Documentário “Nosso INSS” na TV Brasil
Já está no ar o documentário “Nosso INSS”, uma produção da Repórter Brasil que retrata a crise estrutural do INSS. Este documentário conta com a participação da diretora do SINSSP, Vilma Ramos.
Ainda dá tempo de assistir na TV aberta pela TV Brasil no próximo dia 20/06 e em breve estará disponível no canal do SINSSP no YouTube.
Campanha de conscientização da violência contra a pessoa idosa
O SESC SP com o intuito de despertar reflexões sobre como o preconceito relacionado à idade se manifesta na sociedade, promove a Campanha de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, de 15 a 22 de junho, especificamente nas unidades de São Paulo.
Na edição deste ano, “Idadismo e Desumanidade” foi o tema escolhido para que a pessoa idosa reconheça, saiba como se proteger e reforçar a importância de não repetir este ciclo no dia a dia.
Durante a ação, as unidades do Sesc SP irão aprofundar os debates sobre o tema em bate-papos, cursos, oficinas e intervenções artísticas.
Confira a programação completa no site do SESC SP, clique aqui.
Dia Mundial do Doador de Sangue: confira histórias de quem escolheu realizar esse gesto
O dia 14 de junho marca o Dia Mundial do Doador de Sangue. A data, instituída em 2005 pela Organização Mundial da Saúde, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância do gesto que salva vidas. O Brasil de Fato ouviu algumas pessoas que têm o hábito de doar para contarem a importância disso.
“Na minha vida eu tive um episódio de saúde aos 11 anos em que eu passei por uma apendicite supurada, que é quando a inflamação do apêndice estoura. Tive uma infecção no abdômen, fiquei em uma situação muito grave e precisei de transfusão de sangue em função do procedimento cirúrgico e de toda gravidade. Eu nunca esqueci daquilo, então eu comecei a doar sangue”, relata o acupunturista e professor Edison Nogueira da Fontoura, 51 anos, e que há dez é doador.
“[A doação] mostra que todos nós estamos ligados de alguma forma e que essa ligação não se desfaz. Além do sangue ser uma substância vital, que mantém a vida, alimenta, nutre e dá sustentação, a doação é um ato de cidadania, de doação de uma pessoa para outra, um ato de civilidade e humanidade. A doação de sangue é uma forma voluntária e silenciosa de praticar a paz e a fraternidade. E também é um ato político importantíssimo”, ressalta.
A assistente social Aléxia Prestes Aires, 24 anos, é doadora há oito. O ato é “herança” de família, pois sua mãe é doadora há anos e sempre a incentivou a seguir o mesmo caminho. Assim que completou 16 anos, idade mínima para poder fazer a doação, fez a sua primeira. “Comecei a doar por compreender a importância de salvar vidas e de como isso faz a diferença para pessoas que por algum motivo precisam receber aquela doação. Sigo doando sempre que posso, pois cada doação pode salvar até quatro pessoas”, conta.
Trabalhadora no Sistema Único de Saúde, Aléxia sabe na prática a diferença que a doação faz na vida de pacientes. Doadora universal (tem sangue O-), ela explica que além da doação de sangue, existe também a de plaquetas, que é destinada normalmente a pacientes com leucemia, câncer, anemia ou que fazem algum tratamento oncológico.
A presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos do RS (Sindisepe-RS), Diva Luciana da Costa, começou a doar sangue por considerar uma forma de ajudar as pessoas. A primeira vez foi para ajudar o pai de uma amiga que precisava de doação. “Até então eu não tinha me dado conta do quão importante é, e que é uma coisa mínima que a gente faz. Porque tu senta ali naquela cadeira, eles retiram uma quantidade de sangue, não muda nada porque não te faz falta aquela quantidade de sangue para tu tocar a tua vida adiante. E é tão importante para tantas pessoas”, afirma.
“Aquela quantidade que tu entrega voluntariamente vai ajudar a salvar vidas, muitas vezes, ou evitar complicações, e vai cuidar da saúde de pessoas que tu não faz ideia de quem sejam”, destaca Diva, que doa regularmente desde 2012.
