Servidores alertam para invasão de privacidade do aplicativo SouGovbr

A ferramenta digital SouGov.br foi lançada no último dia 4 de maio, com a intenção de se transformar no mais moderno canal de atendimento, com a reunião em um só lugar de todos os serviços da vida funcional dos servidores públicos do Poder Executivo Federal. Mas após analisar os detalhes, muitos funcionários chegaram à conclusão de que ficarão expostos.

A ferramenta digital SouGov.br foi lançada no último dia 4 de maio, com a intenção de se transformar no mais moderno canal de atendimento, com a reunião em um só lugar de todos os serviços da vida funcional dos servidores públicos do Poder Executivo Federal. Mas após analisar os detalhes, muitos funcionários chegaram à conclusão de que ficarão expostos.

No lançamento, o Ministério da Economia anunciou que serão cerca de 40 serviços automatizados.” Acho muita invasão. Fui fazer o aplicativo, mas não confio. O pior é que todos terão que fazer. Mas o governo não é transparente”, apontou um técnico que não quis se identificar. Isso porque, ao entrar no cadastro, ele constatou que as exigências de dados para usar o aplicativo exige informações pessoais que o servidor considerou demasiadas, embora o governo anuncie que vai “respeitar os termos de uso e a política de privacidade”.

A novidade, disse o governo, alcança também os servidores aposentados e os pensionistas. São 1,3 milhão de usuários e mais de 14 mil servidores da área de Gestão de Pessoas beneficiados com a nova ferramenta tecnológica. Atualmente, os servidores têm diversos canais para acessar os serviços, assim como as unidades de Gestão de Pessoas para atendê-los, como, por exemplo, o Sigepe Mobile, Sigepe Web, Sigepe Gestor, e-mail e Sistema Eletrônico de Informações (SEI), entre outros.

No primeiro momento, o SouGov.br vai oferecer 24 serviços, incluindo todos os disponíveis no Sigepe Mobile – atual aplicativo que será desativado em breve – além de outros serviços digitais inéditos, como o envio de atestado médico, a solicitação de auxílio-transporte e a prova de vida, informou o governo.

Gradativamente, os serviços do Sigepe Banco de Talentos e Sigepe Gestor também serão migrados para o novo aplicativo. Além disso, serão oferecidos 20 novos serviços pelo SouGov.br, totalizando cerca de 50 serviços exclusivos para os servidores públicos federais em um só lugar até setembro de 2022.

Também foi criada uma assistente virtual, a Sol, para responder todas as dúvidas dos servidores federais ativos, aposentados, pensionistas e anistiados. O SouGov.br foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) – principal parceiro do governo na transformação digital do Brasil.

Acesso Único Gov.br

Para se conectar ao SouGov.br, o servidor deve possuir uma conta Gov.br.

O login único do governo federal (acesso.gov.br), que já dá acesso a mais de 1.000 serviços públicos digitais, também será a chave de acesso para todos os serviços de gestão de pessoas.

Uma das maiores plataformas de governo do mundo, o Portal Gov.br alcançou, na semana passada, 100 milhões de usuários cadastrados.

Veja os principais dados da transformação digital do governo:

• 100 milhões de pessoas já cadastradas no Gov.br.

• 1.286 serviços do governo federal digitalizados desde janeiro de 2019. Durante a pandemia (desde março/2020), já foram 713.

• Estimativa de economia com a digitalização: mais de R$ 2,2 bilhões por ano, sendo R$ 1,7 bilhão para a população e aproximadamente R$ 540 milhões para o governo.

• Hoje, 67% dos mais de 4,2 mil serviços do governo federal são digitais e recebem 68% de avaliações positivas.

• Bancos já integrados ao Gov.br: Banco do Brasil, Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), Bradesco, BRB, Caixa, Santander e Sicoob (este último se denomina instituição financeira cooperativa).

• 13 unidades da Federação e 74 municípios integrados ao Gov.br.

 

Fonte: Vera Batista/Blog do Servidor


SINSSP repudia manifesto do superintendente e alerta a categoria

Os esclarecimentos prestados pelo Superintendente Regional, Jose Carlos de Oliveira, propõem soluções destinadas não só a iludir a população em geral, mas, também, os servidores da casa.

 

Montagem/Sinssp

 

Os esclarecimentos prestados pelo Superintendente Regional, Jose Carlos de Oliveira, em sua “versão final”, envolvem evidentes sofismas, pois propõem soluções destinadas não só a iludir a população em geral, mas, também, o que é pior, os servidores da casa.

