Gleisi e organizadores do acampamento desmentem delegados da PF

Não é verdade que acampados colocam em risco os vizinhos e os delegados da PF.

 

Em resposta ao Sindicato dos Delegados de Polícia Federal, que encaminhou um ofício nesta quarta-feira (11) para a Superintendência da PF do estado do Paraná, solicitando a transferência imediata do ex-presidente Lula da sede da PF, em Curitiba, por causa dos ""transtornos e riscos à população e aos funcionários da corporação"", a presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffman, disse que a segurança dos policiais e dos moradores nas imediações da PF nunca esteve em risco.

“Isso nunca aconteceu. Na realidade, o que está em jogo é a liberdade do presidente Lula”, disse Gleisi em vídeo distribuídos nesta tarde, onde afirma que Lula só sairá da sede da PF se sua transferência for negociada com seriedade pelos seus advogados.

“Queremos afirmar que qualquer situação envolvendo o presidente Lula, inclusive de transferência de local, só vai ser feita a partir de uma negociação detalhada e responsável com os seus representantes jurídicos. Fora disso não há nenhuma possibilidade”.

Em nota, os responsáveis pelo acampamento reforçam a fala da presidenta do PT. Segundo eles, os argumentos da PF são usados com “má-fé” para desviar o foco central, que é o arbítrio representado pela prisão de Lula.

“No que se refere ao acampamento, estamos instalados pacificamente em área pública. É notória a recepção dos moradores, que ajudam diariamente com água, energia elétrica, rede de internet”, diz a nota.

Segundo eles, foi até escrita uma carta aos moradores, pedindo desculpas pelo transtorno e esclarecendo que eles não são responsáveis “pelas violações, pela violência de sábado, nem pelas arbitrariedades que estão sendo cometidas contra o presidente Lula”.

Aos delegados incomodados com a presença de trabalhadores e trabalhadoras de várias partes do Brasil, que estão em Curitiba para prestar apoio e solidariedade ao ex-presidente, e de lá só sairão quanto Lula for solto, Gleisi mandou um recado contundente.

“Eu queria falar a esses delegados da PF que se nós estamos nas imediações da PF é porque levaram Lula para aí. Nós não queríamos estar aí. Nós queríamos que o presidente Lula estivesse em liberdade, até porque essa prisão é injusta e ilegal e não tem base constitucional. Lula é um preso político”, disse Gleisi.

Segundo a senadora, em uma reunião realizada nesta quarta-feira (11), em Brasília, com o comando político da campanha pela liberdade de Lula, composto pelo PT, PC do B, PSOL, CUT, MST, MTST e demais movimentos das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, foi decidido pela continuidade das vigílias democráticas em favor de Lula tanto em Curitiba quanto em Brasília, onde a vigília está sendo instalada hoje.

“Nós não vamos sair de perto do presidente Lula e, também, não vamos deixar de lutar até que a Justiça e o Supremo Tribunal Federal restabeleçam a Constituição Federal, sendo o seu guardião”, disse Gleisi.

A presidenta do PT disse, ainda, que será realizada uma reunião com os partidos políticos de esquerda para formar a Frente pela Democracia, Soberania e Direitos do Povo Brasileiro, e que um desses direitos é a liberdade do presidente Lula.

“Nos não vamos desistir. Nós estamos com Lula. E enquanto ele estiver em Curitiba, nós estaremos lá”, disse Gleisi, que encerrou o vídeo mandando um recado a Lula: “Presidente, nós queremos a sua liberdade e o Brasil está lutando e torcendo por isso”.

Confira a íntegra da nota dos organizadores do acampamento:

NOTA DO ACAMPAMENTO LULA LIVRE

Sobre o ofício e as declarações do sindicato dos delegados da Polícia Federal, as organizações à frente do acampamento Lula Livre, instalado nas imediações da Superintendência da Polícia Federal, afirmam que:

Seguimos em resistência no acampamento, exigindo a liberdade para o ex-presidente Lula. E estaremos onde se mantiver a condenação injusta e sem provas, no contexto de nossa resistência pacífica.

O tema dos moradores está sendo usado com má-fé, por pessoas e grupos que querem desviar o tema central, que é o arbítrio da prisão de Lula.

No que se refere ao acampamento, estamos instalados pacificamente em área pública. É notória a recepção dos moradores, que ajudam diariamente com água, energia elétrica, rede de internet. Muitos participam das atividades do acampamento, prestigiam nossas cozinhas e espaços culturais. A cada dia a imprensa presente pode verificar a melhoria na organização. A relação também é boa com o comércio.