A farmacêutica e servidora da Secretaria Estadual da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul, Ediane Cardoso Lopes, 52 anos, que atualmente trabalha no hemocentro do estado, conta que já era doadora de sangue muitos anos antes de trabalhar no local. A servidora fez sua primeira doação há mais uma década. “Sempre a minha motivação é a possibilidade de auxiliar outras pessoas que estão em um momento difícil, de vulnerabilidade, uma limitação de saúde por diversas questões”.
Por trabalhar no hemocentro, afirma que consegue compreender ainda mais a importância da doação “O sangue é um fluido biológico que não existe outro substituto que não a partir da doação de um outro ser humano. É um ato lindo podermos auxiliar com recurso que é natural nosso e que faz bem também para o doador.” Ela ainda pontua que atualmente, com a complexidade das doenças e dos tratamentos, há uma dificuldade maior de encontrar doadores compatíveis com os pacientes que estão em necessidade.
Doar é seguro
“Doar sangue é um ato de amor, de valorização à vida. Fora as limitações e impedimentos de saúde ou alguma outra limitações, do que depende da nossa vontade não tem o que impediria a doação de sangue. Pode ser o medo, o receio, mas a doação de sangue é um ato seguro tanto para o doador quanto do receptor”, afirma. “Doem sangue”, finaliza Ediane.
Em 2019, durante greve, servidores públicos do estado fizeram doação coletiva de sangue no Hemocentro da Capital, muitos deles pela primeira vez. O Hemocentro abastece em torno de 40 hospitais e mais de 100 municípios gaúchos. Toda bolsa é 100% do Sistema Único de Saúde (SUS), seja ela utilizada na rede pública ou na rede privada. São necessárias cerca de 100 bolsas de sangue doadas todos os dias para suprir a demanda. Uma doação de sangue é capaz de salvar até quatro vidas.
Secretaria alerta para o estoque baixo de sangue
De acordo com a SES, o número de doadores de sangue no Rio Grande do Sul ainda não voltou ao patamar pré-pandemia. Em 2019, o RS registrou 79.866 doadores, entre novos e os de repetição – pessoas que doaram pelo menos duas vezes no período de 12 meses. Em 2020, esse número caiu para 70.930. A situação melhorou um pouco no ano passado, quando foram reportados 75.290 doadores, contudo, ainda abaixo de 2019.
“Os estoques de sangue estão baixos. Estamos em um processo de colocá-los em nível regular mas seguimos precisando que os doadores mantenham suas doações de forma sistemática. Necessitamos todos os dias de doadores tendo em vista que existem situações de emergência para o uso do sangue mas também situações de doenças crônicas que utilizam o sangue enquanto tratamento. Por essa razão necessitamos que as doações ocorram todos os dias”, ressalta a pasta. A secretaria destaca que há necessidade de todos os tipos sanguíneos, tendo em vista o atendimento em todo o estado, principalmente os tipos O+ e O-.
A SES frisa ainda que a doação de sangue e seu processamento são fundamentais para pacientes que necessitam de transfusão, como vítimas de acidentes, que necessitam de cirurgias ou outras situações clínicas.
“Se cada cidadão saudável doasse sangue pelo menos duas vezes por ano, não seriam necessárias campanhas emergenciais para coletas de reposição de estoques. É de suma importante a doação pois não há substituto para o sangue. Somente através do ato solidário e altruísta num movimento de empatia para com o próximo é que é possível obtê-lo e assim aqueles que necessitam obterem êxito em seus tratamentos de saúde”, complementa.
O que é preciso para doar?
- Estar em boas condições de saúde;
- Apresentar documento oficial de identidade com foto;
- Ter idade entre 16 e 69 anos, sendo que os candidatos a doadores com menos de 18 anos deverão estar acompanhados pelos pais ou por responsável legal;
- Pesar no mínimo 50 kg;
- O limite de idade para a primeira doação é de 60 anos;
- Não estar em jejum e evitar alimentação gordurosa;
- Ter dormido pelo menos 6 horas antes da doação;
- Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação;
- Não fumar pelo menos duas horas antes da doação.
Quais são os impedimentos temporários?
- Gripe ou febre;
- Gestantes ou mães que amamentam bebês com menos de 12 meses;
- Até 90 dias após aborto ou parto normal e até 180 dias após cesariana;
- Tatuagem ou acupuntura nos últimos 12 meses;
- Exposição a situação de risco para HIV (múltiplos parceiros sexuais, ter parceiros usuários de drogas);
- Herpes labial.