Primeiramente, é de se salientar que o “abrir de porteiras”, realizado em ano de eleições, tem, apenas e tão somente, a nosso ver, o objetivo de melhorar a imagem daqueles que possuem interesse no processo eleitoral.

A visão da população em geral, antes, eram as intermináveis filas nas portas das unidades do INSS, ficando por demais óbvio que as condições de atendimento eram precárias e que a tramitação e conclusão dos processos eram extremamente morosa.

Criou-se, então, a fila virtual, que, como é óbvio, não está exposta aos olhos do “segurado comum”.

Com o passar do tempo, no entanto, ficou evidente, principalmente aos órgãos de controle, que não só as filas se tornaram maiores, como, também, ficara muito difícil achar um lugar para integrá-las.

Surgiu o problema. Como atender aqueles que queriam um lugar na fila e não estavam conseguindo?

A solução foi “abrir as porteiras”, sob o ridículo argumento de que é preciso conhecer a real demanda.

Nada mais enganador e a medida acabará por prejudicar, sem sombra de dúvidas, também os servidores da casa.

A promessa de que não seremos prejudicados por essa nova sistemática é enganadora e não poderá ser mantida por quem as fez.

A uma, porque sequer se sabe se a administração de hoje será a de amanhã.

A duas, porque se, num primeiro momento, todos forem colocados na fila virtual de requerimentos a serem protocolados, num segundo haverá a necessidade de recepcionar estes segurados e protocolar os benefícios.

Aí existe mais uma armadilha para o servidor.

Foi determinado que se o processo fosse “de maior complexidade”, a análise e conclusão estariam dispensados.

Diante dessa subjetividade, a primeira – e óbvia – a pergunta que surge é: qual o conceito da administração do que seja um processo de maior complexidade?

Ora, o que é complexo para João não o é, necessariamente, para Maria ou José.

Assim sendo, sempre os gestores poderão alegar que o processo não era complexo e que, portanto, o servidor teria que o ter concluído.

A administração, por outro lado, “se esqueceu” que mesmo não sendo complexos, existem os que aqui chamamos de “processos morosos”, assim entendidos aqueles que, antes mesmo de qualquer análise quanto ao mérito do pedido, demandam grande quantidade de acertos cadastrais e no CNIS, tornam muito demorado o protocolo.

Apenas para exemplificar, a nenhum concessor escapa que se todos os vínculos do CNIS não estiverem devidamente encerrados, as contribuições como facultativo não migram para o Prisma, impedindo, portanto, que a contagem de tempo de contribuição e o cálculo do valor do benefício sejam exatos.

É de conhecimento geral, também, que um segurado com todos os vínculos devidamente acertados é a esmagadora minoria, sendo a regra geral a necessidade de acertos.

Não se pode esquecer, ainda, que não há forma, que seja de conhecimento geral dos servidores, de determinar qual seja o NIT principal do segurado. Assim, se, por sorte, você o atualizou e formou elo com os demais NIT´s, parabéns para você. Aproveite e jogue na Mega Sena.

Se, todavia, o nit atualizado elar como secundário, você terá que atualizar, no mínimo, mais um nit.

É muito comum, portanto, que as providências necessárias a regularizar o cadastro e CNIS do segurado exijam muito mais tempo do que analisar e decidir acerca do benefício pleiteado.

A três, porque, uma vez que acabe a fila de requerimentos, surgirá aquela dos processos a serem analisados.

As soluções, propostas a esse respeito, são paliativos e danosas.

É de conhecimento geral que os GT´s de indeferimento, como são habitualmente chamados, nunca obtiveram sucesso em eliminar a demanda.

De fato, premidos pela necessidade de atingir as metas que lhes são impostas nos GT´s, - mais uma vez a quantidade sobrepondo-se, absurdamente, a qualidade – os servidores se veem compelidos a decidir açodadamente os processos, gerando, como isso, indeferimentos onde havia direito a concessão.

Criam, assim, excessivo número de recursos e retrabalho, pois os segurados que não recorreram irão pleitear novamente o benefício.

Sobreleva ressaltar, ainda, que a proposta de realização de GT´s em fins de semana, que seria “uma boa” para o servidor que necessita de um acréscimo salarial, só o é num primeiro momento.

É evidente que alguns se disporão a sacrificar-se, bem como o convívio com suas respectivas famílias, para conseguir um dinheiro extra (estamos aqui supondo que haverá pagamento extraordinário).

