Episódio #125 do MEGAFONE - A importância da Vitamina D para a nossa saúde

No episódio #125 do MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP fala sobre a importância da Vitamina D para a nossa saúde e para falar do assunto, Ivan Savioli Ferraz, professor do Departamento de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, pesquisador da Nutrição infantil e da Epidemiologia da deficiência dos micronutrientes na infância e na adolescência, com ênfase nas vitaminas A e D. Esse tema foi pautado no podcast Saúde Sem Complicações, uma produção da Rádio USP Ribeirão Preto e agora você ouvinte escuta aqui no MEGAFONE! Fique sintonizado com a gente!

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SINSSP pede descongelamento da Lei 173/20 para os trabalhadores da SPPREV

O SINSSP protocolou nesta quinta-feira (20), o Ofício nº 24/2023 para o presidente da São Paulo Previdência – SPPREV, Dr. José Roberto de Moraes, solicitando a elaboração de norma interna para o descongelamento da Lei Federal Nº 173/2020 para os trabalhadores da autarquia, seguindo o mesmo entendimento dado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

Tal medida vai assegurar que a categoria tenha o direito à contagem do tempo de serviço compreendido entre 28/05/2020 à 31/12/2021, período em que ocorreu a pandemia da Covid-19, para fim de reconhecimento dos benefícios mencionados na Lei Complementar Nº 191/22, alterando a Lei 173/20, reconhecida em sessão realizada no dia 12 de julho, pelo TCE-SP.

Porém, a Lei 191/22 só abarca os servidores do Tribunal, mas por ser uma decisão administrativa abre precedentes para que outros gestores públicos adotem o mesmo mecanismo de entendimento, como é o caso desta autarquia.

Enquanto o Brasil e o mundo enfrentavam uma das piores crises sanitárias que matou milhares de pessoas, os servidores públicos federais, estaduais e municipais também enfrentaram o congelamento de vários dos seus direitos por meio do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus SARS-COV-2 (COVID 19), disposto na Lei Federal Nº 173/20.

Vale destacar que todos os trabalhadores da SPPREV trabalharam duramente antes, durante e após o período da pandemia, continuou concedendo os benefícios, se dedicaram à implementação dos sistemas conciliando com os novos requisitos da Reforma da Previdência, dentre outros serviços rotineiros.

O descongelamento da contagem do tempo de serviço desses trabalhadores é um direito merecido e um reconhecimento da categoria que foi duramente afetada com o congelamento de seus direitos ao longo da carreira pública.

Clique aqui para ler o conteúdo do ofício protocolado na íntegra.

 


Tabela do IRPF para trabalhadores tem que ser progressiva. Entenda o que é

“Quem ganha mais, paga mais, quem ganha menos, paga menos”. Esse é o conceito principal que norteia as reivindicações da CUT em relação ao sistema tributário brasileiro. A tabela do Imposto de Renda, que impacta diretamente na vida do trabalhador, para a Central, precisa ser revista não somente no que diz respeito à correção das alíquotas de acordo com os índices inflacionários, mas, em especial, ampliando as faixas de desconto.

Considerada pela CUT um passo importante no caminho de uma tributação mais justa no país, a reforma aprovada no dia 7 de julho pela Câmara dos Deputados ainda precisa contemplar pontos importantes para beneficiar a população mais diretamente, como a taxação de grandes fortunas, de lucros e dividendos e alterando tabela atual do Imposto de Renda, reivindicações da CUT para a segunda fase da reforma.

Mudança na tabela do IR

O Portal CUT ouviu a economista e coordenadora do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Patrícia Pelatieri, para explicar como a atual tabela prejudica os trabalhadores com menores rendas. A instituição produziu, a pedido da CUT e demais centrais, uma proposta para uma tributação mais justa para pessoas físicas. que foi entregue ao presidente Lula durante a sua campanha eleitoral.

“A tabela que incide sobre a renda que vigora hoje é muito estreita, tem pouca progressividade e por não acompanhar ao longo do tempo os reajustes necessários ela penaliza os trabalhadores que ganham menos”, diz a economista.

Pelatieri reforça que o prejuízo dos trabalhadores é ainda maior quando conquistam um reajuste salarial, mudam de faixa e passam a pagar mais, enquanto os acionistas de empresas, que chegam a retirar R$ 50 mil/ R$ 100 mil, não pagam nada de impostos, já que lucros e dividendos não são tributados.