Fonte: BdF Rio Grande do Sul
Edição: Marcelo Ferreira
SINSSP na Mídia: 'Nosso INSS' - como o órgão federal chegou à maior crise de sua história
"Estejam certos de que vamos acabar, mais uma vez, com a vergonhosa fila do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)."
Em seu discurso de posse no Congresso Nacional, no dia 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu colocar fim à espera de quase dois milhões de pessoas por benefícios como aposentadoria e auxílio-doença.
A crise do órgão federal, que todo mês distribui renda a 37 milhões de brasileiros, é o tema do documentário "Nosso INSS" (disponível no link no final da matéria) o filme é uma realização da Repórter Brasil e conta com a distribuição do UOL.
Meu INSS: digitalização e déficit de servidores
Nos últimos anos, o INSS vem apostando na tecnologia para tentar agilizar o pedido e a análise de benefícios. O aplicativo Meu INSS, lançado em 2017, é a principal ferramenta.
A digitalização do atendimento aconteceu em meio a um drástico enxugamento do quadro de funcionários, causado pela aposentadoria de servidores e pela não realização de novos concursos públicos.
"Em 2016, estávamos em torno de 37 mil servidores no Brasil inteiro. Hoje, estamos com 18 mil servidores", afirma Vilma Ramos, diretora do Sinssp, sindicato dos trabalhadores do INSS em São Paulo. "Essa quantidade de servidores, mesmo com a utilização da tecnologia, não dá conta do atendimento da população", acrescenta.
Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), faz uma avaliação semelhante.
"Eu posso hoje abrir o sistema do Meu INSS e protocolar um benefício. Mas eu nem sei se estou juntando os documentos certos. Então, esse acesso 24 horas por dia, 7 dias da semana, começou a provocar uma enxurrada de pedidos", afirma Adriane.
"Mas ainda é muito necessário esse trabalho humano para que haja a conclusão de muitos processos. Porque o direito previdenciário é muito específico e muito complexo", acrescenta a presidente do IBDP.
Parque tecnológico defasado
Ao mesmo tempo em que aposta na digitalização, o INSS ainda conta com um parque tecnológico muito precário.
Segundo Cristiano Machado, diretor da Fenasps, federação nacional dos servidores do INSS, os sistemas usados pelos servidores saem do ar cotidianamente, por causa de problemas técnicos.
"Hoje, quando o sistema cai, é feito um abatimento das metas [de análise de benefícios que os servidores precisam cumprir]. Só que esse abatimento é muito inferior às reais condições do sistema. Aí, o servidor tem que trabalhar 12, 15 horas para conseguir cumprir a meta", critica Machado.
"Há necessidade de contratar mais peritos"
Outra queixa bastante comum dos segurados do INSS diz respeito às perícias. São frequentes as reclamações sobre atendimentos excessivamente rápidos e pouco atenciosos.
Desde 2019, no entanto, a perícia não é mais uma atribuição do INSS. Hoje, os servidores responsáveis pelos exames fazem parte da Subsecretaria de Perícia Médica Federal, órgão público que presta serviço ao INSS.
"Se um médico, por exemplo, faltar numa agência do INSS na hora da perícia, o chefe daquela agência não pode fazer absolutamente nada", critica Vilma Ramos, diretora do Sinssp, sindicato dos trabalhadores do INSS em São Paulo.
O presidente interino do INSS afirma "lamentar" a retirada da perícia das atribuições da autarquia. "Enquanto instituição, avalio que competência é poder. E o INSS, no curso da sua história, só vem perdendo poder, só vem perdendo competência", afirma Glauco Wamburg.
Na opinião de Rômulo Saraiva, especialista em direito previdenciário e colunista da Folha de S. Paulo, por atenderem dezenas de pessoas ao longo do dia, os médicos peritos "muitas vezes terminam diminuindo a qualidade do seu atendimento". Em sua avaliação, "há necessidade de contratar mais peritos".
Fonte: Uol/Economia – link para a matéria: https://economia.uol.com.br/colunas/carlos-juliano-barros/2023/06/13/nosso-inss-como-o-orgao-federal-chegou-a-maior-crise-de-sua-historia.htm
CLIPPING
Lançamento do documentário NOSSO INSS
O documentário “Nosso INSS”, uma produção da Repórter Brasil que retrata a crise do Instituto, já está no AR e conta com a distribuição do UOL. O filme investiga os motivos que levaram um dos principais órgãos do país, responsável pela distribuição de renda a 37 milhões de brasileiros, a enfrentar uma das piores crises de sua história.
