Violência contra um servidor do INSS de Goiânia

O SINSSP-BR vem em nota repudiar, veementemente, as cenas de violência ocorridas dentro da agência Goiânia-Oeste, contra um servidor do INSS, que foi brutalmente agredido por um policial militar, na última segunda-feira (02).

O agressor estava acompanhando os pais que iriam realizar uma perícia médica e quando soube que o agendamento havia sido cancelado partiu para agressões verbais e físicas contra os servidores que ali estavam. Segundo relatos, ele estava armado e ameaçou os trabalhadores e vigilantes com sua arma. Este é um caso para ser apurado pela corregedoria da polícia Goiânia.

As cenas do espancamento reacendem o alerta sobre a deterioração das condições de trabalho no INSS e revela um problema duplo: de um lado, a violência injustificável contra os servidores; de outro, a incapacidade do Instituto de garantir condições mínimas para que o atendimento ocorra de forma segura e eficiente.

Não é de hoje que o SINSSP-BR vem denunciando o adoecimento dos servidores devido as metas excessivas, falta de infraestrutura, sobrecarga decorrente da ausência de concursos públicos e agora a falta de segurança que desencadeia violência física. Sem falar da gigantesca fila virtual que transforma qualquer atraso em desespero para o segurado.

E quem paga o preço? O servidor do INSS que está na linha de frente, que não tem culpa da falta de médicos, da ausência de concursos, da precarização da autarquia.

O governo e a gestão do INSS assistem tudo isso de longe! A violência contra servidores não é exceção, é consequência. E enquanto os problemas não forem resolvidos, tragédias como essa continuarão acontecendo.

Para o Sindicato, o governo federal e a direção do INSS precisam agir imediatamente para proteger os servidores e reorganizar a autarquia. Sem segurança, sem pessoal e sem estrutura, episódios como o de Goiânia tendem a se repetir, colocando os trabalhadores em rota de colisão com os segurados.

Saiba quais são os deveres do INSS e os direitos dos servidores em situações de ameaças ou agressões

Diante de um cenário de violência, seja ela física ou verbal, o SINSSP-BR orienta sobre os deveres do INSS, bem como os direitos dos servidores em situações de ameaça ou agressão para prevenir e proteger toda a categoria.

Toda agressão física ou moral (ameaça grave) sofrida no ambiente de trabalho deve gerar a abertura imediata da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), sendo obrigação do gestor emitir a CAT no prazo legal. A omissão é passível de punição.

É importante lembrar que o dano não precisa ser apenas físico, o abalo psicológico decorrente da violência também justifica a CAT.

O servidor agredido no exercício da função tem o direito de solicitar apoio jurídico da Procuradoria Federal junto ao INSS (PFE/INSS) para atuar na defesa de suas prerrogativas e na responsabilização do agressor (Art. 98 da Lei 8.112/90 e normas correlatas da AGU). O SINSSP-BR orienta o servidor nunca enfrentar o processo sozinho.

Jamais deixe passar “em branco” qualquer tipo de ameaça ou agressão, registre o Boletim de Ocorrência (BO) detalhando os fatos, nomes de testemunhas e indicando que a agressão ocorreu contra o funcionário público federal no exercício da função (o que pode qualificar o crime, como desacato ou lesão corporal majorada).

O INSS tem o DEVER de garantir um ambiente de trabalho seguro a seus funcionários e terceirizados. A falha na segurança que resulta em agressão pode gerar responsabilidade civil do Estado (indenização) perante o servidor.

Toda a diretoria do SINSSP-BR expressa sua solidariedade ao servidor agredido, que além de ser idoso, não estava fazendo o atendimento do familiar do agressor, apenas estava próximo do local da ocorrência e acabou sendo agredido.

Não aceitaremos a normalização da barbárie nas agências. Proteja-se! Exija os seus direitos, o SINSSP-BR está com você!

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Nota de repúdio: em defesa dos servidores do INSS

O SINSSP-BR vem em nota repudiar veementemente a declaração do deputado federal Paulo Pimenta (PT), ao afirmar que o problema do atendimento não estaria na falta de servidores, mas na suposta recusa de parte da categoria em cumprir jornada presencial.