A economista considera injusta as alíquotas do imposto e as faixas atuais. Hoje um trabalhador que ganha acima de R$ 4.664,68 paga 27,5% e quem ganha R$ 10 mil ou mais paga a mesma alíquota. Segundo ela, é possível mudar as faixas de renda para que quem ganha menos, pague menos e quem ganha mais, pague mais.

“O Brasil já teve alíquotas diferentes e não vejo problema algum em alterar novamente”, diz. De 1976 a 1978 o país tinha 16 faixas de renda com alíquotas de zero a 50%. Depois as faixas de renda foram caindo até ficar nas atuais cinco e o máximo de 27,5%. A última vez que a tabela foi reajustada foi em 2015 no governo Dilma (PT).

“Se a tabela do imposto de renda tivesse sido corrigida de 1996 pra cá, a isenção estaria perto de cinco mil reais, proposto por Lula”, mas a defasagem alcançou até 2021 mais de 134%”, conta Pelatieri.

Os entraves da cobrança do imposto sobre a renda

A CUT, ao longo de seus 40 anos de história, sempre defendeu uma tabela progressiva de descontos. “Eu defendo que toda pessoa tem que contribuir com a vida em sociedade, nem que seja meio ou 1%. Mas tem que ter uma tabela que vai crescendo até 60% como nos países desenvolvidos”, disse o presidente nacional da Sérgio Nobre, em seminário realizado pelo Sesi, mês passado em Brasília.

E, para ele é um desafio que precisa ser enfrentado com coragem. “Temos que nos desafiar a fazer a reforma tributária necessária para o Brasil volta a crescer e ter coragem para fazer isso (...) colocar o dedo na ferida”, disse o dirigente na ocasião.

A primeira fase da reforma tributária focou no consumo, proposta defendida também pelos empresários, já que simplifica os impostos e promove maior competitividade e barateamento dos produtos.

Já a reforma do ponto de vista da renda tem maior entrave, acredita o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), Mauro Silva.

Segundo ele, embora as mudanças nas alíquotas e na renda dos contribuintes nas faixas do imposto não precisem de uma alteração constitucional como no caso da primeira fase da reforma tributária, essa segunda fase pode ser mais difícil de ser aprovada por ser contrária aos interesses dos mais ricos e dos empresários.

A afirmação se justifica com a atual configuração do Congresso. Somente no último pleito foram eleitos 84 deputados federais, de uma bancada de 513, que se auto declararam empresários. Os ruralistas somam 40 e a maioria, 103 é composta por advogados, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

“O imposto sobre renda e distribuição de lucros são uma tributação mais justa, mas são assuntos sensíveis aos mais ricos, muito bem representados no Congresso”, afirma o presidente da Unafisco. Ele reforça que tributar os mais ricos, mesmo que não precise de quórum maior é difícil de se aprovar, pois eles estão representados de forma desproporcional no Congresso, bloqueando a justiça tributária.

Mauro Silva ressalta que na primeira fase da reforma tributária houve um consenso do mercado, pois ela não afeta o patrimônio e uma empresa precisa de consumo para dar lucro.

“Ano após ano os mais ricos foram se livrando de um peso e jogando nas costas da classe média e dos pobres e agora dizem que não devem carregar esse peso sozinhos”, afirma.

O auditor-fiscal diz que 65% do Produto Interno Bruto (PIB) são gerados pelo consumo das famílias, e que se o governo isentar quem ganha R$ 5 mil de imposto de renda a arrecadação federal será diminuída em torno de R$ 250 bilhões. Por isso, a medida, embora justa, segundo Silva, merece atenção.

“Esses R$ 250 bilhões a mais na economia gerariam com certeza um aumento do PIB, mas ninguém sabe ao certo se haveria um consumo excessivo que provocasse inflação. Esse dinheiro seria utilizado para o consumo, seja a reforma de uma casa, a compra de eletrodomésticos, mas a economia do país precisa estar preparada para esta demanda maior. Se estiver preparada certamente contribui para o aumento do PIB”, analisa.