A produção, dirigida por Carlos Juliano Barros e Caue Angeli, também vai retratar sobre a redução pela metade do quadro de servidores, a adoção de tecnologias digitais para tentar agilizar o atendimento e a falta de peritos médicos nas agências de todo o país.
A diretora da pasta Secretaria Geral do SINSSP, Vilma Ramos, participou do documentário e denunciou a sobrecarga de trabalho dos servidores, a pressão pelo cumprimento das metas absurdas a que os trabalhadores estão submetidos, do adoecimento da categoria por conta de toda essa pressão, de todas as péssimas condições de trabalho, falta de servidores e que o campo tecnológico está precário e defasado.
Assista abaixo “NOSSO INSS - Documentário sobre a crise do INSS” na íntegra:
Sobre a Repórter Brasil
A Repórter Brasil foi fundada em 2001 por jornalistas, cientistas sociais e educadores com o objetivo de fomentar a reflexão e ação sobre a violação aos direitos fundamentais dos povos e trabalhadores no Brasil.
Ficha Técnica Documentário NOSSO INS
Nosso INSS (2023 | 26 minutos)
Direção: Carlos Juliano Barros e Caue Angeli
Roteiro e produção executiva: Carlos Juliano Barros
Direção de fotografia, montagem e finalização: Caue Angeli
Trilha sonora e mixagem de áudio: Pedro Penna
Artes e animações: Leo Uehara
Realização: Repórter Brasil
Fonte: Repórter Brasil, com informações do SINSSP
Trailer Documentário NOSSO INSS
Nesta terça-feira (13) será lançado no Canal UOL o documentário “Nosso INSS”, uma produção da Repórter Brasil que retrata a crise do Instituto e investiga os motivos que levaram um dos principais órgãos do país, responsável pela distribuição de renda a 37 milhões de brasileiros, a enfrentar uma das piores crises de sua história.
O documentário também vai retratar sobre a redução pela metade do quadro de servidores, a adoção de tecnologias digitais para tentar agilizar o atendimento e a falta de peritos médicos nas agências de todo o país.
A produção traz histórias de pessoas que sofrem com a demora das filas virtuais do INSS, além de entrevistas com especialistas e com o atual presidente do órgão. A diretora da pasta Secretaria Geral do SINSSP, Vilma Ramos, concedeu entrevista para colaborar e ajudar na propagação da informação e denunciar à sociedade brasileira a situação caótica em que se encontra o INSS.
Nas suas falas, a dirigente fez questão de deixar claro a sobrecarga de trabalho dos servidores, a pressão pelo cumprimento das metas absurdas a que os trabalhadores estão submetidos, do adoecimento da categoria por conta de toda essa pressão, de todas as péssimas condições de trabalho, falta de servidores e que o campo tecnológico está precário e defasado.
Sobre a Repórter Brasil
A Repórter Brasil foi fundada em 2001 por jornalistas, cientistas sociais e educadores com o objetivo de fomentar a reflexão e ação sobre a violação aos direitos fundamentais dos povos e trabalhadores no Brasil.
Ficha Técnica Documentário NOSSO INS
Nosso INSS (2023 | 26 minutos)
Direção: Carlos Juliano Barros e Caue Angeli
Roteiro e produção executiva: Carlos Juliano Barros
Direção de fotografia, montagem e finalização: Caue Angeli
Trilha sonora e mixagem de áudio: Pedro Penna
Artes e animações: Leo Uehara
Realização: Repórter Brasil
Assista abaixo o trailer do documentário Nosso INSS:
Fonte: Repórter Brasil, com informações do SINSSP
Episódio #119 do MEGAFONE - Economia ecológica: o equilíbrio entre meio ambiente e economia
No episódio #119 do MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP, aproveitando o gancho da comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, vai falar sobre economia ecológica, uma vertente que precisa ser compreendida e que vem de encontro ao jeito sustentável de ser, na busca pela interrelação entre a economia e a ecologia. Para falar do assunto, o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, Paulo Antônio de Almeida Sinisgalli. Fique sintonizado com a gente!