Cumprimos os acordos coletivos de silêncio depois das 22h às 7h. Cerca de 80 pessoas da equipe de limpeza recolhem o lixo e fazem a limpeza todas as manhãs. E estamos sempre apontando melhorias na estrutura de banheiros.

Realizamos uma carta aos moradores, onde reafirmamos nosso pedido de desculpas pelo transtorno, mas não somos responsáveis pelas violações, pela violência de sábado, esta sim precipitada pela Polícia Federal, nem pela arbitrariedades que estão sendo cometidas contra Presidente Lula.

Atenciosamente,

Curitiba, 11 de abril de 2018.

 

 

Fonte:Marize Muniz e Tatiana Melim/CUT


Uma prisão injusta e política

Em nota oficial, executiva da CUT convoca mobilização e resistência por Lula livre.

Hoje Lula é um preso político. Em mais de 40 anos de atuação política o ex-presidente Lula teve sua vida virada e revirada pelos órgãos de investigação e  nunca encontrado nada que pudesse manchar a sua história e a sua honestidade. Foi somente com um processo forjado, sem provas, repleto de irregularidades e ilegalidades que fabricaram essa condenação.

CUT convoca mobilização e resistência por Lula livre

- Executiva da CUT

Essa sentença de prisão injusta é o aprofundamento do golpe de 16 de abril de 2016, que culminou com o impeachment sem crime de responsabilidade da presidenta Dilma.

Ao longo das últimas quatro décadas, Lula tem enfrentado uma brutal campanha difamatória da grande imprensa sem que isso tenha abalado a sua popularidade junto aos trabalhadores e trabalhadoras e ao povo pobre o país.

Hoje, sem dúvida, o companheiro Lula seria eleito novamente presidente em primeiro turno para retomar e ampliar o projeto democrático e popular, revertendo as desastrosas políticas dos golpistas de retirada de direitos trabalhistas, que arrocham salários, geram desemprego e trabalho informal, que entregam o nosso patrimônio público às multinacionais afetando a soberania nacional.

A CUT reafirma o seu apoio ao ex presidente Lula e também a sua candidatura a presidente do Brasil.

Não nos calarão

- CUT Nacional

A CUT conclama as suas bases e o conjunto do movimento sindical, as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, as personalidades democráticas, artistas e intelectuais a intensificar a campanha em defesa de Lula livre, contra sua prisão arbitrária construindo Comitês Populares Lula Livre.

A CUT conclama todos os sindicatos filiados a desenvolver atividades em suas bases pela libertação imediata de Lula, com panfletagens, assembleias nos locais de trabalho e manifestações, desde já.

A CUT propõe a todos os seus ramos e CUTs estaduais a entrarem em estado de mobilização permanente, associando a defesa dos direitos trabalhistas e sociais atacados ou ameaçados com a defesa da liberdade para Lula e do seu direito de ser candidato à presidência da República.

Na democracia cabe ao povo soberano decidir em eleições livres!

Em todos os fóruns internacionais em que a CUT participa, denunciaremos a condição de Lula como preso político, reforçaremos o Comitê Internacional em sua defesa.

Vamos fazer grandes atos de 1º de Maio em defesa de nossos direitos e da liberdade de Lula.

Como disse inúmeras vezes o companheiro Lula:

“Que ninguém nunca ouse duvidar da capacidade de luta da classe trabalhadora”

Lula vale a Luta

Lula Livre

Somos todos e todas Lula!

São Bernardo do Campo, 7 de abril de 2018

Executiva Nacional da CUT.

 

 

Fonte:CUT Nacional


Estudo do DIEESE atualiza tabelas salariais para as carreiras da Seguridade Social

Documento foi entregue à Coordenação de Administração de Pessoas do Ministério da Saúde para conhecimento e encaminhamento para discussão na Mesa Setorial de Negociação Permanente.

A CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social divulga o Estudo Técnico nº 193/2018 do DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos que trata sobre a proposta de atualização das tabelas salariais para as carreiras da Seguridade Social - Previdência, Saúde e Trabalho. O estudo, que se baseia nos valores atuais de janeiro de 2018, foi encaminhado, em 09 de março, à MSNP/MS – Mesa Setorial de Negociação Permanente do Ministério da Saúde, aos cuidados da Coordenação de Administração de Pessoas.