Que estes não se enganem. Se permitir trabalho extraordinário o INSS certamente imporá metas ainda mais “duras” de serem atingidas.

A longo prazo, é nosso dever alertar que isso terá um custo.

Nosso dia a dia já é estafante por demais, pois a tônica é trabalharmos sobre a pressão de números e dos próprios segurados, que aguardam atendimento. Somos “vigiados” o tempo todo, seja pela administração, seja pelos nossos clientes.

Ao suprimir o seu merecido descanso no fim de semana, o servidor estará sacrificando, talvez, até mesmo suas integridades física e mental.

Como diz a sabedoria popular, o trabalho tem que ser um meio e não um fim.

O ganho extra pode se tornar o gasto extra, necessário a manutenção da própria saúde.

Resumindo, além das garantias de cobrança sobre os servidores não serem confiáveis, não poderão, a novo ver, ser sustentadas.

Quando eliminada a fila de requerimentos, como é óbvio, a cobrança migrará para a conclusão dos pedidos.

Há acervo dos processos já protocolados antes da “abertura das porteiras”, não se esqueçam dele.

Quem além dos próprios servidores, poderá decidi-los?

E mais, já temos um quadro reconhecidamente desfalcado de servidores, situação esta que se agravará, sobremaneira, com as aposentadorias que virão.

A realização de concursos é uma alternativa de prazo muito longo, pois é um processo extremamente moroso.

Existe, por outro lado, a necessidade de capacitação (a quanto tempo você recebeu – se é que recebeu - a última capacitação técnica na área de benefícios?) dos novos servidores, a maioria dos quais, como sempre ocorre, não permanecerá na casa por muito tempo (por serem concurseiros, usarem o INSS como trampolim ou porque “arrumaram coisa melhor”).

Haverá capacitação? Sem dúvida.

Mas quem a realizará? De que forma? Em quanto tempo? Será eficaz?

Questione-se sobre isso!

Quanto tempo você demorou para atingir o patamar do conhecimento que hoje possui? De que forma você o fez? Você, depois do seu tempo de casa, tem conhecimento total da legislação e normas que regulam a concessão de todos os benefícios?

Você tem tempo, no seu horário de trabalho, para atualizar-se acerca das frequentes alterações das normas e legislação?

Uma outra importante questão há de ser salientada: trata-se das Ações Civis Públicas (ACP´s), que já nos vem causando grandes problemas.

De início, não se pode culpar quem as propôs, pois objetivam garantir direitos em lei previstos. A culpa, no caso, é do INSS, que não vem desempenhando corretamente o seu papel.

Ninguém, nem mesmo segurados, advogados ou órgãos de controle, tem culpa se o INSS está mal aparelhado e gerido. A culpa é de sua administração e do Governo Federal, este o primeiro a criar problemas para a instituição e saquear-lhe os cofres, ao adotar medidas de caráter eleitoreiro. Isso sem falar na retirada de direitos de trabalhadores e seus dependentes.

A tendência não só é aumentar a quantidade de atendimentos oriundos de ACP´s, como, também, que estas sejam majoradas.

Vamos fazer um bolão. Quanto tempo levará para surgir uma ACP para a Pensão por Morte?

Ora, tal benefício é substitutivo da renda do trabalhador falecido e, muitas vezes, a única fonte de renda da família. A necessidade dos dependentes, portanto, é para ontem.

É absolutamente lógico supor, portanto, que brevemente teremos também mais esse ônus.

Mas esperem! É de se lembrar que as necessidades dos idosos também são urgentes, pois não lhes resta muito tempo de vida (isso é um fato) e o mercado de trabalho a muito já lhes fechou as portas.

Não lhes caberia também o atendimento através de uma ACP?

Concluindo companheiros, mais uma vez o tiro foi dado no próprio pé e o futuro que se avizinha é turbulento, exigindo unidade da classe para que não “paguemos o pato” por tudo de ruim que irá ocorrer.

Não esperem nada da administração, pois, NUNCA, em momento histórico algum, a sua prioridade foi você - que, ao final, os fatos demonstram, é considerado um mero instrumento da máquina.

Para ter acesso ao documento elaborado pela Superintendência clique aqui e aqui.

 

Fonte:Sinssp


Confira o recado importante de Mirian Rodrigues

Confira o recado importante de Mirian Rodrigues, candidato nas Eleições VIVAPREV apoiado pelo SINSSP, para você.

 

Confira o recado importante de Mirian Rodrigues, candidato nas Eleições VIVAPREV apoiado pelo SINSSP, para você.

