas excluídas de benefícios sociais, como disse em 17 de novembro nas redes sociais.
Segundo informações do Ministério da Cidadania apresentadas pela ex-ministra, “existem 39,4 milhões de beneficiários do Auxílio Emergencial (AE), dos quais 10 milhões recebiam o Bolsa Família. Supomos que outras 4,5 milhões de famílias continuam recebendo Bolsa Família, por ter direito a valores acima do AE”.
“Ou seja, eram 43,9 milhões os beneficiários. O Governo Bolsonaro anunciou 14,6 milhões no Auxílio Brasil em novembro. Bolsonaro criou 29,3 milhões de AUXÍLIO ZERO. Sem uma notificação ou orientação. Nem um tchau querida!”
“A promessa é atender 17 milhões em dezembro e os os excluídos seriam 27 milhões. As famílias estão nas filas, desesperadas buscando se cadastrar. São os que caíram na pobreza durante o governo Bolsonaro e foram orientadas a entrar no APLICATIVO. O Aplicativo não vale mais …”, afirmou ainda.
Mudanças no projeto
No debate de hoje no Senado, devem participar também representantes da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal; do Ministério da Economia; e das consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara dos Deputados.
Dificilmente a PEC será votada pelos senadores da forma como foi aprovada pela Câmara. Os parlamentares governistas, liderados pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo e relator da PEC, elaboraram uma emenda à proposta para a retirada do teto de gastos previsto na Constituição, em caráter excepcional, de parte do pagamento de precatórios — dívidas que são fruto de sentenças transitadas em julgado contra União, estados ou municípios. Com isso, abre-se um “espaço fiscal” de R$ 89 bilhões, garantindo o pagamento do Auxílio Brasil.
Com a mudança, segundo os autores da emenda substitutiva, garante-se um auxílio de R$ 400 mensais para 21 milhões de brasileiros sem que seja adiado o pagamento de qualquer precatório previsto para 2022.
Com informações da Agência Senado e apoio da RBA.
Violência policial e ausência de políticas públicas escancaram racismo no Brasil
A infância e a adolescência vividas na periferia de Poá, na região metropolitana de São Paulo, forjaram o pensamento e as práticas de Wellington Lopes, 25 anos.
Como homem, preto e periférico, percebeu desde cedo que os enquadros da Polícia Militar (PM) são mais invasivos nas periferias, com a população negra e pobre, do que em regiões centrais.
Suas experiências o levaram a se formar em Ciências Sociais e até mudou de cidade em busca desse sonho. Foi assim que se formou na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).
A mesma cidade que o acolheu, no entanto, foi a que lhe trouxe traumas.
Aos 21 anos, quando participava de um ato na Câmara Municipal de Paranaíba (MS), no interior do estado, ele foi arrastado pelo pescoço por um policial após se recusar a ficar calado durante a sessão de votação de proposta de aumento salarial de vereadores.
Os policiais foram acionados até o local para conter a manifestação. Wellington não usava nada além de sua voz, em um protesto pacífico ao lado de outros estudantes que faziam o mesmo.
De todos os alunos que acompanhavam a votação, apenas ele era negro e foi o único a ser enquadrado pela polícia.
“Questionei porque eles não tiraram outras pessoas do local e o policial me respondeu que só eu seria levado. Eu disse que ele estava fazendo isso porque eu era negro. Então, um dos policiais me pegou pelo pescoço, me arrastou para fora da sala de votação e deram vários murros na barriga, tentando me imobilizar”, descreve.
Por trás da violência
O relato de Wellington, seguido do estudo elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revela que abordagens policiais refletem o racismo estrutural no país.
A população negra representa 78,9% das mortes no país ocasionadas por policiais.
O número de mortos por agentes públicos cresceu em 18 dos 27 estados brasileiros. Entre 2009 e 2019 o número absoluto de mortes violentas de pessoas negras subiu 1,6% no país, ao passo que o do restante da população caiu 33%.
Uma faceta
Pesquisador negro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e cientista em humanidades, Dennis Pacheco avalia que a violência policial é uma das muitas facetas da violência racial no Brasil.