A fala do deputado, reproduzida pela colunista Rosane de Oliveira, no Boca no Trombone do portal Zero Hora/GZH e Portal Terra, desconsidera a realidade enfrentada diariamente pelos trabalhadores do INSS que seguem atuando sob forte sobrecarga, metas elevadas e problemas de gestão.

Os servidores desempenham atividades que envolvem uma legislação complexa e sistemas ineficientes, o que demanda um esforço considerável para alcançá-las, frequentemente exigindo bem mais que as 8 horas diárias de trabalho.

Os servidores em regime de teletrabalho são responsáveis pela análise de benefícios e atuam com metas 30% superiores às do trabalho presencial. Além disso, custeiam integralmente a própria estrutura de trabalho e desempenham suas atividades em condições frequentemente prejudicadas pela instabilidade e pelo funcionamento precário dos sistemas.

Cabe destacar que muitas agências não dispõem atualmente de estrutura adequada para receber os servidores. Em diversas unidades, reformas realizadas nos últimos anos resultaram na redução do número de guichês e dos espaços destinados ao atendimento, o que limita a capacidade de acomodação e de organização do trabalho presencial. Soma-se a isso o fato de que parte dos equipamentos de informática e da infraestrutura de internet encontra-se defasada, o que compromete o desempenho dos sistemas e dificulta a análise dos processos.

Declarações como essa apenas aprofundam a desvalorização do serviço público e ignoram o esforço real de uma categoria que segue trabalhando além dos limites para assegurar direitos da população brasileira.

Valorizar os servidores é condição essencial para reduzir filas, melhorar o atendimento e fortalecer o INSS — o caminho oposto ao da desinformação e da culpabilização de quem está na linha de frente.

O SINSSP-BR encaminhou pedido de direito de resposta aos veículos que reproduziram a fala do deputado para que a mídia e a população tenham acesso a verdade dos fatos e saibam da realidade a que os servidores do INSS enfrentam diariamente.

O Sindicato também oficiou o deputado pedindo uma audiência com o objetivo de obter direito de resposta e defender os Servidores da Carreira do Seguro Social, apresentando a realidade factual das condições de trabalho e os desafios enfrentados pelos servidores, esclarecer os pontos que possam induzir a sociedade ao erro sobre a eficiência e o compromisso da categoria e solicitar que a comunicação do Governo Federal seja fidedigna à realidade previdenciária, protegendo a imagem dos servidores públicos federais.

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SINSSP-BR se solidariza aos servidores da APS Farroupilha e orienta a categoria sobre seus Direitos em Caso de Agressão

O SINSSP-BR manifesta sua solidariedade aos colegas da APS Farroupilha (RS), vítimas de inaceitável violência no exercício de suas funções, ocorrida na última sexta-feira (16). Repudiamos veementemente as agressões contra os servidores do INSS e ressaltamos que qualquer tipo de violência, seja ela verbal ou física, NÃO são "ossos do ofício", são crimes e devem ser tratados como tal.

Diante deste cenário, para prevenir e proteger toda a categoria, o SINSSP-BR orienta sobre os deveres do INSS e os direitos do servidor em situações de ameaça ou agressão.

Toda agressão física ou moral (ameaça grave) sofrida no ambiente de trabalho deve gerar a abertura imediata da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), sendo obrigação do gestor emitir a CAT no prazo legal. A omissão é passível de punição.

É importante lembrar que o dano não precisa ser apenas físico, o abalo psicológico decorrente da violência também justifica a CAT.

O servidor agredido no exercício da função tem o direito de solicitar apoio jurídico da Procuradoria Federal junto ao INSS (PFE/INSS) para atuar na defesa de suas prerrogativas e na responsabilização do agressor (Art. 98 da Lei 8.112/90 e normas correlatas da AGU). O Sindicato orienta o servidor nunca enfrentar o processo sozinho.

Jamais deixe passar "em branco" qualquer tipo de ameaça ou agressão, registre o Boletim de Ocorrência (BO) detalhando os fatos, nomes de testemunhas e indicando que a agressão ocorreu contra o funcionário público federal no exercício da função (o que pode qualificar o crime, como desacato ou lesão corporal majorada).

O INSS tem o DEVER de garantir um ambiente de trabalho seguro a seus funcionários e terceirizados. A falha na segurança que resulta em agressão pode gerar responsabilidade civil do Estado (indenização) perante o servidor.