Vote 10 para o Condel e Vote 04 para o Confis!

Eleições de 14 a 18 de Junho no site da Vivaprev.

Assista aqui:

 

 

Fonte: Campanha VivaPrev


Veja o recado de Samir Hatum

Confira o recado importante de Samir Hatum, candidato nas Eleições VIVAPREV apoiado pelo SINSSP, para você.

 

Confira o recado importante de Samir Hatum, candidato nas Eleições VIVAPREV apoiado pelo SINSSP, para você.

Vote 10 para o Condel e Vote 04 para o Confis!

Eleições de 14 a 18 de Junho no site da Vivaprev.

Assista aqui:

 

 

Fonte: Campanha VivaPrev


Confira o recado de Alba Cristina para você

Confira o recado importante de Alba Cristina, candidata nas Eleições VIVAPREV apoiada pelo SINSSP, para você.

 

Confira o recado importante de Alba Cristina, candidata nas Eleições VIVAPREV apoiada pelo SINSSP, para você.

Vote 10 para o Condel e Vote 04 para o Confis!

Eleições de 14 a 18 de Junho no site da Vivaprev.

Assista aqui:
Fonte: Campanha VivaPrev


Confira o recado de Ronald Acioli para você

Ronald Acioli, candidato nas Eleições VIVAPREV apoiado pelo SINSSP, tem um recado importante para você.

 

Ronald Acioli, candidato nas Eleições VIVAPREV apoiado pelo SINSSP, tem um recado importante para você. Vote 10 para o Condel e Vote 04 para o Confis! Eleições 14 a 18 de Junho no site - vivaprev.com.br/eleicoes.

Assista aqui:

 

 

Fonte: Campanha VivaPrev


É HOJE: LIVE - O que você Precisa Saber sobre o seu Pecúlio?

O debate terá a participação especial de Vilma Ramos, diretora da pasta Secretaria Geral do SINSSP e Conselheira Titular do Conselho de Administração da GEAP.

 

COMPARTILHE, essa LIVE está imperdível!

Assista aqui:

 

 

Fonte:Campanha VivaPrev


Podcast do Sinssp - Megafone

MEGAFONE #14 - atos do dia 29 de maio, apoio do SINSSP aos candidatos que estão concorrendo nas Eleições VIVAPREV, LIVE - O que você Precisa Saber sobre o seu Pecúlio?

No programa de hoje, o Podcast vai falar sobre os atos do dia 29 de maio ocorridos em todo o Brasil. O MEGAFONE também vai falar sobre o apoio do SINSSP aos candidatos que estão concorrendo nas Eleições VIVAPREV, sobre a LIVE - O que você Precisa Saber sobre o seu Pecúlio? E também sobre o INSS que quer transferir funcionários da Infraero para trabalhar no órgão onde falta servidor e sobram pedidos de concessão de benefícios.

Por conta do feriado de Corpus Christi de amanhã, dia 03, o MEGAFONE antecipou o programa de sexta-feira para hoje. Continue sintonizado com a gente!


Eleições VivaPrev: SINSSP manifesta apoio a chapa Juntos Faremos Mais

As eleições da VivaPrev vão ocorrer de 14 a 18 de junho e o SINSSP está apoiando os candidatos Ronald e Alba que irão concorrer ao Condel (Conselho Deliberativo) e Samir e Mirian que concorrerão ao Confis (Conselho Fiscal).

 

As eleições da VivaPrev vão ocorrer de 14 a 18 de junho e o SINSSP está apoiando os candidatos Ronald e Alba que irão concorrer ao Condel (Conselho Deliberativo) e Samir e Mirian que concorrerão ao Confis (Conselho Fiscal). Ambos fazem parte da Chapa: Juntos Faremos Mais!

A Fundação Viva Previdência opera nacionalmente e possui cerca de 50 mil participantes no sistema de previdência complementar fechada, sem fins lucrativos e com autonomia patrimonial, administrativa e financeira. Atualmente ela opera com 4 planos de previdência: Pecúlio, GEAPREV, Viva Futuro e AnaparPrev.

O SINSSP reitera a categoria a importância de eleger candidatos servidores comprometidos e que participem com transparência e engajamento dos destinos dos recursos que o assistido injeta no plano contratado.

Dessa forma, o sindicato conta com o seu apoio para eleger os candidatos da chapa: “Juntos Faremos Mais!”