“Somos os mais vulnerabilizados em consequência da transição que fizemos desde a escravização, não tendo sido efetivamente incluídos enquanto cidadãos pela garantia de nossos direitos através de políticas públicas focadas em nossas demandas, populações e territórios”, avalia.
De outro lado, ele observa que existe uma transformação na sociedade brasileira em que o Estado passa a se focar cada vez mais em punir e menos na efetivação de direitos.
“O resultado é o aprofundamento das consequências letais do racismo”, diz Pacheco, que integra também o Grupo de Pesquisa em Segurança, Violência e Justiça da Universidade Federal do ABC (Seviju-UFABC).
Investimento em políticas
Com o desmonte das políticas públicas, principalmente durante o governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), jovens negros da periferia precisam buscar alternativas de sobrevivência.
É comum, aponta a secretária nacional de Combate ao Racismo da CUT, Anatalina Lourenço, ver meninos vendendo mercadorias nos vagões de trem e do Metrô.
Foi assim que, em outubro, uma cena na cidade de São Paulo ocupou as redes sociais e manchetes de televisão.
Um homem negro, vendedor ambulante, foi imobilizado e agredido por dois seguranças do Metrô de São Paulo. Ele estava trabalhando na estação Anhangabaú, na região central da capital, quando foi abordado com violência pelos funcionários.
“Não se trata apenas de combater o racismo estrutural, uma vez que temos um governo federal que legitima o genocídio da população negra e a permanência dos casos de racismo, seguidos de violência, seja nos mercados, estações de Metrô ou até mesmo na rua”, afirma Anatalina.
Para enfrentar esta situação, a secretária de Combate ao Racismo da CUT-SP, Rosana Silva, defende a existência de um Estado brasileiro democrático com políticas voltadas ao atendimento da população negra e de combate à violência institucional.
“Sabemos que os negros e negras são os mais atingidos. Com a pandemia, a pobreza, a fome e a violência cresceram principalmente contra a nossa população”, ressalta
A secretária-adjunta de Combate ao Racismo da CUT, Rosana Sousa, corrobora a avaliação. Para ela, o desemprego, a distribuição desigual de renda e a falta de serviços públicos, principalmente na área de saúde e educação, acentuam a violência contra a população negra.
“O aumento da corrupção, com uma política de segurança extremamente ultrapassada, principalmente a política antidrogas, faz com que a população negra seja as vítimas preferidas, daqueles que deveriam proteger”, completa.
Chega de aceitar desculpas de assassinos
As três dirigentes sindicais entrevistadas pela reportagem da CUT lembram que são muitos os shoppings, comércios e grandes redes que adotam comportamentos racistas há anos, com revista, perseguição e violência.
Recentemente, uma investigação feita pela Polícia Civil do Ceará descobriu que a loja Zara do Shopping Iguatemi, em Fortaleza, criou um código para funcionários ficarem em alerta e acompanharem pessoas negras ou com "roupas simples", uma prática explícita de racismo.
Outra situação foi a de uma mulher negra que estava dentro das Lojas Americanas do Shopping da Bahia, em Salvador. Após ser acusada de furto, tirou a roupa para provar o absurdo da acusação racista contra ela.
“E quem não se lembra também dos casos envolvendo a rede de supermercados Carrefour?”, questiona Rosana Silva.
A dirigente se refere ao fato ocorrido no dia 19 de novembro de 2020, às vésperas do Dia da Consciência Negra.
O trabalhador negro João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado até a morte por dois homens brancos: um policial militar e por um segurança terceirizado do supermercado.
Há um ano, o Carrefour pediu desculpas sobre o ocorrido, mas o caso gerou revoltas em todo Brasil, com protestos nas diferentes capitais.
“Chega de aceitar desculpas de assassinos”, enfatiza Rosana, ao lembrar que a CUT, sindicatos e movimentos sociais foram às ruas, em 2020, com faixas dizendo: "Vidas negras importam, parem de nos matar."
20 de novembro - Dia da Consciência Negra é dia de luta contra Bolsonaro racista
Os Movimentos Sindicais vão às ruas no próximo sábado, dia 20 de novembro, em todo o Brasil, junto com movimentos negros e populares em defesa da igualdade racial, da vida, da democracia, contra o desemprego, a carestia e a fome. Acompanhe a seguir a nota que as centrais divulgaram sobre o evento.