Para ouvir no Spotify clique abaixo:
O programa também está disponível na Anchor clique aqui.
No Pocket Casts: clique aqui para ouvir.
No Podcasts do Google: clique aqui para ouvir episódio do MEGAFONE
Pelo RadioPublic: clique aqui para ouvir.
Continue sintonizado no MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP!
ATENÇÃO: você pode ouvir o episódio #119 do MEGAFONE pelos links acima, direto nas plataformas de streaming. Se a plataforma escolhida solicitar login, efetue o seu cadastro escolhendo logar pelo Facebook, Google ou e-mail e pronto, sua conta está criada, é fácil! Depois, só localizar o MEGAFONE, seguir o canal e ouvir os episódios.
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Presidente interino do INSS tenta empurrar mais um golpe contra os servidores
Na reunião do Comitê Permanente dos Processos de Trabalho, realizada no dia 25 de maio, o presidente interino do INSS, Glauco André Fonseca Wamburg, apresentou às entidades sindicais nacionais uma proposta para a reestruturação da Carreira do Seguro Social.
A proposta foi construída sem ouvir os Servidores Públicos da Autarquia e por se tratar de um projeto coletivo, deveria contemplar o debate de toda a categoria e ser apresentado ao órgão, por meio das entidades representativas, e a partir daí construir um documento que anseie os objetivos dos servidores.
Porém, o “Power Point” foi apresentado na reunião como única alternativa de projeto e que continha vários pontos para que as entidades escolhessem apenas um ítem para ser encaminhada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
O presidente interino do INSS usou dos seus poderes para que, de forma equivocada, empurrasse para a categoria um projeto de reestruturação da Carreira do Seguro Social feito no improviso, sem debates, estudos e participação da parte mais interessada no assunto, os servidores da Casa.
O Secretário Geral do SINDIPREV SE, Deivid Christian, membro do Comitê Permanente de Processos de Trabalho e que estava presente na reunião, relatou que todos ficaram espantados com a situação a que foram submetidos. O diretor ainda informou que “após a apresentação, o INSS solicitou a aprovação da proposta, sendo negada por estar em fórum impróprio, sem debate com a categoria e por excluir aposentados e pensionistas”, informou o dirigente.
Para o presidente do SINSSP, Pedro Totti, as entidades nacionais bem como os sindicatos, em seus estados, devem trabalhar em cima da proposta apresentada pelo INSS e no debate frisar a importância de construir uma carreira sem excluir os técnicos e aposentados do órgão. É necessário que se construa uma careira típica de estado através da democracia e da participação de TODOS os Servidores Públicos Federais do INSS, que respeite e esteja alinhado aos prazos e trâmites de trabalho, bem como negociação com o MGI para que o projeto não caia na frustação ou não cumprimento das propostas.
O SINSSP não vai aceitar que se exclua do projeto os Técnicos do Seguro Social, muito menos os aposentados, não podemos dividir a categoria e muito menos deixar pra trás quem construiu a Previdência Social e quem se dedicou ao bem estar social de milhões de brasileiros.
Não vamos aceitar mais um golpe contra os servidores!
Clique aqui e confira na íntegra a proposta que o Presidente interino do INSS tentou empurrar para as Entidades Sindicais.
Fonte: SINDIPREV SE
SINSSP parabeniza SPPREV pelos 16 anos de existência
O SINSSP vem em nota parabenizar a SPPREV (São Paulo Previdência) e, em especial, os trabalhadores e as trabalhadoras vinculadas à Autarquia, bem como o diretor presidente e demais diretores que compõem o seu quadro administrativo, pela celebração dos 16 anos de fundação da Autarquia, comemorado na última quinta-feira (01/06).
O nascimento da São Paulo Previdência se deu com a promulgação da Lei Complementar nº 1.010/2007, a qual criou a Autarquia como unidade gestora única do RPPS (Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos) e do RPPM (Regime Próprio de Previdência Militar), que, com a sanção da Lei Federal nº 13.954/2019, foi substituído pelo Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado.
Vinculada à Secretaria de Gestão e Governo Digital, a SPPREV desempenha um papel muito relevante, na sua função única e exclusiva de pagamento de aposentadorias e pensões de servidores públicos civis e militares do Estado de São Paulo.