Sobre a Fundação Viva Previdência

A Fundação Viva Previdência nasceu em 10 de setembro de 1973 por meio do decreto 71.772 onde o pecúlio era facultativo para os servidores do antigo INPS, em 1974 foi criado o Plano de Pecúlio Facultativo que em 1990 passou a ser administrada pela GEAP - Fundação de Seguridade Social, antiga patronal do Grupo GEAP, e atualmente é conhecida como o Plano Viva de Previdência e Pecúlio.

Em 2005 foi criado o plano Geaprev, o atual Viva Empresarial; em 2013 a GEAP - FSS separa os negócios de saúde e previdência e se divide em duas empresas: GEAP Autogestão em Saúde, que administra os planos de saúde, e a GEAPPrevidência, que administra os planos de previdência, entre os quais o pecúlio.

A GEAPPrevidência passou a ser chamada oficialmente de Fundação Viva de Previdência em 2017. Dois anos mais tarde, em 2019, é criado o produto familiar, o Plano Viva Futuro de Contribuição Definida, em 2020 o plano patrocinado recebe o nome de Viva Empresarial e entra em vigor no Plano Viva Pecúlio um novo benefício: BEV.

A entidade é administrada pela Diretoria Executiva e pelos Conselhos Deliberativo (CONDEL) e Fiscal (CONFIS), sendo que os conselheiros são escolhidos por meio de eleição e podem se candidatar representantes dos participantes e dos assistidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Imprensa SINSSP


Confira como fica o feriado de Corpus Christi no atendimento do INSS

Confira como fica o feriado prologado de Corpus Christi deste ano no atendimento prestado pelo INSS.

 

Os trabalhadores do INSS são mais uma vez colocados entre “a cruz e a espada” diante da população pelo Instituto que sem gestão eficaz não administra o órgão com responsabilidade e transparência.

Desta vez, a pauta problema foi a publicação da portaria 6.146, nesta quarta-feira (02), no Diário Oficial da união (DOU), onde o Ministro da Economia, Paulo Guedes, decreta como ponto facultativo a sexta-feira (04), alterando a portaria 430, de 30 de dezembro de 2020, que estabelece os feriados e pontos facultativos para o ano de 2021.

A medida tomada de última hora provoca o caos no INSS, pois os servidores já tomados por muitas tarefas precisam arranjar tempo (que não tem) para desmarcar as agendas de atendimento das agências e, na maioria das vezes, sobram agendamentos que não foram desmarcados por não conseguir falar com a pessoa ou pela falta de trabalhador para ligar mesmo, essa situação só contribui para que os servidores levem a culpa de um problema gerado pelo governo e não pelos trabalhadores.

Atitudes como essa prejudicam tantos os servidores que precisam se desdobrar para realocar a agenda, como a população que sem a informação vai até o posto de atendimento para ser atendido e perde a viagem, motivo que os levará a falar mal do serviço público, do funcionário do INSS, não da má gestão pública que pouco faz pelo funcionalismo público do país.

O feriado prolongado deste ano ainda enfrenta outro problema: nas cidades onde foram decretados a antecipação de feriados, no período de 26 de março a 4 de abril, para conter o agravamento da pandemia da Covid-19, dentre eles o de Corpus Christi de 2021 e 2022, a quinta-feira será considerada como dia útil e apenas a sexta-feira como ponto facultativo.

Confira as agências do INSS que abrem e as que estarão fechadas no feriado desta quinta-feira

Decretar feriado prolongado de última hora gerou mais dúvidas entre os servidores e a população sobre as agências que vão abrir ou as que ficarão fechadas.

Todo o território onde ficam os estados da Paraíba e Piauí e as cidades de Vitória/ES e Divinopolis/MG as agências de atendimento do INSS estarão em funcionamento. Em São Paulo também haverá expediente normal nas seguintes cidades: São Paulo, Itapecerica da Serra, Taboão da Serra, Bragança Paulista, Cotia, Vargem Grande Paulista, Araras, Rio das Pedras, Mauá, Ribeirão Pires, Santo André, Diadema, São Bernardo do Campo e São Roque.

Todas as demais unidades do INSS estarão fechadas neste dia 03 de junho e no dia 04 de junho o ponto facultativo vale para todas as agências de atendimento.

Seguindo a agenda dos feriados federais, o SINSSP não terá expediente nesta quinta-feira de Corpus Christi e na sexta-feira, retornando ao atendimento normal na segunda-feira (07).

Clique aqui para visualizar a portaria do ponto facultativo.

 

Fonte: Imprensa SINSSP