20 de novembro, Dia da Consciência Negra, marca a morte de um dos maiores lutadores contra a escravidão no Brasil, Zumbi dos Palmares, e passou a ser celebrada pelo Movimento Negro a partir da década de 1960 como uma forma de valorização da comunidade negra e da sua contribuição à história do país. A data é oficializada pela lei nº 12.519/2011 e marca a resistência do povo negro contra a escravidão e a luta contra o racismo no Brasil.
O trabalho de negros e negras escravizados está na raiz da acumulação capitalista e oligárquica brasileira. A abolição da escravatura, tardia e inacabada, faz com que o racismo seja uma característica marcante da estrutura de classes e da sociedade brasileira até os dias de hoje. A população negra é maioria entre os desempregados e também entre aqueles nos postos de trabalho mais precários e informais. A periferia dos grandes centros urbanos marcada pela moradia precária, pela ausência de infraestrutura social e pela carência de políticas públicas é majoritariamente negra.
É por isso que o descaso no combate à pandemia, o aumento da fome, do desemprego, a alta geral dos preços e o consequente caos econômico e social pelo qual passa o país impactam, primeiramente e com mais intensidade, à população negra e pobre.
A ação, a inércia e as posições do presidente da República e de seus aliados reacionários e conversadores reforçam e apoiam a violência e a hostilidade que discriminam, agridem e matam corpos pretos todos os dias, ao mesmo tempo em que negam e tornam invisíveis o caráter estrutural do racismo no Brasil.
Superar o racismo é uma exigência fundamental para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática e justa. Garantir o direito ao trabalho decente e protegido para a população negra é um dos caminhos para reparação de uma história de exclusão e desigualdade e garantia de futuro diferente. Dar fim ao governo criminoso e racista de Jair Bolsonaro é um requisito essencial para que o país possa reencontrar o rumo do desenvolvimento com igualdade e justiça social.
A classe trabalhadora brasileira é negra e, por isso, o movimento sindical irá às ruas em todo o Brasil junto com a população negra e com todas as pessoas comprometidas com a defesa da igualdade racial, da vida, da democracia, contra o desemprego, a carestia e a fome, neste sábado, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.
Fora Bolsonaro Racista!
Todos às ruas no dia 20 de novembro!
Brasil, 17 de novembro de 2021.
Sérgio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
José Reginaldo Inácio, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Antonio Neto, Presidente da CSB, (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Atnágoras Lopes, Secretário Executivo Nacional da CSP-Conlutas
Edson Carneiro Índio, Secretário-geral da Intersindical (Central da Classe Trabalhadora)
José Gozze, Presidente da Pública, Central do Servidor
Emanuel Melato, Intersindical Instrumento de Luta
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Atenção servidor: ainda dá tempo de participar da ação do PIS/PASEP, não perca tempo!
O SINSSP continua chamando a categoria para participarem da ação judicial do PIS/PASEP. Se você ainda não preencheu o formulário não perca tempo e preencha agora mesmo.
Muitos servidores públicos têm o direito de ajuizar esta ação, desta forma, os servidores filiados ao sindicato e que tenham trabalhado com carteira assinada ou ingressado no serviço público até 17/08/1988 e que tenham sacado seu PIS/PASEP há menos de 5 (cinco) anos, ou que não tenha sacado, tem direito a reaver diferenças decorrentes de atualização monetária de seu saldo.
O mesmo vale para herdeiros e/ou dependentes dos servidores falecidos, que nunca sacaram ou o tenham feito há menos de 5 anos. Se o herdeiro for incapaz, o referido prazo prescricional começa a correr apenas a partir da data que se tornou capaz.
E para participar desta ação é muito fácil!
Para os filiados o ingresso é automático, mas terá que preencher um formulário. Se você se enquadra nas condições citadas clique aqui para preencher o formulário.
É importante que aqueles interessados em participar desta ação, além de preencherem o formulário, deverão solicitar as microfichas do PASEP junto ao Banco do Brasil (caso não possuam mais os extratos antigos), bem como o último extrato, que normalmente o banco fornece em arquivo, no formato PDF. Esses extratos serão solicitados aos participantes da ação futuramente, quando a ação já estiver sentenciada e em fase de liquidação.