O SINSSP-BR já oficiou a Presidência do INSS exigindo suporte total aos envolvidos e reforço na segurança.

Não aceitaremos a normalização da barbárie nas agências. Proteja-se! Exija os seus direitos, o SINSSP-BR está com você!

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Nota de Repúdio: não fale dos servidores do INSS se não conhecer, de fato, o seu trabalho

O SINSSP-BR vem em nota repudiar, veementemente, as declarações da vereadora Cris Monteiro (Novo/SP), postadas na segunda-feira (10), no seu perfil no Instagram, onde afirmou que “bastariam [os servidores do INSS] fazer o trabalho que deveria ser feito e atingir a produtividade regular” para receber o bônus de produtividade.

Tais declarações demonstram profundo desconhecimento sobre a realidade dos servidores do INSS e contribuem para desinformar a população, em vez de promover um debate responsável e baseado em fatos.

O bônus de produtividade é destinado exclusivamente aos servidores que optam por trabalhar além da meta e fora do expediente regular. Trata-se, portanto, de remuneração por horas extras, e não de um benefício automático.

O valor máximo permitido por mês é de R$ 17 mil, o que corresponde a uma carga de mais de 10 horas diárias de trabalho adicional, frequentemente realizadas à noite, de madrugada, aos fins de semana e feriados. Esse limite é alcançado apenas por alguns servidores que triplicam sua produção para acelerar a análise de processos e reduzir as filas do INSS, em um cenário de déficit de pessoal e sistemas instáveis.

Em relação ao caso citado de um servidor que teria recebido R$ 99 mil, esclarece-se que o valor se refere ao pagamento acumulado de trabalhos realizados em exercícios anteriores, e não a um único mês de atividade, tratando-se de uma excepcionalidade.

Recomenda-se que, antes de divulgar informações distorcidas com o objetivo de influenciar o eleitorado, sejam verificados os fatos e as fontes oficiais. Para informações precisas, consulte a Portaria Conjunta MPS/MGI/CC nº 20, de 22 de abril de 2025, que regulamenta o pagamento do bônus de produtividade.

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Nota de repúdio: INSS não é Ônus de Partido, mas fundamental para milhões de brasileiros!

O SINSSP-BR vem em nota repudiar às declarações do líder do PDT na Câmara dos Deputados, Mário Heringer (MG), ao afirmar que o Ministério da Previdência só traz ônus ao partido e que virou o patinho feio, onde o INSS é o problema central disso tudo.

Em entrevista ao Poder 360, Mário Heringer teria afirmado que [não tem sentido a gente abraçar somente o ônus e não ter o bônus por apoiar o governo e que o patinho feio que todo mundo põe a culpa e o INSS, por consequência, é alvo de reclamações da população e do empresariado, e ninguém quer ser pai do patinho feio].

O posicionamento do líder do PDT revela a sua visão tacanha sobre o Instituto Nacional do Seguro Social e é lamentável que o INSS tenha chegado nesta situação e que foi um equívoco colocar um partido político que pensa dessa forma para conduzir o órgão. Ao reduzir a sua relevância a uma simples questão partidária demonstra um pensamento limitado sem compromisso com a população.

A fala do deputado desrespeita a importância do INSS que é o maior distribuidor de renda do Brasil e da América Latina, que cumpre um papel muito relevante para a sociedade, sendo responsável por fomentar cerca de 60% das economias locais com o pagamento de benefícios.

O INSS é fundamental para milhões de brasileiros que dependem dele para garantir direitos básicos, como aposentadorias, pensões e benefícios sociais. Os 40 milhões de aposentados e pensionistas e os quase 1 milhão de brasileiros que procuram o INSS mensalmente não são ônus, muito menos o patinho feio de toda a história, mas resultado de uma política avançada de proteção social, sendo impensável uma sociedade moderna sem uma estrutura dessas.

Desde o último governo o SINSSP-BR tem demostrado preocupação com o INSS, denunciou várias vezes a farra que dirigentes, nomeados por indicações políticas estavam fazendo dentro do órgão e as consequências que esses desmandos causavam na vida laboral dos servidores. (Veja as matérias nesses links : https://sinssp.org.br/vazamento-de-dados-no-inss-como-esse-problema-impacta-a-vida-laboral-dos-servidores/ e https://sinssp.org.br/aposentados-e-pensionistas-na-mira-de-fraudes-e-descontos-nao-autorizados/).