Diga-se de passagem, que tal tarefa é desempenhada brilhantemente por seus trabalhadores que se esforçam no dia a dia para dar conta de toda a demanda, que não é pequena.
Que venham muitos e muitos aniversários e comemorações da SPPREV, que a Autarquia possa reconhecer todo esforço e dedicação dos seus trabalhadores não apenas em homenagens, mas no reconhecimento e garantia dos seus direitos, como por exemplo o pagamento da Bonificação por Resultados (BR) referente ao ano de 2020, que ainda não foi pago pelo Governo e na construção de um plano de carreira justo e que valorize os trabalhadores da autarquia.
Parabéns, SPPREV, parabéns trabalhadores que fazem da São Paulo Previdência um exemplo de Autarquia!
Em defesa da governança da Previ, da história de luta e da competência das nossas lideranças
Na quinta-feira, 25/5/2023, foi divulgada pela imprensa a liminar de um juiz substituto de uma vara da Justiça Federal em Brasília, que determina o afastamento do presidente da Previ, João Fukunaga, de seu cargo. A ação popular é de autoria de um deputado estadual de São Paulo, do partido Novo, que afirma querer “evitar os rombos causados pelo aparelhamento dos fundos de pensão estatais que aconteceram nos governos do PT e seus aliados”.
Supostamente preocupado com o patrimônio dos associados da Previ, o deputado na verdade se funda em premissa totalmente equivocada. Por isso, é importante deixar claro: nunca houve cobrança aos associados por déficit na Previ, que é o maior fundo de pensão do país. Os 200 mil associados da entidade nunca precisaram fazer contribuições extraordinárias para cobrir déficits. Pelo contrário.
Entre 2006 e 2013, a Previ teve sucessivos superávits, que permitiram a distribuição de R$ 25 bilhões em valores da época aos associados. Se trouxermos a cifra para valores atuais, a quantia é ainda mais impressionante: cerca de R$ 45 bilhões. Durante os governos PT, os investimentos da Previ foram quadruplicados, indo de R$ 43 bilhões quando o PT e seus aliados assumiram o governo, em 2003, para R$ 171 bilhões em 2016, quando o PT teve o seu mandato interrompido.
Os bons resultados foram consequência de uma gestão eficiente do patrimônio e de um modelo de governança considerado referência no setor de fundos de pensão. Os números servem para acabar com outra mentira, a de que representantes dos trabalhadores são incapazes de administrar a Previ. A Diretoria da Previ conta com três diretores eleitos pelos funcionários e três indicados pelo Banco do Brasil, dentre os quais existiram e existem pessoas com diferentes trajetórias e formações, seja em entidades do funcionalismo seja na administração do BB, todos comprometidos com o exercício íntegro das suas funções.
Aliás, um grande diferencial da governança da Previ para a de outros fundos é exatamente a presença de representantes dos trabalhadores entre seus dirigentes. A Previ foi a primeira entidade em que metade dos executivos é eleita pelos associados. Regra que vale para a Diretoria Executiva e todos os Conselhos. Também é um dos poucos fundos de pensão no país em que todos os funcionários são, obrigatoriamente, associados da entidade.
Essa paridade na governança foi conquista com muita luta, desde a década de 1980. Construída por pessoas que enfrentaram muitas adversidades para que o diálogo com os associados sempre existisse na Previ. Diálogo que proporciona uma constante geração de valores e transparência nas tomadas de decisão sobre finanças e investimentos.
É uma característica intrínseca da Previ. Ela foi criada em 1904, antes mesmo da criação da previdência oficial do país, por funcionários do Banco do Brasil que já tinham entendido que a união faz a força. E é essa união entre os trabalhadores que continua fortalecendo a Previ e sua governança, dia após dia, ano após ano.
Um dirigente de fundo de pensão precisa ter muitas qualidades. Uma das principais é a plena convicção de que seu mandato se dá em nome dos associados, levando muito a sério o conceito de responsabilidade fiduciária em relação aos recursos e demais ativos sob gestão.
Nos últimos anos, João Fukunaga trabalhou em prol dos direitos dos trabalhadores. Conquistou o respeito e o reconhecimento que levaram à sua indicação. João sabe muito bem que o valor dos ativos que a Previ tem sob gestão é tão grande quanto a missão da Entidade de pagar benefícios. O propósito da Previ, de cuidar do futuro das pessoas, sempre esteve presente na vida do João. Desqualificar a experiência de liderança e de administração adquiridas em anos de atividade nas entidades representativas significa discriminar essas entidades e desprezar aquilo que tem sido mais importante na defesa da Previ, que é a participação e a vigilância dos seus associados através justamente das suas entidades representativas.