Importante lembrar que esta ação é exclusiva para os filiados do SINSSP e se você é servidor e ainda não é filiado ao SINSSP, é só se filiar! Entre em contato agora mesmo, clique aqui e faça a sua filiação e assim poderá participar de mais esta ação pelo sindicato.
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Fora Bolsonaro denunciará genocídio da população negra no dia 20 de novembro
O genocídio da população negra brasileira, mais afetada pelas altas taxas de mortalidade por Covid-19 do que a não negra, será um dos temas que serão denunciados no dia 20 de novembro, feriado que celebra o Dia da Consciência Negra. Este ano, a mobilização unificou as pautas específicas do movimento negro às lutas urgentes da classe trabalhadora brasileira para fazer grandes atos pelo Fora Bolsonaro em todo o país.
A gestão e o comportamento do presidente Jair Bolsonaro são responsáveis pela tragédia econômica e social vivida pelos brasileiros e a população negra, por diversos aspectos, é a mais impactada. Por isso, o grito dos brasileiros pelo impeachment do presidente será também o grito contra o racismo – uma das características deste governo, explica secretária-adjunta da Secretaria de Combate ao Racismo da CUT Nacional, Rosana Fernandes.
“E racismo mata”, reforça a dirigente, complementando: “Não bastassem os índices da violência contra a população negra e a menor expectativa de vida, os números da pandemia mostraram que o índice de mortes por Covid-19 entre negras e negras é maior do que para a população não negra”.
Um dos dados do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Covid) do Senado, que apurou a atuação e omissão do governo Bolsonaro no enfretamento desastroso à pandemia, levantado pelo Instituto Polis, mostra que a taxa de mortalidade por Covid-19 entre homens negros era de 250 por 100 mil habitantes enquanto a de brancos era de 157 óbitos por 100 mil habitantes.
Outro dado, do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que negros representam 57% dos mortos pela doença enquanto brancos são 41%.
O Mapa da Desigualdade da Rede Nossa São Paulo também mostra que a Covid-19 matou mais negros do que não negros. Entre esta população, em 2020, 47% dos óbitos registrados tiveram como causa a doença. Já entre a população branca o índice foi de 28,1%.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), organização que reúne 38 países, entre eles o Brasil, elaborou um relatório que mostra que em nosso país, o risco de morte por Covid é 50% maior para a população negra.
Por quê?
Para a secretária adjunta de Combate ao Racismo da CUT, Rosana Fernandes, este é um retrato das consequências do racismo no país, que perdura desde os tempos da escravidão, vinha sendo combatido com políticas afirmativas durantes os governos populares de Lula e Dilma, mas que desde 2019, com Bolsonaro, voltou a ser naturalizado por parte da sociedade.
Ela explica que a pandemia mata mais negros e negras por uma série de fatores, mas há dois que se destacam. “Um deles é o fato de que a vacinação começou na faixa etária mais alta e quem tem a expectativa de vida maior no Brasil, não é a população negra”, ela diz.
Portanto, sendo os não negros os primeiros a serem vacinados, estes garantiram uma proteção maior contra o vírus do que os negros, que continuaram mais vulneráveis.
A expectativa de menor longevidade entre os negros se dá pelas condições vida impostas a essa população. “Os lugares onde não há saneamento básico, água tratada, acesso a serviços públicos são as periferias, onde a maioria da população é negra”, diz Rosana.
Além disso, as moradias são precárias, pequenas e com número grande de familiares, portanto, com maior risco de contágio entre os próprios familiares que não têm o ‘privilégio’ de poder manter um mínimo de distanciamento social.
Outro fator para a taxa de mortalidade por Covid-19 ser maior para negros e negras é que esta população também não teve outro ‘privilégio’ – o de trabalhar em casa durante a pandemia.
“Aqueles que não perderam o emprego, tiveram de se sujeitar aos riscos no transporte público, no comércio que continuou funcionando como os supermercados, os entregadores de aplicativos, grande parte dos profissionais que trabalham na saúde como assistentes e na limpeza dos hospitais, assim como os trabalhadores na limpeza pública – categorias em que majoritariamente os trabalhadores são os negros e negras”, pontua a secretária-Adjunta de Combate ao Racismo da CUT Nacional.