Mauro Silva entende que o orçamento que o governo federal irá apresentar não pode contar com a receita do imposto de renda caso a tabela seja modificada, já que não poderá contar com esse dinheiro.

“É uma proposta bem ousada de Lula e creio que se houver a tributação sobre lucros e dividendos fique mais fácil de desonerar, principalmente, a classe média e jogar para os ricos o pagamento da conta”, diz.

Confira aqui a tabela da Unafisco sobre os efeitos da não correção da tabela do IPRPF; a simulação com correção integral / Ano-calendário 2023 / Exercício 2024

Hoje as faixas do IRPF são as seguintes:

Até R$ 2.112,00 - isento

De R$ 2.112,01 até R$ 2.826,657 (5%) R$ 158,40

De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 (15,0%) dedução R$ 370,40

De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 (22,5%) dedução R$ 651,73

Acima de R$ 4.664,68 (27,5%) dedução R$ 884,96

*Rendimentos previdenciários isentos para maiores de 65 anos: R$ 1.903,98

*Dedução mensal por dependente: R$ 189,59

*Limite mensal de desconto simplificado: R$ 528,00

Segunda fase - o que diz o governo

O ministro da Fazenda Fernando Haddad anunciou na segunda-feira (10) que uma segunda fase da reforma tributária que incidirá sobre a renda, será apresentada ao Congresso Nacional antes da apreciação do Senado da primeira fase, aprovada pela Câmara. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD), afirmou que a votação do que foi aprovado pelos deputados será feita daqui a pelo menos dois meses.

Fonte: CUT Brasil

 


Atenção, servidores ativos!

Está disponível no site do SINSSP as informações atualizadas sobre o envio de atestado médico, que deve ser feito exclusivamente pela plataforma SOUGOV e enviado pelo próprio servidor.

Para acessar as orientações, que serão disponibilizadas permanentemente no site do Sindicato, acesse sinssp.org.br, clique na aba “INSS”, depois vá em “Saúde do Servidor”, em seguida clique em “Orientações Atestados Médicos Servidores”, ou clique aqui para ser direcionado direto à página que contém essas informações.

Pronto! Vai aparecer o manual com o passo a passo de como incluir o atestado médico na plataforma.

Mas atenção! O prazo máximo para a inclusão do documento na plataforma é de 5 dias e após o prazo o sistema não aceitará a inserção do atestado. “A não apresentação do atestado no prazo estabelecido, salvo por motivo justificado, caracteriza falta ao serviço, nos termos do art 5, §§ 4º e 5º do Decreto 7003/09”, informa o manual de orientações.

Gostou dessa informação? Salve o link no seu navegador de internet preferido para acessar quando precisar.

 


CTE: resultado da votação no Brasil Participativo referente ao PPA

A votação na plataforma Brasil Participativo referente ao Plano Plurianual (PPA), que estabelece os programas e metas do governo e que houve a inserção da participação da população para formular e votar em projetos importantes para os brasileiros, terminou na última sexta-feira (14).

Foram apresentadas 8176 propostas no Brasil Participativo e mais de 1 milhão de pessoas votaram em várias pautas que julgaram importantes e prioritárias para o futuro do país.

Pela previdência social, a proposta de Carreira Típica de Estado (CTE), enviada pela Frente de Servidores da Base do INSS, encabeçado pela servidora Miúcha Carvalho Cicaroni, ficou na 12° colocação geral e em 2° na colocação temática denominada Previdência Social.

Desta forma, o SINSSP vem em nota parabenizar a servidora Miúcha que dedicou o seu tempo para inscrever a proposta de CTE no PPA e os integrantes da Frente de Servidores que abraçaram a iniciativa e ajudou na votação divulgando a proposta.

O Sindicato também agradece os servidores do INSS e todos que participaram, votaram e divulgaram o link da plataforma para votação.

Embora as 5 propostas mais votadas sejam apresentadas no 3° Fórum Interconselhos, as pautas mais votadas dentro de cada temática serão encaminhadas para os respectivos ministérios para apreciação.

Este foi um grande passo e serviu para demonstrar que a categoria está lutando pelo fortalecimento da carreira e melhoria das condições de trabalho, além da valorização do INSS, que presta um serviço relevante para toda a população e que precisa de ferramentas para continuar prestando um atendimento de qualidade para todos os brasileiros.