A interferência na Governança da Previ, sem o menor indício de que a entidade estivesse sob risco, desqualificando ao mesmo tempo a competência do Banco do Brasil em promover as indicações que julgue pertinentes, desqualificando também a Previc na sua competência de avaliar o enquadramento legal das indicações, não atende aos interesses dos verdadeiros interessados na saúde da entidade, que são seus Associados e seu Patrocinador, pelo contrário: promove a instabilidade e governança da Previ a governança do fundo de pensão.
Assim como os fundadores da Previ, nós também sabemos que a união faz a força. É nesse sentido que subscrevemos esse manifesto, na esperança que os promotores desta injusta e indevida interferência saibam rever sua atitude e compreendam a necessidade de respeitar a entidade e seus associados.
Assinaturas
Sergio Ricardo da Silva Rosa, ex-presidente da Previ
Ricardo Berzoini, ex-ministro da Previdência
Carlos Eduardo Gabas, ex-ministro de Previdência nos governos Lula e Dilma Rousseff
Reimont Luiz Otoni, deputado federal pelo PT/RJ e funcionário do BB
Luís Claudio Marcolino, deputado estadual pelo PT/SP
Ivone Maria da Silva, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro de São Paulo, Osasco e Região
Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro – Contraf/CUT
Edson Monteiro, presidente da Cooperfote – Cooperativa de Crédito para Funcionários da Ativa ou Aposentados dos Bancos Federais, ex-diretor eleito da Previ, ex-presidente do BB
Sérgio Nobre, presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores
Adilson Araújo, presidente Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Vagner Freitas de Moraes, presidente do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria
Adriana da Silva Nalesso, presidenta da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro
Marcel Juviano Barros, presidente da Anapar – Associação Nacional Dos Participantes de Fundos De Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão
Aline Molina Gomes Amorim, presidenta da Federação Estadual dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado de São Paulo
Ana Luiza Smolka, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Fetec/PR
Antonio Luiz Firmino, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários, Financiários e Empresas do Ramo Financeiro de Curitiba
Augusto Vasconcelos, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários da Bahia
Carlindo Dias de Oliveira, presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado de Minas Gerais
Carlos Eduardo Bezerra Marques, presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro do Ceará e conselheiro consultivo eleito na Previ
Clodoaldo Barbosa – presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e do Ramo Financeiro no Estado do Mato Grosso
Danilo Funke Leme – Membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Fetraf RJ/ES
David Zaia – presidente da Federação dos Empregados em Estabelecimento Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul
Kleytton Guimaraes Morais, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Brasília
Deonisio Schimidt – presidente da Federação Estadual dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado do Paraná
Fabiano Araújo de Moura, presidente Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado de Pernambuco
Fernanda Lopes Oliveira, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil
Gheorge Vitti Holovatiuk, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro do Grande ABC
Graça Machado, conselheira da ANABB, aposentada e ex-diretora da CASSI
Ivone Colombo, presidenta do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro do Estado de Rondônia
José Ferreira Pinto, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Munícipio do Rio de Janeiro
Ivania Pereira da Silva, presidenta do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Sergipe
Jussara Barbosa, secretária-geral Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários da Bahia
Lindonjhonson Almeida De Araujo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro no Estado da Paraíba
Luiz Henrique Pinto Toniolo, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela FwSC
Maria José Furtado, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Fetec/CENTRO-NORTE
Marcio dos Anjos Silva, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Crédito no Estado de Alagoas
Neide Rodrigues, presidenta do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Município de Campo Grande-MS e Região
Priscila Rodrigues Aguirres, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Fetrafi/RS
Odaly Bezerra Medeiros, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários do Estado do Piauí
Ramon Peres da Silva, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Belo Horizonte e região