Expectativa de vida menor - saúde
“Em pleno século XXI, com avanços tecnológicos constantes, toda a modernidade, é um escândalo abrir a porta de casa e dar de frente com um córrego, com esgoto correndo a céu aberto, não ter água potável”. Ao relatar esta realidade, Rosana Fernandes afirma que é grave ainda haver falta de saneamento básico em muitos locais.
A maioria das pessoas expostas a essa condição é negra e a falta de condições mínimas é fator determinante para a degradação da saúde humana, explica a dirigente.
Outra causa é a falta de acesso aos serviços públicos essenciais, como a saúde. “É um problema dos governos municipais, estaduais e federais que investem pouco na saúde pública brasileira. Como a população negra depende disso, fatalmente é prejudicada”, afirma Rosana, que complementa afirmando que muitas vezes o hospital é longe e a pessoa sequer tem o dinheiro do transporte para chegar até lá.
Ela cita como causa da menor longevidade os altos índices de violência contra a população negra. De acordo com o último Atlas da Violência, elaborado pelo Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em dez anos (2008 a 2018), os casos de homicídio de pessoas negras (pretas e pardas) aumentaram 11,5%, enquanto de pessoas não negras apresentou queda de 12,9%.
A violência escolhe a vítima pela cor. Não existe bala perdia. Existe bala encontrada no corpo negro. A falta de olhar para nossas vidas vem desde a escravidão.
- Rosana Fernandes
“Por isso, ainda ocupamos os piores índices sociais e infelizmente nossa expectativa de vida é menor”, acrescenta a dirigente.
Governo genocida
O último período, diz Rosana, foi de enfrentamento a um governo que nunca teve vergonha de se dizer homofóbico, machista e extremamente racista. “Quando se tem o chefe maior de uma nação falando as bobagens que fala, várias pessoas que antes tinham minimamente vergonha de se dizerem racistas, acabam se sentindo legitimadas a reproduzir esse discurso violento”, diz Rosana.
Mas a resistência faz o contraponto. Tanto a luta da CUT, das centrais e de movimentos populares como a consciência de grande parte da sociedade fortaleceram o diálogo sobre a luta antirracista. “Pessoas começaram a não aceitar o racismo e passaram a integrar essa luta”, diz Rosana que cita as redes sociais como instrumento importante de denúncia.
O dia 20 - Fora Bolsonaro Racista marca a luta de Zumbi dos Palmares, que tinha como objetivo construir uma sociedade onde todos e todas tivessem as mesmas oportunidades. O movimento negro tem esse objetivo – quer uma sociedade com oportunidades, salários, condições e acessos.
A gente quer ocupar as ruas para dizer ‘basta dessa sociedade racista’. Dia 20 será um dia de luta e pelo ‘Fora, Bolsonaro’ que é o que há de pior na política, um homem que tenta fragilizar cada vez mais a vida de homens negros e mulheres negras
- Rosana Fernandes
Qualidade de Vida e Envelhecimento Ativo: Vamos falar de Diabetes?
É fato que ao longo da vida você já ouviu falar em Diabetes, não é mesmo? Cada vez mais pessoas recebem o diagnóstico da doença e não deve ser fácil receber essa notícia. Segundo dados da IDF (International Diabetes Federation), cerca de 463 milhões de pessoas no mundo são diabéticas.
O crescimento da doença acende um sinal de alerta para a prevenção e o combate. O aprendizado sobre o tema é importante para esclarecer, quebrar tabus e orientar a sociedade, substituindo o medo e a falta de orientação pela precaução.
Por esse motivo, nesta semana a série “Qualidade de Vida e Envelhecimento Ativo” vai abordar esse assunto e explicar sobre o Diabetes, como prevenir e as formas de tratamento.
O que é Diabetes?
O Diabetes é uma doença metabólica caracterizado pelo excesso de açúcar no sangue (glicose) devido o pâncreas não produzir corretamente a quantidade de insulina (hormônio produzido pelo órgão) que o organismo precisa ou quando o corpo não corresponde à insulina produzida (resistência insulínica).