Cabe destacar que a participação popular no PPA foi retomada neste ano, com a volta do Presidente Lula ao poder, onde há uma preocupação em ouvir a população e os trabalhadores.

Durante as desastrosas gestões de Temer e Bolsonaro a participação popular foi simplesmente excluída dos planos de governo, deixando a vontade popular de lado.

O SINSSP apoiou esta proposta, ajudou com uma ampla divulgação no site, em suas redes sociais, grupos de discussão e vai continuar lutando pela reestruturação da Carreira do Seguro Social, para transformá-la em uma Carreira Típica de Estado.

Todos juntos na luta pela valorização da categoria!

 


Eletrobras quer demitir por justa causa sindicalista que lutou contra a privatização

Os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas Eletricitários no Distrito Federal (STIU-DF) estarão na porta da Eletronorte em Brasília, nesta segunda-feira (17), a partir das 9h, em protesto e solidariedade ao engenheiro elétrico e diretor da Associação dos Engenheiros e Técnicos do Sistema Eletrobras (Aesel), Ikaro Chaves, que recebeu um comunicado de abertura de processo de demissão por justa causa da holding Eletrobras, na última sexta-feira (14).

Ikaro, que também foi dirigente sindical e conselheiro eleito do Conselho de Administração da Eletronorte terá um prazo de cinco dias úteis para que apresente sua defesa, por escrito, contra as acusações de que ele vem difamando o nome da Eletrobras em suas entrevistas nas quais defende a reestatização da empresa.

Por sua ação sindical Ikaro tem, por lei, estabilidade no emprego até abril de 2024 e só poderia ser demitido por justa causa. Por isso que a empresa, numa prática antissindical, está alegando que o engenheiro tem ofendido o seu código de conduta, ao difamar a imagem da Eletrobras e a honra dos seus dirigentes com os artigos que escreve, as declarações que dá em entrevistas na imprensa e nos meios de comunicação.

“Eles não alegam nenhuma falha em relação às minhas atividades profissionais. Não acharam nada que pudessem ensejar uma punição. Estão forçando a barra. A verdade é que estou sendo acusado de crimes de opinião, por ter manifestado a minha contrariedade com a privatização, e de me manifestar claramente que a privatização foi um crime contra o país.”

A demissão por justa causa é uma forma de se vingar de mim e também, principalmente, para intimidar a categoria e os dirigentes sindicais. A gente sabe que, na verdade, há uma lista de dirigentes que a empresa pretende demitir de todas as formas. É disso que se trata. É uma tentativa de intimidação e vingança, já que a gente está denunciando todos os mal feitos desse pessoal que tomou a Eletrobras de assalto

Ikaro Chaves

Em nota o STIU-DF diz que a Eletrobras com suas atitudes antidemocráticas e antissindicais está retornando aos tempos sombrios do autoritarismo ditatorial, e que apesar de ter sido privatizada isto não lhe dá o direito de agir com a truculência dos tempos da ditadura.

Para o STIU-DF, o engenheiro é uma das lideranças, em nível nacional, da luta contra a privatização da Eletrobras, e agora luta pela reestatização da empresa.

Em junho do ano passado, durante a abertura da venda da Eletrobras na Bolsa de Valores, em São Paulo, Ikaro protestou e foi retirado por seguranças.

 


Episódio #124 do MEGAFONE - Fobia social, uma doença comumente confundida com timidez

No episódio #124 do MEGAFONE, o canal de Podcast do SINSSP fala sobre um transtorno psicológico que é muito confundido com o sentimento de timidez e que precisa de acompanhamento específico e tratamento, a fobia social. E para falar do assunto, o psicólogo Lucas dos Santos Lotério, mestre pelo Programa de Psicologia em Saúde e Desenvolvimento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Esse tema foi pautado no podcast Saúde Sem Complicações, com produção de Mel Vieira pela Rádio USP Ribeirão Preto e agora você ouvinte escuta aqui no MEGAFONE! Fique sintonizado com a gente!

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ATENÇÃO: você pode ouvir o episódio #124 do MEGAFONE pelos links acima, direto nas plataformas de streaming. Se a plataforma escolhida solicitar login, efetue o seu cadastro escolhendo logar pelo Facebook, Google ou e-mail e pronto, sua conta está criada, é fácil! Depois, só localizar o MEGAFONE, seguir o canal e ouvir os episódios.