O trabalho dos técnicos propõe equiparar a gratificação da Seguridade com a do Seguro Social, a GDASS - Gratificação de Desempenho de Atividades do Seguro Social para os servidores de nível superior e intermediário. Para os trabalhadores de nível auxiliar, há a proposta de reajuste de 25,36% na tabela atual da CPST, mesmo indicador proposto para o reajuste da GACEN -  Gratificação de Atividades de Combate e Controle de Endemias. O índice é usado para apresentar as perdas salarias. O estudo observa que “não foram considerados os adicionais que, porventura, os servidores tenham direito e que incidam sobre os vencimentos básicos. Nesses casos, os valores individuais serão diferentes dos apresentados”.

As entidades representativas dos servidores públicos federais solicitaram que o conteúdo da proposta fosse encaminhado ao Ministério do Planejamento, por meio da Secretaria de Relações do Trabalho, para análise e posterior atendimento das reivindicações dos trabalhadores. Além da CNTSS/CUT, participam da Mesa Setorial de Negociação Permanente do Ministério da Saúde a FENASPS - Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social e a CONDSEF – Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal.

Campanha Salarial 2018

O FONASEFE - Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais e o FONACATE - Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado realizaram o lançamento oficial da Campanha Salarial Nacional de 2018 durante ato promovido em 19 de fevereiro em frente ao Ministério do Planejamento, em Brasília. Na ocasião, foi protocolada a pauta de reivindicações construída em conjunto com as várias entidades representativas dos servidores públicos federais.

A data escolhida para o lançamento da campanha salarial teve a intenção de agregar a agenda de lutas e mobilizações proposta pela CUT – Central Única dos Trabalhadores e demais Centrais Sindicais para aquele dia em todo o país. Desta forma, além da pauta da Campanha Salarial, os servidores federais incluíram as críticas à Reforma da Previdência, à Emenda Constitucional (EC) 95, à Lei das Terceirizações, à Reforma Trabalhista e à intervenção militar federal no Rio de Janeiro.

Os servidores federais elencaram como eixos centrais da campanha salarial a correção salarial com aplicação do índice de 25,63% (DIEESE); a extensão do índice da Lei 13.464/17 para todos os servidores federais; o cumprimento de todos os acordos assinados em 2015; a aplicação do valor de, no mínimo, 50% per capita da União para a manutenção de plano de saúde dos servidores.

Os eixos gerais abordam a defesa dos serviços públicos, com foco na reforma da Previdência. Desta forma, ficam explícitos que os servidores federais são contra o desmonte dos órgãos públicos; lutam pelas revogações da EC 95/16 e da Reforma Trabalhista; e são contra a Reforma da Previdência. Há ainda os itens presentes na negociação e política salarial, Previdência e Condições de trabalho e financiamento (Veja a íntegra da pauta anexa abaixo).

As respostas preliminares anunciadas pelo governo demonstram que haverá uma grande dificuldade de conquistas dos itens presentes na pauta financeira, fato que teve como justificativa os impedimentos derivados da EC 95. Como foi amplamente denunciado pelas entidades sindicais, a Emenda Constitucional seria a ferramenta utilizada pelo governo para restringir os direitos dos trabalhadores. Este indicativo aponta que as negociações da campanha salarial deste ano serão árduas, com o governo querendo impor medidas restritivas aos trabalhadores.

As entidades representativas dos trabalhadores mantêm a disposição de luta na defesa da pauta dos servidores. A classe trabalhadora e o conjunto da sociedade não podem ser penalizadas por uma medida arbitrária do governo que congela por 20 anos investimentos em diversas áreas sociais e que recai também sobre os salários dos servidores federais. Vamos dialogar com as nossas bases e manter as categorias unidas e organizadas para mais esta batalha contra este governo golpista e ilegítimo.

Clique aqui e veja a íntegra da notificação sobre estudo do DIEESE.

Clique aqui e veja a íntegra da pauta da Campanha Salarial 2018.

 

 

 

Fonte:Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT


Salários do funcionalismo serão alvo após reforma da Previdência

Quadro assume caráter de urgência diante da constatação de que quase 42% dos servidores efetivos poderão se aposentar nos próximos quatro anos.

Já é praticamente consenso entre os economistas do governo encarregados da gestão fiscal que, após a reforma da Previdência, a nova administração que assume o país em janeiro de 2019 terá que se debruçar sobre a reforma da folha de salário do funcionalismo público.