Dessa forma, o Sindicato reitera o seu compromisso com a defesa do INSS, da Previdência Pública e com o fortalecimento de ações concretas que garantam a sua eficiência, transparência e valorização dos seus servidores, afastando toda e qualquer interferência política que prejudique o seu principal objetivo que é o de servir à população brasileira.

 


Nota de repúdio: chega de autoritarismo e de assédio institucional no INSS!

O SINSSP-BR vem em nota repudiar a Direção Central do INSS pelo comportamento extremamente autoritário, falta de diálogo transparente e pela condução arbitraria do Instituto durante as reuniões da Mesa Setorial.

O último ato repugnante dos representantes do órgão ocorreu nesta quarta-feira (26), durante a reunião extraordinária da Mesa Setorial que foi encerrada abruptamente sem respostas aos questionamentos e sem os encaminhamentos das pautas.

A Direção Central do INSS saiu pela tangente após ser cobrado pela Diretora do SINSSP-BR, Miucha Cicaroni, sobre o envio dos estudos que embasaram a majoração de 30% da meta dos servidores.

O Diretor de Governança, Planejamento e Inovação do INSS, Sr. Ismênio Bezerra, simplesmente abandonou a reunião após as colocações do Sindicato, demonstrando incapacidade para exercer o cargo a que foi confiado.

Os últimos fatos ocorridos durante as reuniões da Mesa Setorial denunciam um cenário antidemocrático que fere os direitos dos servidores do seguro social, aflorando cada vez mais episódios de assédios, problemas administrativos e estruturais, sem diálogo transparente durante os debates que foram feitos sob promessas e comprometimento da Direção Central que não foram cumpridos até o presente momento.

O SINSSP-BR não vai mais aceitar esse tipo de postura nas próximas reuniões da Mesa Setorial, queremos negociar as pautas dos servidores, se não for nesta instância partiremos para outra mais eficaz.

 


Nota de repúdio: depressão não é preguiça!

O SINSSP-BR vem em nota repudiar a fala do Diretor de Governança, Planejamento e Inovação, também coordenador da Mesa Setorial do INSS, o Sr. Ismênio Bezerra, ao dizer que "só entra em depressão quem não quer trabalhar".

A frase foi proferida na reunião entre a DGP e as entidades sindicais, dentre elas o SINSSP-BR, na manhã desta quinta-feira (23), quando um dos representantes das entidades questionou o assombroso número de colegas com depressão em virtude da pressão de metas inatingíveis, em especial o novo PGD.

É lamentável que o INSS tenha, no seu quadro, pessoas ocupando cargos estratégicos como o Sr. Ismênio, com tamanho despreparo para o desempenho da função, no qual sem o menor pudor trata um problema tão sério de saúde como a depressão como se fosse uma mera preguiça.

O SINSSP-BR exigirá retratação imediata pelo ocorrido à Direção do INSS referente ao gestor indicado pelo Ministro da Previdência, Carlos Lupi, para ocupar um cargo de Diretor bem como do Presidente do INSS, Alesandro Stefanutto, que o indicou para ser coordenador da Mesa Setorial.

O Presidente do Instituto deve satisfação sobre essa lastimável frase sob pena de ser conivente com esse tipo de postura que além de ofender a categoria, tripudia sobre um problema gravíssimo de saúde: a depressão.

O INSS faz questão de pregar a questão da humanização do atendimento, porém em relação aos servidores da Casa age de forma totalmente contraria. A pergunta que não quer calar: este é o conceito de humanização da atual gestão?

Respeite os servidores do INSS, trabalhamos para a sociedade e não para indicados de ocasião.

 


NOTA DE REPÚDIO SINSSP-BR

O SINSSP-BR vem a público manifestar seu repúdio às agressões verbais sofridas pelo Presidente do SINSSP-BR, Tiago Silva.

As manifestações de ódio e intolerância política foram proferidas por pessoas ainda não identificadas, embora, aparentemente, integrem um coletivo de uma entidade representante da categoria, mas que estão sendo devidamente apuradas para que sejam tomadas as providências judiciais cabíveis.