Rogério Tavares de Almeida, Membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Fetrafi/MG
Rita de Cássia de Oliveira Mota, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Federa/RJ
Sandra Maria Trajano de Albuquerque, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil pela Fetrafi/NE
Márcio de Souza, diretor de Administração eleito
Paula Regina Goto, diretora de Planejamento eleita
Wagner de Sousa Nascimento, diretor de Seguridade eleito
Antonio Sergio Riede, conselheiro deliberativo eleito
Carlos Alberto Guimarães de Sousa, conselheiro deliberativo eleito
Ernesto Shuji Izumi, conselheiro deliberativo eleito
Luciana Athaide Brandão Bagno, conselheira deliberativa eleita
Odali Dias Cardoso, conselheiro deliberativo eleito
Fábio Santana Santos Lédo, conselheiro deliberativo eleito
Getúlio Mendes Maciel, conselheiro fiscal eleito
Wagner Fonseca de Lacerda Bernardes, conselheiro fiscal eleito
José Eduardo Rodrigues Marinho, conselheiro fiscal eleito
Rene Nunes dos Santos, conselheiro fiscal eleito
Carlos Guilherme Haeser, conselheiro consultivo eleito pelo plano 1
Eleucípio Vera Barreto, conselheiro consultivo eleito pelo plano 1
José Carlos Vasconcelos, conselheiro consultivo eleito pelo plano 1
Francisco dos Santos Filho, conselheiro consultivo eleito pelo plano 1
Mirian Cleusa Fochi, conselheira consultiva eleita pelo plano 1
André Luiz Alves, conselheiro consultivo eleito pelo plano Previ Futuro
Elisa de Figueiredo Ferreira, conselheira consultiva eleita pelo plano Previ Futuro
Cleiton dos Santos Silva, conselheiro consultivo eleito pelo plano Previ Futuro
Maria Cristina Vieira dos Santos, conselheiro consultivo eleito pelo plano Previ Futuro
Tânia Dalmau Leyva, conselheiro consultivo eleito pelo plano Previ Futuro
Deise Lessa, ex-conselheira deliberativa da CASSI
Deli Soares, ex diretor da CASSI
José Roberto Mendes do Amaral, aposentado
Cláudio Said, Presidente da CASSI
Fernando Amaral, Diretor Eleito da Cassi
Alencar Ferreira, aposentado
Carlos Neri, aposentado, ex-diretor do BB
Cláudio Nascimento, Conselheiro Deliberativo Suplente da Cassi
Tremarin, aposentado
Tulio Menezes – 3° Conselheiro Fiscal da FENAE
Valmir Camilo, aposentado e ex presidente da ANABB
Kelly Quirino, representante eleita dos funcionários no Conselho de Administração – Caref
Débora Fonseca, ex representante eleita dos funcionários no Conselho de Administração – Caref
Rafael Matos – funcionário da Previ e primeiro representante eleitos pelos funcionários no conselho do BB, o Caref
Maurício Franco, representante regional AAFBB
Augusto Carvalho, presidente da ANABB
João Petry, presidente da APABB
Entidades
AFABB-SP – Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil – SP
ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
ANAPAR – Associação Nacional Dos Participantes De Fundos De Pensão E Dos Beneficiários De Saúde Suplementar De Autogestão
CONTRAF/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro
Federa RJ – Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro
Fetec SP – Federação Estadual dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado de São Paulo
FETEC PR – Federação Estadual dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado do Paraná
Fetrafi MG – Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado de Minas Gerais
Seeb Campo Grande – SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE-MS E REGIÃO
Seeb MT – SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS E DO RAMO FINANCEIRO NO ESTADO DE MATO GROSSO
Seeb Basília – SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA
Seeb AL – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Crédito no Estado de Alagoas
Seeb BH – SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE BELO HORIZONTE E REGIÃO
Sintraf PB – SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DO RAMO FINANCEIRO NO ESTADO DA PARAÍBA
Seeb CE – SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DO ESTADO DO CEARÁ
Seeb SP – SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DO RAMO FINANCEIRO DE SÃO PAULO, OSASCO E REGIÃO
Seeb Curitiba – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Curitiba e região
Seeb Rio – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Munícipio do Rio de Janeiro
Seeb PI – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários do Estado do Piauí
Seeb RO – Sindicato dos Bancários e Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro do Estado de Rondônia
FETRAFI NE – Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste
Seeb ABC – SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DO RAMO FINANCEIRO DO GRANDE ABC
SSindBancários/ES – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no Espírito Santo