O governo geral - União, Estados e municípios - é responsável por cerca de 30% da massa salarial do país (foram R$ 798 bilhões em 2015) e emprega 20% da força de trabalho com carteira assinada (um contingente de 10,5 milhões de pessoas em 2015). A despesa total com ativos e inativos chega a 15% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo que a União responde por 4,5% do PIB. Os Estados gastam o equivalente a 6,3% do PIB e os municípios, 4,3% do PIB.

Hoje, esse é o tema de um debate na FGV/SP sobre propostas de reformas para destravar o Brasil - uma série de discussões que começou no mês passado e vai durar até junho. O ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa vai apresentar um estudo em que ele cita os números acima e sugere o que deveria ser, no seu entender, os princípios da nova política de pessoal do setor público.

Para começar, seria instituído um teto para o aumento global da folha de salários, com base nas metas de gasto definidas pelo governo, com prazo de quatro anos. Um comitê independente de remuneração do serviço público, com representantes do setor privado, governo e sindicatos, seria criado para assessorar o presidente da República. E haveria, no longo prazo, um alinhamento entre a remuneração do setor público e a do setor privado, sendo que os reajustes dos servidores seguiriam a variação dos salários no setor privado.

Ao comitê de remuneração caberia elaborar propostas para reorganizar as carreiras e a remuneração dos servidores civis, com início em 2020.

A folha de pagamento é o principal gasto do governo geral e a segunda maior despesa da União, atrás da Previdência. Os servidores ativos respondem por 30% do gasto primário e os inativos, 13%. O funcionalismo, portanto, representa 43% da despesa primária do setor público, que tem crescido acima do PIB nos últimos anos.

Estável desde 2015, o teto de remuneração deverá ser reajustado substancialmente após as eleições, lembra Barbosa. O próximo governo terá que enfrentar uma nova rodada de negociações com os servidores no ano que vem.

A revisão do teto de remuneração federal deve contemplar a eliminação de "penduricalhos" e sua definição seria restrita ao Congresso Nacional, com base em recomendação do presidente da República, ouvido o parecer do comitê independente.

Essa não é uma tarefa trivial, assinala o ex-ministro. São mais de 120 carreiras - com grande dispersão de salários para funções semelhantes - e um número praticamente igual de sindicatos de servidores com grande poder de pressão sobre o Congresso. Tal fragmentação produz uma corrida insana por reajustes salariais, em busca de isonomia.

Há, também, distorções na remuneração para cargos de chefia, que hoje ganham menos do que o salário de entrada em várias "carreiras de Estado". O quadro assume caráter de urgência diante da constatação de que quase 42% dos servidores efetivos poderão se aposentar nos próximos quatro anos, com base nas atuais regras de Previdência do setor público.

 

 

Fonte:Claudia Safatle/Valor Econômico


Novas parcerias SINSSP: CERS e CVC

O SINSSP vem buscando parcerias para beneficiar o seu filiado tentando ofertar mais lazer, diversão, cultura, novos conhecimentos, etc.

 

SINSSP vem buscando parcerias para beneficiar o seu filiado tentando ofertar mais lazer, diversão, cultura, novos conhecimentos, etc.

Por saber que o servidor vive momentos de dúvidas, incertezas, ataques ao funcionalismo público, falta de mão de obra e de estrutura para desenvolver seu trabalho, o Sindicato se preocupa e paralelamente corre atrás de benefícios que possam aliviar essas tensões.

A surpresa da vez para o filiado SINSSP vai de encontro a dois extremos importantes na vida profissional e pessoal do servidor: o lazer e a busca por novos conhecimentos. Desta forma, o SINSSP anuncia duas novas parcerias.

No campo do lazer foi firmado contrato com a CVC, empresa famosa que presta serviços turísticos, onde o filiado terá uma média de descontos em pacotes de viagens no Brasil e no mundo. Já no campo educacional foi firmado uma parceria com a CERS, um centro de estudos para cursos online e presencial voltado principalmente para as áreas jurídica, fiscal e administrativa, bem como para o Exame de Ordem da OAB.

Se você se interessou por uma ou pelas duas novas parcerias acesse o site https://www.sinssp.org.br/Noticias/Convenios e veja mais detalhes de cada uma. Dúvidas ou maiores informações entrar em contato pelo e-mail: diretoria@sinssp.org.br

Vale lembrar que estas e as demais parcerias firmadas pelo SINSSP atendem apenas os servidores que são filiados ao Sindicato. Se você não é filiado não perca tempo e corra para filiar-se, acesse o link e siga as instruções.