Os ataques contra o servidor do INSS e dirigente sindical ocorreram na noite de sexta-feira (27), em uma lanchonete em Brasília, onde Tiago Silva estava com amigos.

Manifestações de intolerância não coadunam com os princípios da democracia. Ataques de ódio e crimes não são liberdade de expressão.

O SINSSP-BR não irá tolerar e normalizar a violência política em qualquer esfera de sua atuação e, em especial, no âmbito das relações sindicais, seja antes, durante ou depois de uma greve.

O respeito às divergências é essencial para o exercício da democracia e da boa política.

Convocamos todos os servidores do INSS a repelir toda e qualquer manifestação de intolerância, de qualquer natureza, seja no âmbito das redes sociais, seja presencialmente.

Violência Política, Não!

Clique aqui e assista os vídeos divulgados ou assista abaixo.

 


Nota aos servidores do INSS sobre a greve

O SINSSP-BR vem em nota informar que mantém a coerência de respeitar as decisões deliberadas em nossas assembleias, por isso comunica que na assembleia realizada nesta quinta-feira (29), a categoria aprovou, por meio de votação e democraticamente, a continuação da greve do INSS.

A assembleia também deliberou que a reunião do Comando Nacional de Greve do SINSSP-BR ficou agendada para a próxima segunda-feira (02), para que os membros continuem traçando as estratégias de fortalecer e ampliar a greve.

Aproveitamos a oportunidade para repudiar, veementemente, todas as Fake News postadas nas redes sociais, nos grupos de WhatsApp e Telegram, por mensagens que disseminam mentiras sobre o sindicato.

A última notícia fake espalhada dizia que o SINSSP-BR assinaria o acordo enviado pelo governo na surdina, sem passar pela apreciação e deliberação da categoria. A farsa foi desfeita e ficou comprovada, na assembleia de ontem, ser mais uma mentira proferida contra a entidade.

Há uma tentativa de tentar diminuir e descredibilizar o SINSSP-BR neste movimento grevista, com ataques e tentativas de desmoralizar a nossa conduta, por isso orientamos todos os servidores, filiados e não filiados, a ficarem espertos e muito atentos, o dia a dia vai provar o que é verdade e desmascarar as mentiras, porque farsas não sobrevivem por muito tempo.

É importante lembrar que todas as deliberações foram e serão feitas por meio do Comando Nacional de Greve do SINSSP-BR que encaminhará para VOTAÇÃO E DELIBERAÇÃO nas assembleias convocadas. Qualquer outro tipo de orientação ou informação é fake News, é mentira disparada com o objetivo de atacar o SINSSP-BR.

Vamos fortalecer a nossa greve, criar estratégias para mobilizar cada vez mais a categoria e vamos juntos combater as fakes news.

 


Contraf-CUT repudia ataques contra fundo de pensão do Banco do Brasil

Nota de repúdio aos ataques à Previ

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) repudia decisão do juiz substituto da 1ª Vara Cível do Distrito Federal, Marcelo Gentil Monteiro, que atendeu a pedido de um deputado para afastar o presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), João Fukunaga, do cargo. Uma decisão que fere instâncias democraticamente instituídas como o Conselho Deliberativo do Banco do Brasil e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), entidade pública responsável por gerenciar as operadoras de previdência privada no país, que habilitaram João Fukunaga para exercer o cargo.

Todos os ritos de governança foram respeitados, desde a indicação até a posse de João Fukunaga, que atendeu às exigências previstas nos processos de elegibilidade tanto do Banco do Brasil, patrocinador do fundo de pensão, quanto da própria Previ.

A decisão também é mais um ataque contra o movimento sindical, uma vez que Fukunaga, além de funcionário de carreira do Banco do Brasil e associado do plano Previ Futuro, tem histórico na luta pelos direitos dos trabalhadores bancários nas entidades representativas.

A determinação pelo afastamento do dirigente, portanto, é absolutamente política, sem base técnica alguma. Além disso, coloca em risco o equilíbrio das instituições, desrespeitando órgãos reguladores, necessários para manutenção do sistema de freios e contrapesos, sem os quais não há Estado Democrático de Direito.

Continuamos acreditando no Poder Judiciário e aguardamos pela revogação da liminar, dada a fragilidade jurídica da decisão que se configura como mais um ataque à Previ e ao futuro previdenciário de seus participantes.

Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)