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Nota de repúdio ao autoritarismo contra o ICL Notícias

O SINSSP vem em nota repudiar, veementemente, a tentativa do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, de cercear a atividade jornalística do ICL Notícias, uma imprensa livre, democrática e comprometida com a informação.

Após quatro anos de ameaças, de propagação de fake News, de tentativas de amordaçar a liberdade de expressão, de calar a voz da imprensa livre e comprometida em informar os fatos com a premissa da verdade, estamos em um processo de resgate da nossa democracia e por isso não podemos e não devemos, jamais, aceitar esse tipo de postura, principalmente vinda de uma figura política, eleita pela população e que deveria manifestar o zelo pela democracia e não ao autoritarismo.

O ICL (Instituto Conhecimento Liberta) é parceiro do SINSSP e oferece uma plataforma que contribui para a ampliação da percepção cultural e alimenta o desenvolvimento pessoal e profissional de seus filiados.

Nesta manifestação, o Sindicato sai em defesa do ICL pela liberdade de expressão, pelo fortalecimento da democracia e pelo acesso à informação. Por este motivo, estamos ajudando a compartilhar o Manifesto em defesa da liberdade de imprensa e contra as manobras de Arthur Lira para tentar calar o ICL.

Clique aqui para assinar o Manifesto em defesa do ICL. Leia, assine e ajude a compartilhar o manifesto.

#ToComICL

 


Boa notícia para os servidores públicos

O regimento interno da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), bem como a Portaria com o protocolo, foram assinados na última terça-feira (11/07), em Brasília, por ministros e representantes das nove pastas que compõem a MNNP e as entidades que representam os servidores públicos federais e os empregados públicos da administração direta, autárquica e fundacional.

A iniciativa, que após vinte anos de criação foi interrompida nos governos Temer e Bolsonaro, foi reaberta em fevereiro como um dos pontos de pauta do governo Lula para resgatar o diálogo entre o governo e os trabalhadores dos serviços públicos, institucionalizando o debate com os servidores, e estabelecendo as relações de trabalho no serviço público, premissas de uma gestão que zela pela qualidade dos serviços prestados para a sociedade e sobretudo pela democracia.

O protocolo da Mesa Nacional de Negociação Permanente visa garantir um espaço duradouro, paritário, legítimo e democrático para a negociação coletiva no setor público.

Já o regimento interno pretende dispor sobre a sua natureza, finalidade, competência, composição, organização, funcionamento e ampliação dos princípios e preceitos previstos no protocolo.

As entidades sindicais avaliam o ato público da assinatura como positiva, pois em poucos meses a valorização do serviço público voltou aos holofotes dos debates com a prerrogativa de defesa e equiparação dos salários e direitos perdidos durante os tempos sombrios que o Brasil enfrentou, principalmente nos últimos quatro anos.

Foi nela que o funcionalismo público federal obteve 9% de aumento salarial e 43,6% no auxílio-alimentação neste ano, um pequeno alívio no bolso dos servidores que estavam com os salários congelados desde 2016, quando Temer cooperou com o golpe que tirou de cena a ex-presidenta, Dilma Rousseff, e assumiu o cargo decretando o teto de gastos (PEC-95), principal percursor desse congelamento.

O Protocolo da MNNP democratiza as relações de trabalho e tem amparo na Constituição Federal de 1988, no Estatuto do Servidor Público Civil da União (Lei n° 8.112) e nas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A mesa será formada pela bancada governamental e sindical e terá a coordenação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, por meio da ministra Esther Dweck. As reuniões ordinárias ocorrerão trimestralmente e as extraordinárias serão marcadas conforme a demanda. Todas as decisões serão lavradas em “Termos de Acordo”.

A bancada governamental será composta, além do MGI, pelos ministérios da Fazenda, Planejamento e Orçamento, Trabalho e Emprego, Educação, Saúde, Previdência Social, além da Casa Civil e Secretaria-Geral. Já a bancada sindical será composta por 20 representantes das entidades representativas dos servidores e empregados públicos civis federais e por representantes das centrais sindicais.