 

Fonte:Sinssp


CVC

Sempre em busca de parcerias, o SINSSP informa que foi firmado contrato com a CVC, empresa que presta serviços turísticos, onde o filiado terá uma média de descontos em pacotes de viagens no Brasil e no mundo.

 

Sempre em busca de parcerias, o SINSSP informa que foi firmado contrato com a CVC, empresa que presta serviços turísticos, onde o filiado terá uma média de descontos em pacotes de viagens no Brasil e no mundo.

A CVC faz tudo por uma boa viagem. Por isso trabalha para transformar essa experiência na melhor conquista de sua vida, através de novas tendências e ampla rede de produtos e serviços turísticos. É essa forma de pensar que estabelece a CVC como a maior operadora de turismo da América Latina.

O comprometimento social, a solidez e a inovação propiciaram notoriedade e visibilidade junto ao público. A CVC foi a primeira companhia a fretar aviões, a investir em um novo canal de distribuição com rede multimarca de produtos turísticos, a desenvolver o conceito de atendimento em shoppings e hipermercados, além de oferecer o parcelamento de viagens em 10 vezes sem juros e valores que cabem no bolso do consumidor.

Embarque nessa com a gente, aperte os cintos e excelente aventura!

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Fonte:Sinssp


CERS

Sempre surpreendendo o SINSSP desta vez anuncia parceria com a CERS, um centro de estudos para cursos online e presencial voltado principalmente para a área jurídica e previdenciária.

 

Sempre surpreendendo o SINSSP desta vez anuncia parceria com a CERS, um centro de estudos para cursos online e presencial voltado principalmente para a área jurídica e previdenciária.

O CERS Cursos Online iniciou suas atividades em 2009, com aulas preparatórias para concursos e Exame de Ordem da OAB. Com o olhar sempre voltado para o futuro da educação, a empresa trilhou um caminho inovador até alcançar o reconhecimento como a maior instituição de ensino a distância do ramo no país.

Em pleno crescimento, a empresa possui 27 salas de gravação de aulas em diferentes estados do Brasil: Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Bahia e no Distrito Federal. Câmeras em alta resolução (HD), equipamentos modernos de áudio e iluminação, bem como a melhor tecnologia em transmissão que garantem a qualidade de imagem dos vídeos.

Nos seis primeiros anos de funcionamento, cerca de 300 mil alunos se prepararam com os professores do CERS para os mais diversos concursos das áreas jurídica, fiscal e administrativa, bem como para o Exame de Ordem da OAB. A descentralização do corpo docente permite ao CERS compor uma equipe qualificada de professores cuidadosamente escalados de diferentes locais do Brasil, de acordo com suas formações e especialidades.

Para que tudo isso seja possível, o DNA do CERS Cursos Online é composto de três elementos imprescindíveis: Qualidade, Interatividade e Inovação. Juntos, esses pilares garantem a confiança e credibilidade dos estudantes nos produtos e serviços prestados pela instituição.

CERS CENTRO DE ESTUDOS

Com o desafio de oferecer o mais moderno conceito de educação, além das aulas online, o aluno ainda pode usufruir de um ambiente propício para o aprendizado no CERS Centro de Estudos.

O espaço físico amplia ainda mais a chance para a aprovação em certames, uma vez que os alunos têm à disposição cabines de estudos individuais, modernas, confortáveis, silenciosas e com acesso à internet, livraria, cafeteria e serviços de coach.

Esperamos que o CERS seja uma ferramenta multiplicadora de conhecimentos e sirva de guia para realização de seus objetivos.

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Fonte:Sinssp


BC atua como sindicato dos banqueiros enquanto povo perde emprego e renda

Imunes ao ajuste fiscal do governo Temer, que destrói direitos da população, os ricos e privilegiados patrocinam a mídia para acobertar o desastre.

 

A gravíssima recessão que atingiu a economia brasileira produziu efeitos muito desiguais. Para a maioria do conjunto dos setores das atividades econômicas, a recessão implicou queda no nível de produção ou até mesmo redução na capacidade de produção (desinvestimento), acompanhada da redução no faturamento e na taxa média de lucro.