Quando não tratada adequadamente, o Diabetes pode causar complicações e originar outras doenças como as cardiovasculares, AVC (acidente vascular cerebral), doenças renais crônicas, úlceras no pé, retinopatia diabética (problemas oculares) ou até mesmo levar o paciente à morte.
Existem vários tipos da doença:
- Diabetes tipo 1, sua causa não é definida com precisão, em alguns pacientes a questão genética pode ser um fator importante para a doença em decorrência de um problema no sistema imunológico;
- Diabetes tipo 2, sua causa pode ser combinada por fatores genéticos e pelo estilo de vida que leva, o sobrepeso, a obesidade, o sedentarismo e a alimentação inadequada aumentam o risco para desenvolver a doença;
- Diabetes gestacional é causada pela alteração hormonal durante o período gestacional. Mulheres acima do peso ou as que adquiriram muito peso durante a gravidez tem maior risco de desenvolver a diabetes gestacional. Esse tipo da doença tende a desaparecer após a gestação, mas é preciso ter o controle e orientação médica após o nascimento do bebê.
Qual a prevenção para evitar o desenvolvimento do Diabetes?
Não há prevenção para o Diabetes tipo 1 por ser uma doença causada por fatores genéticos, como também para os fatores da Diabetes tipo 2 relacionadas aos genes ou a idade. Porém, os demais fatores que causam a doença podem ser controlados e até mesmo prevenidos.
Prevenir e controlar esses fatores estão diretamente ligados a prática de uma vida mais saudável regada a dietas e exercícios rotineiros.
Uma pessoa diabética deve ter uma dieta pobre em gorduras e rica em fibras, hortaliças e vegetais, além do acompanhamento de um especialista médico.
Quais os sintomas do Diabetes?
Uma pessoa com Diabetes geralmente apresenta sensação de cansaço, muita sede e fome, uso frequente do banheiro, fadiga, visão embaçada, dificuldades para sarar as feridas, formigamentos nos pés e mãos.
Além desses sintomas, há outros mais específicos que variam de acordo com o gênero. Os homens podem apresentar uma diminuição do desejo sexual, da força muscular e disfunção erétil. Já as mulheres podem adquirir infecções urinárias, pele seca e com coceira.
No entanto, vale lembrar que pessoas com diabetes tipo 2 ou pré-diabéticas podem não apresentar sintomas, mas estar com a doença. Por isso, é importante consultar o médico com regularidade para fazer os exames e manter a saúde em dia.
Como é feito o diagnóstico e o tratamento do Diabetes?
Uma pessoa que apresente qualquer sintoma descrito acima ou que esteja dentro dos pré-requisitos para desenvolver a doença precisa procurar um médico para que seja feito os exames específicos para diagnosticar a doença.
O exame mais comum para detectar se o paciente está ou não com Diabetes é o da glicemia em jejum. Exames para teste de tolerância à glicose, de glicemia capilar e o da hemoglobina glicada também confirmam ou não o diagnóstico.
Para tratar o paciente com Diabetes, os médicos utilizam alguns medicamentos que variam de acordo com o grau e especificidade da pessoa a ser tratada, eles podem ser administrados via oral ou por injeções.
A insulina é o principal tratamento para os pacientes com Diabetes do tipo 1. Ela age substituindo o hormônio que o corpo não produz. Já a dieta e os exercícios físicos são usados para os pacientes com Diabetes tipo 2, porém, se a mudança na qualidade de vida não for suficiente para reduzir os níveis de açúcar no sangue, o paciente vai precisar da ajuda de medicamentos prescritos pelo médico que o acompanha.
As pacientes com Diabetes gestacional precisam acompanhar os níveis de açúcar no sangue várias vezes ao dia e informar ao ginecologista obstetra durante a gravidez.
O Diabetes é uma doença séria e precisa ser controlada. Diferentemente das outras doenças, o controle do Diabetes está centrado na ação do paciente pela diminuição do açúcar, dieta saudável e atividade física regular.
Não se esqueça da importância do acompanhamento médico, levar uma vida saudável pode não curar o Diabetes, mas dará ao paciente uma vida saudável mesmo estando com a doença.
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Fonte: Douglas Ferreira - Revista Seleções