A MNNP vai se dedicar a duas pautas, a primeira vai receber, debater e negociar a Pauta Unificada de Reivindicações (PUR) que será apresentada pelas entidades. A segunda é voltada para a sociedade onde vai trabalhar os pontos que vão melhorar a qualidade dos serviços públicos prestados.

Os termos do regimento interno da Mesa Nacional de Negociação Permanente é o instrumento que vai fazer a interlocução entre servidores e governo. Por meio dele que será construído as metodologias para tratamento das pautas enviadas pelas bancadas e traçar as soluções negociadas.

A mesa será dividida em Mesa Central, que vai organizar e debater as pautas gerais, e Mesas Setoriais, que vão tratar das pautas coletivas mais especificas, mas que não impactam na questão orçamentária.

Poderá haver uma terceira Mesa, as Mesas Específicas e Temporárias de Negociações que vão tratar das pautas específicas entregues pelas entidades sindicais, mas que vão gerar impacto orçamentário.

Este é o momento da categoria se organizar e lutar por melhores condições de trabalho e reconhecimento financeiro, pois estamos num governo democrático e aberto ao diálogo para o fortalecimento do funcionalismo público.

Clique aqui e veja o organograma funcional da Mesa Nacional de Negociação Permanente.

 


Já votou no projeto de Carreira enviada ao PPA do Brasil Participativo?

Você, servidor do INSS, já votou na proposta de Carreira Típica de Estado (CTE), enviada ao Plano Plurianual (PPA)? A votação vai até o dia 14 de julho e precisa do apoio da categoria para conseguir a quantidade necessária de votos e ter a chance de apresentar a nossa pauta ao Governo Federal.

É fato que o objetivo de todos os servidores está voltado para o enquadramento da Carreira do Seguro Social como Carreira Típica de Estado, por isso a importância de votar e divulgar para todos os familiares, vizinhos, amigos, para que esta luta alcance a vitória.

Garantir a CTE é benéfica para todos, servidores e população em geral, pois a terceirização poderá tomar conta do INSS o que afetaria a qualidade dos serviços prestados e uma previdência confiável, além disso os servidores precisam de uma carreira sólida para continuar com o excelente trabalho de levar dignidade a tantos lares que precisam de um benefício, uma aposentadoria ou pensão. Com ela, todos ganham!

A proposta de carreira enviada ao Plano Plurianual, por meio da plataforma Brasil Participativo, é uma iniciativa da Frente de Servidores da Base do INSS, encabeçado pela servidora Miúcha Carvalho Cicaroni, e visa:

“O fortalecimento da carreira e a retenção dos profissionais altamente capacitados no Instituto, uma vez que esta possui relevante papel social, econômico e fiscal no Estado brasileiro, tanto como responsável pelo reconhecimento de direitos, como pela fiscalização e apuração de irregularidades e pela gestão dos benefícios sociais federais, de caráter contributivo ou não, cumprindo a finalidade de atender ao interesse público e possibilitar a melhoria da qualidade dos serviços prestados”.

O PPA estabelece os programas e metas do governo e no mandato de Lula há uma nova sistemática que além das propostas elaboradas pelos ministérios, a população poderá formular e votar em projetos que julgar importantes por meio da plataforma Brasil Participativo.

Desta forma, o projeto de carreira para o INSS está nesta plataforma do Governo Federal e precisa de votos para estar dentre os cinco autores com as propostas mais votadas para que seja analisado pelos órgãos responsáveis e ser contemplado para estar no debate sobre o tema no 3º Fórum Interconselhos, que será realizado em agosto deste ano e contará com a presença do Presidente Lula e seus Ministros.

O sindicado, na luta pelo fortalecimento da carreira e melhoria das condições de trabalho dos servidores, além da valorização do INSS, que presta um serviço relevante para toda a população, solicita a todos os trabalhadores do Instituto, ativos e aposentados, filiados ou não, a engajarem nesta luta e VOTAR para que o projeto encaminhado à plataforma Brasil Participativo possa estar dentre os cinco colocados.

PARA VOTAR: Acesse o link clicando aqui, clique em votar e se identifique com o Login Único Gob.Br.

Também é importante divulgar o link para que familiares e amigos votem, pois a qualidade na prestação dos serviços prestados pelo INSS depende de uma carreira reconhecida e servidores valorizados.

Juntos somos mais fortes e cada voto faz a diferença!