Em função disso, por exemplo, setores industriais e da construção civil amargaram diminuição significativa no nível de produção e emprego de mão de obra. A participação da indústria de manufatura no Produto Interno Bruto recuou ao observado na década de 1910.

Por outro lado, os maiores bancos no país (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil) registram elevação de 21% nos lucros que somam quase R$ 65 bilhões somente no ano passado. A atuação do Banco Central como uma espécie de sindicato dos banqueiros ajuda a entender como foi contida a queda na taxa básica de juros (Selic), sem qualquer compromisso com o emprego e renda dos brasileiros.

A prevalência da inegável alta na taxa de juros reais também favoreceu, bem como permitiu reproduzir – ainda mais – o segmento rentista, ou seja, aqueles que vivem da aplicação de sua riqueza no sistema financeiro. No ano de 2016, por exemplo, os rendimentos financeiros alcançaram a soma de R$ 141,7 bilhões, o que equivaleu a 2,2 vezes mais do que o registrado em 2013 (R$ 65,8 bilhões), segundo informações do próprio Ministério da Fazenda.

Para isso, o Banco Central elevou a taxa básica de juros de 7,25% no ano de 2013 para 14,25% até 2016. Ao mesmo tempo em que inibia o conjunto das atividades econômicas, produzindo a mais grave recessão entre os brasileiros, o Banco Central protegia os muito ricos com capital a desviar das atividades produtivas para as aplicações financeiras.

Não satisfeito com o beneplácito do Banco Central aos ricos, o Ministério da Fazenda manteve intocável o atual sistema tributário regressivo, o que permitiu prosseguir com os privilégios aos detentores de fortunas no país. No ano de 2017, por exemplo, a renda advinda de lucros e dividendos que alcançou a soma de R$ 350,3 bilhões permaneceu imune ao pagamento do imposto de renda, ao contrário dos assalariados, cuja renda mensal superior a R$ 2 mil (R$ 24 mil ano) implica contribuição ao fisco.

Trabalhadores perderam emprego, tiveram rebaixamento do nível de renda, mas o peso dos impostos sobre os mais pobres seguiu intocável pela equipe econômica do governo Temer. Assim como a elite dos servidores públicos com rendimentos anuais acima de R$ 600 mil (R$ 52,5 mil por mês), e que representa apenas 1% dos quase 5 milhões de funcionários públicos federais, seguiu detendo isenção tributária de um terço de sua renda auferida ao ano (R$ 58,7 bilhões).

A presença de adicionais à remuneração básica, como auxílio-moradia, entre outros, constitui benefício tanto para se proteger de crises econômicas como a recessão quanto manter imune à tributação que atinge, sobretudo, os mais pobres no Brasil. A grande faixa de isenções tributárias se constitui agravante do processo de reprodução da bárbara desigualdade de renda e riqueza.

Todo o movimento de ajuste fiscal produzido pelo governo Temer, que tem destruído direitos sociais do conjunto da população, passa à margem dos ricos e privilegiados do país. Talvez por isso que os propagandistas sustentados por bancos e meios de comunicação destacam o quanto a equipe econômica é a do sonho do mercado financeiro.

 

 

Fonte:Marcio Pochmann, para a RBA


Após derrotarem Doria, servidores de São Paulo suspendem greve

Movimento, que paralisou grande parte das estruturas da prefeitura por 20 dias, mostrou unidade da categoria para barrar alterações nas regras da previdência municipal.

 

“Não tem arrego!” As palavras repetidas exaustivamente nas últimas semanas pelos servidores municipais de São Paulo foram levadas com firmeza pela categoria até ontem (27), mais precisamente às 18h21, quando o presidente da Câmara dos Vereadores, Milton Leite (DEM), anunciou a vitória dos trabalhadores: o Projeto de Lei (PL 621/16), de autoria do prefeito João Doria (PSDB) e que impunha perdas salariais e alterava as regras para a aposentadoria do funcionalismo, fora suspenso da pauta por 120 dias. Uma clara derrota do prefeito e que levou os servidores a voltarem ao trabalho hoje, decretando o fim da greve até que novas negociações se encaminhem.

“Doria estava desesperado para aprovar o PL 621/16. Tentou colocar a população contra os servidores e utilizou, inclusive, dinheiro público para fazer a campanha contra os trabalhadores”, afirmou em nota o Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), referindo-se à campanha publicitária na mídia tradicional para convencer a população da necessidade das alterações propostas.

De fato, o prefeito tinha pressa, já que abandona a cidade no dia 6 de abril, dia em que renuncia ao cargo, menos de um ano e meio depois de assumir, para concorrer ao governo do estado. Ainda na manhã de ontem, Doria havia convocado uma coletiva de imprensa de última hora para anunciar medidas e manobras que resolvera adora para aprovar a matéria.

O prefeito obteve derrotas sequenciais frente às manifestações em defesa de seus direitos pelos servidores. Em greve desde o dia 8 de março, diversas categorias do funcionalismo firmaram posição contra o PL em atos sucessivos nas ruas em frente às representações de poder, Legislativo e Executivo. O movimento obteve números expressivos:  94% das escolas municipais e creches paradas, 100% da assistência social, mais de 90% dos CÉUs, entre outras.

A última – e definitiva – derrota para Doria foi a suspensão da tramitação do PL pelos vereadores, inclusive muitos da base governista. Para as entidades representativas dos servidores, o prefeito tentou apressar a matéria para acenar ao mercado financeiro de que ele teria capital político para aprovar uma reforma na previdência, algo que o Presidente da República, Michel Temer (MDB), não conseguira em âmbito federal.

“Não me venham fazer nem ameaças nem emparedamento de qualquer espécie. Não fui eleito para ceder a ameaças, seja de quem for”, disse o prefeito na coletiva, visivelmente alterado, para em seguida apelar, como de costume, para seus discursos de antipetista, que o ajudaram a vencer as eleições municipais. "Os mesmos partidos que são contra a reforma da previdência são os que sustentaram o governo Lula (…) Não. Esse emparedamento, comigo, não vai funcionar."

Entretanto, quem travou de fato a matéria na Câmara foram vereadores da própria base do prefeito. “Publicamente, reconheço os esforços feitos pelo governo junto dos vereadores da base porém, não foi suficiente”, disse Milton Leite ao anunciar a suspensão da matéria.

Um destes vereadores que compunham o governo é Camilo Cristófaro (PSB). No pequeno expediente que precedeu o início da sessão extraordinária que levou à suspensão da matéria, ele disse: “O prefeito mente porque não tem condições de governar. Ele está indo embora (…) Tudo que ele prometeu na cidade, nada cumpriu. Me perguntam se eu mudei de lado, mas quem mudou foi ele", disse.

Mesmo o ex-secretário do Verde e do Meio Ambiente durante o início da gestão Doria, Gilberto Natalini (PV), se posicionou contrário de forma veemente. “Sou médico concursado da Prefeitura desde 1988, sou funcionário público dessa cidade com muita honra (…) Não admito que se ofenda o funcionalismo público municipal, me sinto ofendido também (…) Minha posição é clara a respeito do projeto, não é de hoje. Minha decisão, desde que tomei conhecimento do projeto, é contra. Não é uma modificação de última hora que vai me tornar favorável.”

A modificação de última hora por Doria a que Natalini se refere foi um substitutivo retirando pontos polêmicos do projeto e que prometia até mesmo aumentos salariais, caso a matéria fosse aprovada – 8% de reajuste para os professores e um aumento expressivo de 24% no piso de todo o funcionalismo, além de retirar a possibilidade de securitização da previdência, bem como extinguiu a suplementação do Sampaprev, que impactaria em um aumento de 5% na alíquota cobrada dos servidores, mas manteve o acréscimo de 11% para 14%.

Acontece que promessas feitas pelo prefeito são questionáveis, como disse o vereador Alfredinho (PT). “O prefeito, quando foi candidato, deveria ter dito que ia tirar o leite das crianças, que ia cortar o transporte escolar. Ele se dizia gestor, empresário, achou São Paulo pequena demais e tentou ser presidente. Não deixaram. Não satisfeito, disse que não gosta de ser prefeito, que não quer. Agora vai sair para governador.”

O Sindsep resume a atuação de Doria e incorpora a vitória dos trabalhadores em seu discurso. “Derrota do prefeito que vai embora sem nunca ter estado de fato no cargo”.

“Em ano de eleição, os vereadores ficaram pressionados com a impopularidade da medida, em especial aqueles que irão pleitear uma vaga como deputado estadual ou federal. O próprio Doria deveria ter calculado isso, mas com a ideia fixa de atacar os servidores públicos e se referendar como candidato do sistema financeiro não teve a sensibilidade para recuar de um projeto que descontava até 19% do salário dos trabalhadores”, completa.

Outra entidade muito presente em todo o movimento, o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), também emitiu nota, assinada pelo presidente da entidade, vereador Claudio Fonseca (PPS), apontando para a derrota da obstinação de Doria em seu braço de ferro contra os servidores. “Doria queria, antes de deixar a prefeitura, mas não conseguiu aprovar o confisco que, para ele, seria um troféu (…) As 100 mil vozes que ecoaram nas ruas da cidade, desde o início da greve, fizeram o governo retirar da pauta o PL”.

Além de comemorar a vitória, o Simpeem informa que o presidente do sindicato dialogou com o secretário de Educação, Alexandre Schneider, que garantiu o pagamento dos dias de greve, e que a reposição das aulas será debatidas nas unidades escolares junto da população.

 

 

Fonte:Gabriel Valery/RBA


SESC: servidor, essa matéria te interessa!

O contrato da parceria com o Sesc está vencendo no final de março e o SINSSP já pediu renovação, mas dá tempo ainda de pedir seu credenciamento e contar com mais um ano de benesses, corra, não deixe para depois.

 

Você sabia?

- Que centenas de filiados SINSSP e seus dependentes gozam dos benefícios que o SESC oferece aos seus usuários graças à parceria firmada em 2017? Ao adquirirem a Credencial MIS (Matrícula de Interesse Social) usufruem de descontos especiais e o titular ainda conta com a isenção na taxa de matrícula.

- Que participam dos serviços e atividades promovidos nas unidades do SESC em todo o Estado de São Paulo, observadas condições de disponibilidade de vagas efetivas em suas unidades, exceto em dois casos em que para critério de atendimento prevalece o direito exclusivo do público prioritário do SESC, matriculado com a credencial Plena: tratamento odontológico (ano todo) e as reservas para estadias na Unidade Bertioga em períodos de alta temporada nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro, carnaval e julho)?

- Que pagam a metade do valor em ingressos para espetáculos?

- Que têm descontos nas viagens para outros estados quando a excursão sai do estado de São Paulo?  Caso haja hospedagem em colônias de férias em outros estados, o uso do cartão na categoria MIS não será contemplado, ele é garantido somente no estado de São Paulo conforme consta em contrato e no próprio cartão, contudo há estados que em baixa temporada realizam o atendimento.

- Que a programação das atividades culturais e esportivas, opções de lazer e serviços para cuidar da saúde são amplamente divulgadas? Pelo Portal SescSP: https://www.sescsp.org.br/ pelos Cadernos de Programação, pela Revista e pelo livreto “Em Cartaz”, disponíveis em todas as unidades do SESC ou ainda no site onde a agenda é atualizada diariamente para cada uma das suas unidades, oferece venda online e promoções de ingressos, além de variado conteúdo interativo.

A saber:

DA PRIMEIRA À SÉTIMA ARTE

Shows de bandas e artistas consagrados, peças de teatro, espetáculos de dança e de circo, exposições, cursos...(clique aqui e veja mais).

ESPORTES E ATIVIDADE FÍSICA

Nas piscinas, nas quadras, nos campos ou nas salas de Ginástica Multifuncional, cursos e atividades para todas as idades (clique aqui e veja mais).

BRINCAR E APRENDER

Espaços de leitura e brincadeiras a qualquer hora como o Programa Curumim... (veja mais clicando aqui).

ESPAÇO DE TECNOLOGIAS E ARTES

Navegação em alta velocidade e acesso grátis em todas as unidades, além de oficinas que ajudam a explorar o mundo tecnológico (veja mais clicando aqui).

TURISMO SOCIAL

Passeios acompanhados por guias, centro de férias e lazer (veja mais clicando aqui).

Educação socioambiental, Selo Sesc em CDs, DVDs e publicações, Sesc TV e muito mais. Está esperando o quê para usufruir tudo isso?

PRESTE BEM ATENÇÃO

O contrato da parceria com o Sesc está vencendo no final de março e o SINSSP já pediu renovação, mas dá tempo ainda de pedir seu credenciamento e contar com mais um ano de benesses, corra, não deixe para depois.

Se você já é filiado informe seu interesse no e-mail diretoria@sinssp.org.br para receber formulário e informações o mais rápido possível, e se ainda não, acesse já o link https://www.sinssp.org.br/Home/FilieSe e preencha a ficha de credenciamento para gozar de outras parcerias que o SINSSP preparou para você.

 

Fonte:Sinssp